Pará é o primeiro estado brasileiro em assinar acordo inédito e vende quase R$ 1 bilhão de créditos de carbono

John Podesta, conselheiro sênior da presidência dos Estados Unidos para a Política Climática Internacional(Foto: Thalmus Gama Ag. Pará) –

Pará assina acordo inédito e vende quase R$ 1 bilhão de créditos de carbono

Primeiro estado brasileiro a garantir financiamento da Coalizão LEAF, o Pará lidera a luta global contra o desmatamento e se prepara para a COP 30, consolidando sua posição na agenda climática internacional

Nesta terça-feira (24), o Estado do Pará assinou um acordo histórico ao vender quase R$ 1 bilhão em créditos de carbono e garantir financiamento da Coalizão LEAF para apoiar seus esforços de redução do desmatamento e se tornou o primeiro estado no Brasil e o primeiro estado subnacional do mundo a garantir isso.

Futura sede da COP 30 em 2025, o Pará (que tem 25% da Amazônia brasileira), celebrou o acordo com a Emergent, coordenadora da Coalizão LEAF, que prevê a compra de até 12 milhões de créditos de carbono florestal de alta integridade, gerados por reduções no desmatamento no Pará entre os anos de 2023 a 2026. Cada crédito representa uma tonelada métrica de reduções de emissões de carbono resultantes de cortes no desmatamento, e será comprado ao preço de US$ 15 por tonelada.

“Alcançar um preço de US$ 15 por tonelada, bem acima dos níveis atuais de mercado, demonstra a confiança dos compradores na eficácia de nossos esforços e na alta integridade dos créditos que estamos gerando. Nosso sistema jurisdicional REDD+ é baseado em um modelo robusto, ancorado em forte participação social. Nossa população, incluindo povos indígenas, quilombolas, comunidades tradicionais e agricultores familiares, não só é ouvida, mas trabalha em conjunto e compartilha os benefícios. Juntamente com outras políticas, nosso trabalho para combater o desmatamento já nos ajuda a construir uma economia próspera, sustentável e inclusiva para todos. Esperamos que o Pará, junto com Gana e Costa Rica, que também assinaram acordos com a LEAF, possa ser um exemplo para outros governos florestais – tanto na Amazônia quanto em outros territórios – seguirem, complementou o governador.

    “Ser o primeiro Estado brasileiro a assinar um acordo com a Coalizão LEAF é prova do sucesso de nossas políticas para combater o desmatamento e a transição para um modelo econômico mais sustentável e verde”, disse Helder Barbalho, governador do Pará.

O que é Coalizão LEAF

A Coalizão LEAF é uma iniciativa pública e privada internacional que inclui diversas grandes corporações e os governos da Noruega, Reino Unido, Estados Unidos e República da Coreia. Ela fornece financiamento para apoiar os governos florestais e as comunidades locais em seus esforços para reduzir o desmatamento e a degradação florestal.

Os compradores da Coalizão LEAF, incluindo Amazon, Bayer, BCG, Capgemini, H&M Group e Fundação Walmart, se comprometeram a comprar 5 milhões de créditos de reduções de emissões. O acordo também disponibilizará mais 7 milhões de créditos para compradores corporativos adicionais, com a Emergent antecipando uma forte demanda. O acordo é respaldado por garantias de compra dos governos da Noruega, Reino Unido e EUA, cobrindo uma porcentagem dos volumes de créditos.

O evento contou com a participação de John Podesta, conselheiro sênior da presidência dos Estados Unidos para a Política Climática Internacional; Puyr Tembé, secretária dos Povos Indígenas do Pará; Sally Fouts, líder global da Climate Pladge; Kerry McCarthy, subsecretária do Reino Unido para Segurança Energética e Net Zero; Tore Sandvik, Ministro do Meio Ambiente e Clima da Noruega; Juliana Santiago, vice-presidente da Emergent, coordenadora da Coalizão Leaf; e Eron Bloomgarden, CEO e fundador da Emergent.

John Podesta, conselheiro sênior da presidência dos Estados Unidos para a Política Climática InternacionalJohn Podesta, conselheiro sênior da presidência dos Estados Unidos para a Política Climática InternacionalFoto: Thalmus Gama Ag. ParáO contrato assinado é denominado Contrato de Compra e Venda de Reduções Certificadas de Emissão (ERPA, na sigla em inglês), um contrato de compra e venda futura de emissões reduzidas (conhecidos popularmente como créditos de carbono jurisdicionais). Esta captação de recursos se dá no âmbito do mercado voluntário. Os recursos serão utilizados, a partir de 2025, para financiar programas que visam reduzir ainda mais o desmatamento, além de apoiar o modo de vida dos povos tradicionais e o desenvolvimento sustentável. Esses programas compartilharão, equitativamente, os benefícios econômicos com os povos indígenas, quilombolas, comunidades extrativistas e agricultores familiares que estão na linha de frente na luta contra o desmatamento.

“Este é um dia histórico para a estratégia de financiamento climático global. No tempo das urgências climáticas, a efetivação do financiamento climático não tem acompanhado a urgência que vivemos. A cada dia e cada vez com maior incidência, passamos a viver um novo normal com as mudanças climáticas. O desafio das queimadas, destruindo a Amazônia, o cerrado… Chegar a Nova York, na semana do clima, trazendo a mensagem do estado do Pará, Estado que ao longo da sua história esteve forjado e incentivado ao uso do solo para práticas extrativas, de produção de alimentos e extração minerária. Naquela época, para se ter direito a terra, a crédito, obrigatoriamente, teria que destruir a floresta”, relembrou o governador Helder Barbalho.

Primeiro estado brasileiro a garantir financiamento da Coalizão LEAF, o Pará lidera a luta global contra o desmatamento e se prepara para a COP 30, consolidando sua posição na agenda climática internacional-Foto: Thalmus Gama Ag. Pará
Primeiro estado brasileiro a garantir financiamento da Coalizão LEAF, o Pará lidera a luta global contra o desmatamento e se prepara para a COP 30, consolidando sua posição na agenda climática internacional-Foto: Thalmus Gama Ag. Pará

“O Art Trees sinaliza que a redução das emissões no Pará projetam, até 2027, que possamos chegar a 390 milhões de toneladas já verificadas. Hoje, estamos fechando um acordo de 12 milhões de toneladas, que geram cerca de R$ 1 bilhão em receitas, que serão distribuídas entre as comunidades tradicionais, entre aqueles que colaboram com a preservação e para que o Estado continue com sua agenda de redução do desmatamento. Se projetarmos os 390 milhões de toneladas, nos estamos falando em R$ 35 bilhões, quase um ano do orçamento público geral do estado do Pará. Daqui para frente, a floresta amazônica passa a ter um novo olhar. Um olhar que possa gerar valor, que possa gerar emprego, renda e riquezas”, frisou o governador.

Luta do Pará contra o desmatamento da Amazônia

Como avanço na luta contra o desmatamento, em 2020, o governador Helder Barbalho implementou a Política Estadual sobre Mudanças Climáticas, que estabelece o rumo para a transição do Estado para uma economia de baixo carbono, com a meta de emissões líquidas zero até 2036.

Em 2024, o Pará registrou uma redução de 42% nos alertas de desmatamento em comparação com o ano anterior, segundo dados oficiais do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Isso representa uma diminuição de 1.200 km² na área desmatada, a maior redução registrada em toda a Amazônia Legal e a maior desde 2020.

“O acordo com Pará demonstra a escalabilidade do modelo público-privado LEAF para mobilizar o financiamento urgentemente necessário para as florestas”, disse Eron Bloomgarden, CEO da Emergent. “A abordagem LEAF representa a melhor, e talvez a última, chance de interromper e reverter o desmatamento tropical até 2030, canalizando bilhões em financiamento climático para o sul global. Ela também garante a plena participação dos povos indígenas e comunidades locais no desenvolvimento de planos para compartilhar os benefícios de forma justa. Temos a ferramenta comprovada. Vamos usá-la”, explicou Eron Bloomgarden.

    Bloomgarden parabenizou o governador Helder Barbalho. “Um desafio crucial, agora, é aumentar a demanda, principalmente do setor privado. É por isso que estamos encantados que essas organizações se comprometeram com a LEAF. Nossas mais sinceras congratulações ao governador do Pará e toda sua equipe. Vamos tirar um momento para marcar nosso progresso e depois redobrar nossos esforços para alcançar mais acordos com governos florestais e trazer financiamento do setor público e privado na escala necessária.”, complementou.

O sistema REDD+ do Pará está sendo desenvolvido com a participação ativa de comunidades e beneficiários, que desempenham um papel ativo na redução do desmatamento, incluindo povos indígenas, quilombolas, comunidades tradicionais e agricultores familiares do Estado. O objetivo é garantir que os recursos da venda de créditos sejam distribuídos, de forma justa, conforme os arranjos de compartilhamento de benefícios acordados. Os recursos do acordo da Coalizão LEAF serão compartilhados de forma equitativa com esses grupos e outros interessados, a partir de 2025, após a conclusão do Sistema Jurisdicional REDD+ do Pará.

O financiamento do acordo LEAF também apoiará outros esforços liderados pelo governo para reduzir as emissões do desmatamento, incluindo o Plano Estadual Amazônia Agora (PEAA) do Pará, que inclui iniciativas como o Plano Estadual de Bioeconomia, o Plano de Recuperação da Vegetação Nativa e o Programa de Pagamento por Serviços Ambientais.

Concita Sompré, indígena do território Mãe Maria, que conta com cerca de 2 mil nativos na região sudeste do Pará, acredita que o Pará está no caminho certo.

    “Eu, pessoalmente, parabenizo o nosso governador, porque ele está tendo a coragem e a audácia de implementar isso, sendo o primeiro a levar realmente essa discussão para os territórios, levando em consideração, também, a nossa percepção e a nossa participação. Isso é importante no processo. Estamos sendo ouvidos”, enfatizou a indígena.

Líder da Federação dos Povos Indígenas do Pará (Fepipa), Concita pondera o desafio de discutir os benefícios dos créditos de carbono no Estado. “Hoje, a gente vai receber, por isso esse ainda é um desafio. Acredito que a gente consiga estabelecer esse diálogo. Enquanto Fepipa, a gente tem essa preocupação de estar junto, construindo e propondo de que forma esse recurso vai chegar para a coletividade. A essa preocupação de que esse benefício não venha trazer impactos, mas que ele venha trazer melhoria para a comunidade”, afirma.

Todos os créditos vendidos no escopo do acordo com o Pará atenderão ao Padrão de Excelência Ambiental Architecture for REDD+ Transactions (ART TREES), garantindo os mais altos níveis de integridade ambiental e salvaguardas sociais.

Os créditos REDD+ jurisdicionais representam reduções de emissões provenientes de programas em larga escala ao nível nacional ou subnacional. Juntamente com o rigoroso e independente padrão ART TREES, essa abordagem jurisdicional garante integridade aos créditos de carbono.

O acordo sucede os primeiros contratos LEAF com Costa Rica e Gana, anunciados na COP 28 em dezembro de 2023. A Emergent afirma que continuará a trabalhar na assinatura de acordos com governos florestais, incluindo Vietnã, o estado brasileiro do Acre, Nepal e Equador.

“As florestas tropicais não são apenas os melhores armazenadores naturais de carbono que temos, mas também um dos ecossistemas mais biodiversos existentes no planeta. Apoiar sua proteção é fundamental para enfrentar as crises climáticas e da natureza e constitui um elemento central de nossa estratégia”, disse Matthias Berninger, EVP de Assuntos Públicos, Sustentabilidade e Segurança da Bayer.

“Estamos encantados por fazer parte dessa ação coletiva inovadora com o Estado brasileiro do Pará liderada pela Coalizão LEAF e esperamos continuar apoiando outros países, suas comunidades florestais e povos indígenas na interrupção da perda florestal”, complementou Matthias Berninger.

“Estamos empolgados por sermos uma das primeiras empresas a apoiar a luta contra o desmatamento na Amazônia com a Coalizão LEAF e o acordo com o Pará, Brasil. No H&M Group, reconhecemos a profunda conexão entre a biodiversidade e o clima. É por isso que seguimos uma abordagem holística, trabalhando em direção aos nossos objetivos de alcançar emissões líquidas zero e contribuir para as metas globais de biodiversidade. Estamos comprometidos em fazer nossa parte na luta contra as mudanças climáticas e na proteção da natureza. A LEAF é um grande exemplo de inovação e colaboração escaláveis para o progresso. Proteger as florestas tropicais oferece uma das maiores oportunidades para reduzir emissões na próxima década, e estamos orgulhosos de fazer parte disso.” — Leyla Ertur, Diretora de Sustentabilidade do H&M Group.

Tore Sandvik, Ministro do Clima e Meio Ambiente da Noruega, disse: “Estamos empolgados em ver que o Pará está acessando financiamento internacional de carbono e nos sentimos honrados em apoiar a jornada do Estado. Estamos impressionados com a determinação política do Pará em combater o desmatamento. Parabéns ao governador Barbalho e ao estado do Pará. É essencial mobilizar mais recursos privados para apoiar países e estados florestais em seus esforços para reduzir o desmatamento. O acesso ao financiamento internacional de carbono é um grande incentivo para proteger as florestas, e uma das muitas ferramentas no arsenal do Pará. É inspirador ver que o Pará está explorando uma série de opções, e esperamos que outros estados e países sejam inspirados a fazer o mesmo”.

Fred Krupp, Presidente do Environmental Defense Fund, organização não-governamental que atua na defesa do meio ambiente nos Estados Unidos, disse: “Se os créditos de carbono para reduções jurisdicionais no desmatamento funcionam para os povos da floresta e para as florestas, eles funcionarão para o mundo. É por isso que o primeiro acordo da Coalizão LEAF na Amazônia representa potencialmente um avanço nos esforços para conservar um dos maiores biomas florestais tropicais do mundo. Programas REDD+ jurisdicionais de alta integridade podem desbloquear financiamento em velocidade e escala, trazendo mais impulso para os esforços globais de interromper e reverter o desmatamento até 2030. A EDF espera continuar a trabalhar com organizações de povos indígenas, bem como com a Coalizão LEAF, para gerar impactos reais e duradouros”, finalizou.

Fonte: Por Igor Nascimento (SEMAS) e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/2024/05:54:13

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Grupamento do Corpo de Bombeiros é inaugurado em Novo Progresso

(Foto: Pedro Guerreiro / Ag. Pará)  – Governo do Pará entrega novo Grupamento do Corpo de Bombeiros em Novo Progresso

Novo equipamento é mais uma ação do Governo do Estado no fortalecimento a segurança e o atendimento de emergência na região do Tapajós

O Governo do Pará reforça a segurança pública em Novo Progresso com a entrega do 33º Grupamento do Corpo de Bombeiros Militar do Pará. A cerimônia foi presidida pela governadora em exercício, Hana Ghassan, destacando o compromisso do Governo do Estado com o bem-estar e a segurança dos paraenses.

Com investimento de R$ 8 milhões, o novo quartel dos Bombeiros ocupa uma área de 2.314 m² e está equipado para responder com eficácia a diversas emergências. A estrutura moderna e ampla é projetada para facilitar o rápido atendimento das ocorrências de combate a incêndio, salvamentos variados e socorro pré-hospitalar.

“A gente sabe a importância de ter essa estrutura para combater os incêndios, mas para além disso também, salvar vidas, cuidar do patrimônio, resgatar, dar os primeiros socorros. Portanto, é um importante instrumento de segurança, de apoio à população de Novo Progresso e toda a região,” afirmou Hana Ghassan.

Durante o evento, foram entregues também veículos essenciais para a operação do grupamento, incluindo uma viatura de combate a incêndio, uma de resgate, uma para vistorias e uma pick-up, equipamentos para atender a comunidade com a excelência que o momento exige.

“Hoje é mais uma entrega que fortalece as ações do Corpo de Bombeiros no município de Novo Progresso, bem como em toda a região. Seja no combate ao incêndio florestal, seja no atendimento para os hospitalares, possíveis acidentes que ocorram nas rodovias ou seja no trabalho da área técnica de vistoria nas estruturas. Então, é uma política pública do Governo do Estado fazendo com que o Corpo de Bombeiros esteja em mais municípios, o Serviço Bombeiro Militar de Proteção e Defesa Civil chegando ao cidadão”, destacou o comandante-geral do Corpo de Bombeiro, coronel Jayme Benjó.

comandante-geral do Corpo de Bombeiro, coronel Jayme Benjó. Foto: Pedro Guerreiro / Ag. Pará
comandante do Corpo de Bombeiro de Novo Progresso, major Rubens dos Navegantes. Foto: Pedro Guerreiro / Ag. Pará

De acordo com o major Rubens dos Navegantes, comandante responsável pelo novo 33º Grupamento, a unidade garantirá rapidez nas respostas emergenciais, além de fortalecer a prevenção de incidentes em Novo Progresso.

“Bem, antes o quartel mais próximo que atenderia a alguma ocorrência para cá seria Itaituba. E com o quartel agora, aqui no município, vai ajudar muito com mais celeridade e eficiência, o combate às queimadas, condição que enfrentamos bastante. Além do papel chave que vai ser o combate às queimadas, nós vamos realizar atendimentos de serviços preventivos, de regularizações dos estabelecimentos para se ter o alvará e o licenciamento, além do salvamento e resgate”, afirmou

E para a população de Novo Progresso, a entrega do 33º Grupamento dos Bombeiros Militar não é apenas reforçar a segurança pública, mas o fortalecimento dos laços comunitários através de programas de prevenção e educação em segurança.

INFORMATIVO INAUGURAÇÃO - 33º GBM | Foto: Divulgação
INFORMATIVO INAUGURAÇÃO – 33º GBM | Foto: Divulgação

Fonte:Agencia Pará  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 24/2024/05:54:13

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Efetivo extra da Força Nacional chega à Amazônia Legal para combater incêndios

(Foto:Divulgação) –  Os 150 agentes destacados para cumprir decisão do STF já estão em operação. Agora, 268 bombeiros estão atuando na região

Os bombeiros atuam agora em 20 municípios, que concentram 85% dos focos de fogo registrados na Amazônia de janeiro a setembro de 2024

Os 150 bombeiros da Força Nacional, mobilizados pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) para combater os incêndios florestais na Amazônia Legal, já chegaram aos locais e estão em operação. O envio foi determinado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino, na última semana.

Os bombeiros atuam agora em 20 municípios, que concentram 85% dos focos de fogo registrados na Amazônia de janeiro a setembro de 2024, conforme dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). A Força Nacional já estava presente em seis desses municípios: Apuí, Boca do Acre, Humaitá, Lábrea e Novo Aripuanã (no Amazonas) e Caracaraí (em Roraima).

Leia também:Novo Progresso entre as dez cidades que concentram 20% das queimadas que consomem o país

*Força Nacional combaterá incêndios em Novo Progresso, no Pará e mais cinco estados

Agora, os agentes que reforçam o trabalho chegaram ao Pará, nos municípios: Altamira, Itaituba, Jacareacanga, Novo Progresso, Ourilândia do Norte e São Félix do Xingu. Também foram destacados grupos para Mato Grosso, nas cidades de Aripuanã, Colniza e Nova Maringá. Em Rondônia, eles estão em Candeias do Jamari, Nova Mamoré e Porto Velho.

Além dessas localidades, a Força Nacional já atuava em Corumbá (MS) e Poconé (MT), em apoio ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Somando os profissionais enviados em resposta à decisão do STF àqueles que já estavam em campo, são 268 bombeiros da Força Nacional envolvidos no combate aos incêndios florestais.

Além disso, 32 agentes de Polícia Judiciária foram destacados para auxiliar a Polícia Federal (PF) e as Polícias Civis estaduais na investigação das causas dos incêndios. Nos próximos dias, mais 48 bombeiros, que estão em treinamento, também serão enviados, totalizando 348 agentes da Força Nacional nas operações.
Força Nacional na Bolívia

Em 5 de setembro, o MJSP enviou 40 agentes da Força Nacional para combater incêndios florestais na Bolívia, nas cidades San Ignácio Velasco, Puerto Quijarro e San Matias e no Parque Nacional Noel Kempff. As áreas estão inseridas em faixas que correspondem ao Pantanal e à Amazônia.

A ação ocorre em apoio à Agência Brasileira de Cooperação, do Ministério das Relações Exteriores, para proporcionar assistência urgente na luta contra os incêndios que também têm causado danos significativos ao meio ambiente e às comunidades locais daquele país.

As operações contam com o reforço de bombeiros, policiais militares, policiais civis e especialistas em ciências ambientais. O Ibama, vinculado ao Ministério do Meio Ambiente, também integra a missão, assim como o Corpo de Bombeiros Militares de Mato Grosso do Sul.

A colaboração entre os países reflete um esforço conjunto para enfrentar uma das maiores crises ambientais da região e reforça o compromisso do Brasil com a solidariedade internacional em tempos de emergência.
Investimentos

O MJSP já destinou quase R$ 40 milhões para apoiar as forças de segurança dos estados e do Distrito Federal em operações de proteção dos biomas. Essas ações incluem o combate a incêndios e a situações climáticas extremas. Esse valor representa aumento de mais de 400% em comparação a 2022, quando foram investidos cerca de R$ 9,4 milhões ao longo de todo o ano.
Investigações da PF

A PF está focada em combater crimes ambientais, com atenção especial aos incêndios florestais que têm devastado a Amazônia, o Pantanal e outras regiões do Brasil. Há 5.589 inquéritos policiais em andamento relacionados ao tema. Desses, 52 investigações, iniciadas em 2023 e 2024, são especificamente sobre incêndios na Amazônia, no Pantanal e no Cerrado.

No momento, 20 policiais federais estão dedicados exclusivamente à investigação dos incêndios no Pantanal, que abrange Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Além disso, foram estabelecidos polos de investigação nas unidades da Federação que abrangem os biomas da Amazônia e do Cerrado.

O programa Brasil MAIS, coordenado pela Secretaria-Executiva do MJSP, fornece imagens diárias de satélites de alta resolução para 517 instituições públicas, incluindo 198 órgãos de segurança pública, com 20.875 usuários. A iniciativa é financiada pelo Fundo Nacional de Segurança Pública e está integrada ao Sistema Único de Segurança Pública (Susp). O Brasil MAIS é a maior operação de sensoriamento remoto do País.

Recentemente, foram introduzidos novos alertas especializados para identificar as origens dos incêndios, começando pelo bioma Pantanal. Esse monitoramento será expandido para outras áreas sensíveis, como São Paulo e a região do Arco do Desflorestamento, na Amazônia.

As próximas ações da PF serão o envio de peritos especializados aos locais afetados e o emprego de tecnologia avançada para identificar os pontos de origem dos incêndios. O objetivo é identificar tanto os responsáveis diretos quanto os possíveis mandantes dos crimes e correlacionar com outras atividades ilícitas, garantindo a responsabilização completa dos envolvidos.

Queimadas Zero

O MJSP, por meio da Polícia Rodoviária Federal (PRF), está conduzindo a Operação Queimadas Zero, que cobre as regiões do Amazonas, de Mato Grosso, de Mato Grosso do Sul, do Pará e de Rondônia.

A ação tem se concentrado em intensificar o patrulhamento e a fiscalização ao longo das rodovias federais para prevenir queimadas. Para apoiar o combate aos incêndios, foram mobilizados um avião para o Pantanal, em apoio ao Ibama, e dois helicópteros e um avião para a Amazônia.

A PRF também está monitorando atividades ilegais relacionadas ao desmatamento, com o objetivo de reduzir os incêndios. Relatórios diários são enviados pelo Centro de Comando e Controle Nacional para acompanhar as ações.

Fonte: Agência Gov | Via MJSP e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 24/2024/05:54:13

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Pará é nº 2 em rebanho bovino e municípios do estado seguem na liderança

(Foto:Reprodução) -São Félix do Xingu, campeão nacional, tem 37 bois e vacas no pasto para cada habitante, em média, e cinturão da Transamazônica entre Marabá e Novo Progresso é onde a pecuária mais se expande no Brasil. Já Canaã dos Carajás e Parauapebas veem efetivo cair nos últimos anos

O Pará tem três vezes mais bois no pasto que habitantes. Esta é a constatação a que se chega nesta quinta-feira (19) com a divulgação da Pesquisa Pecuária Municipal (PPM) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), segundo a qual o rebanho bovino do estado atingiu 25.040.621 cabeças e se consolidou como o 2º maior do Brasil. As informações foram levantadas pelo Blog do Zé Dudu.

De 2022 para 2023, o efetivo bovino paraense aumentou em 250 mil cabeças e nos últimos cinco anos o aumento foi de quase 4,1 milhões de cabeças. O rebanho é inferior apenas ao de Mato Grosso, que conta com 33.994.004 unidades, e supera Goiás (23.729.878 cabeças), Minas Gerais (22.498.415 cabeças) e Mato Grosso do Sul (18.891.916 cabeças), tradicionais produtores bovinos do Brasil.

No Pará, o município de São Félix do Xingu segue sendo, no estado e no Brasil, o detentor do maior rebanho, com 2.452.095 cabeças. Como São Félix possui apenas 66 mil habitantes, o rebanho é 37 vezes maior que a população local, uma das maiores densidades do país. Além disso, só o efetivo local é superior ao rebanho inteiro de dez unidades da federação — sim, São Félix do Xingu tem mais gado, por exemplo, que o rebanho inteiro do Amazonas, de 2.377.089 cabeças.

Outros destaques são os municípios de Marabá (5º do país, com 1.305.000 cabeças), Novo Repartimento (6º, com 1.275.779), Altamira (8º, com 1.079.168), Pacajá (12º, com 859.069), Novo Progresso (17º, com 764.993) e Itupiranga (19º, com 728.600). Esses seis municípios se localizam no cinturão pecuário da BR-230, a famosa Rodovia Transamazônica, que atualmente é a mais dinâmica do Brasil quando o assunto é boi no pasto. Não por acaso, a região desse traçado é uma das mais desmatadas da Amazônia.

Por outro lado, os rumos da pecuária na província mineral de Carajás vão em sentido oposto. Ainda sem tradição de gado forte, os municípios de Canaã dos Carajás e Parauapebas não se posicionam entre os principais medalhões da produção de gado nacional, embora exibam números expressivos: Canaã dos Carajás contabiliza rebanho de 228.000 bovinos, declínio de 15 mil exemplares nos últimos cinco anos, ao passo que Parauapebas registra efetivo de 130.530 cabeças, queda de quase 4 mil unidades nos últimos dois anos.
Outros rebanhos

O Pará também se destaca em outros rebanhos, com produção razoável de búfalos, porcos, cavalos e galináceos. No caso do efetivo de bubalinos, o estado é o maior produtor, com concentração sobretudo na Ilha do Marajó. Confira agora o número de cabeças de cada um dos rebanhos contabilizado pelo IBGE em 2023:

*Bovino — 25.040.621
*Bubalino — 683.604
*Equino — 527.421
*Suíno (total) — 706.812
*Suíno (matrizes) — 112.933
*Caprino — 66.252
*Ovino — 272.487
*Galináceos (total) — 29.435.059
*Galináceos (só galinhas) — 2.569.114
*Codornas — 3.170

Fonte:  ZeDudu e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 24/2024/05:54:13

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Novo Progresso entre as dez cidades que concentram 20% das queimadas que consomem o país

(Foto:Reprodução) – Nove das dez cidades estão localizadas na Amazônia, e sete fazem parte da lista dos municípios com mais desmatamento neste ano, mostram dados da Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura e do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).

Dez cidades das regiões Norte e Centro-Oeste concentram 20,5% das queimadas que afetam o Brasil em 2024.

Nove delas estão localizadas na Amazônia, e sete fazem parte da lista dos municípios com mais desmatamento neste ano, mostram dados da Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura e do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).

Com mais de 39 mil focos de incêndio registrados de janeiro a setembro, os principais municípios afetados pelo fogo são os seguintes:

*São Félix do Xingu (PA) – 6.474 focos
*Altamira (PA) – 5.250 focos
*Corumbá (MS) – 4.736 focos
*Novo Progresso (PA) – 4.598 focos
*Apuí (AM) – 4.308 focos
*Lábrea (AM) – 3.723 focos
*Itaituba (PA) – 2.973 focos
*Porto Velho (RO) – 2.710 focos
*Colniza (MT) – 2.277 focos
*Novo Aripuanã (AM) – 2.198 focos

    “Por mais que tenha ocorrido muito incêndio no Cerrado, quando percebemos os focos de calor, notamos que eles continuam muito concentrados na Amazônia”, diz Beto Mesquita, membro do Grupo Estratégico da Coalizão Brasil Clima.

Como mostrou o g1, o Cerrado registrou um aumento de 221% nas áreas queimadas em agosto de 2024, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (18) pelo Monitor do Fogo, uma iniciativa da rede MapBiomas, coordenada pelo Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam).

O número compara o mesmo período do ano passado. Somente neste último mês, foram queimados 1.239.324 hectares, mais que o dobro do tamanho do Distrito Federal, contra 386.404 hectares em agosto de 2023.

A vegetação de savanas é típica do bioma, composta por árvores, arbustos e gramíneas, e ocupa 41,7% de tudo o que queimou no Cerrado nos primeiros oito meses do ano.

No mesmo mês, os municípios com maior área queimada no bioma foram Barra do Garças (MT), com 102.328 ha, Nova Nazaré (MT), com 93.043 ha, e Lagoa da Confusão (TO), com 90.263 ha.

Fonte:Jornal Folha do Progresso com informações do G1PA  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 24/2024/05:54:13

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Via Brasil BR-163 cobra na Justiça evasão de pedágio na BR-163

Evasão é infração de trânsito passível de multa e impacta a prestação de serviço aos usuários

 A Via Brasil BR-163, concessionária responsável pela gestão do trecho entre Sinop (MT) e Miritituba (PA), está acionando na Justiça usuários evasores de pedágio. Mais de mil notificações foram enviadas para condutores infratores e cerca de 50 viraram ação de cobrança. Praças de pedágio são monitoradas por câmeras e a fiscalização é feita pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e demais autoridades de trânsito.

A oferta de serviços como socorro médico, socorro mecânico e obras de manutenção e conservação das pistas em uma rodovia pedagiada são custeadas pelas receitas previstas no contrato de concessão. A cobrança da tarifa é feita a todos os veículos que passam pelas praças, porém, uma parcela dos motoristas insiste em uma conduta infratora perigosa e que causa prejuízo a todos os usuários: a evasão de pedágio. Além de infringir a lei e receber uma multa, a conduta coloca em risco os usuários e operadores das praças, já que é comum esses motoristas passarem em velocidade superior à permitida nos pontos de cobrança, não respeitam a distância segura para os veículos da frente.

Para coibir essa prática irregular, a concessionária Via Brasil BR-163 está acionando a justiça para cobrar os evasores do trecho entre o Mato Grosso e o Pará. Desde dezembro de 2023 foram enviadas aproximadamente 1.200 notificações, primeiro passo antes do acionamento da Justiça. Nessa etapa, os infratores ainda podem regularizar os débitos diretamente com a concessionária. Caso não regularizem, a empresa aciona os devedores na justiça e, neste caso, já são cerca de 50 ações de cobrança judicializadas.

“As praças de Cláudia, Guarantã do Norte e Trairão são monitoradas 24h por dia por câmeras que reconhecem os caracteres da placa, horário da passagem e até mesmo os proprietários dos veículos. As informações são repassadas para a ANTT lavrar as multas. Um sistema da concessionária também armazena os dados da evasão para gerar as notificações de cobrança, que podem ser pagas antes de chegar na justiça” explica Ricardo Barra, diretor-presidente da empresa.

Serviço:

Para regularizar débitos, os motoristas podem fazer contato diretamente com o 0800 5000 163.

Formas de pagamento nos pedágios:

– Em dinheiro

– Cartão de débito

– Pagamento automático (tag). Os usuários podem usufruir de desconto de 5% na tarifa

– PIX

– Vale-pedágio (transportadoras)

Valores das tarifas de pedágio podem ser consultadas em https://www.viabrasilbr163.com.br/nossos-servicos/tarifas-de-pedagio

Fonte:  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 24/2024/05:54:13

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‘Eu não fiz nada de errado’, diz Gusttavo Lima após ter prisão preventiva decretada

(Foto:Reprodução/Instagram @gusttavolima) – O cantor está envolvido na mesma investigação que levou Deolane Bezerra e sua mãe, Solange Bezerra, à penitenciária.

Após a Justiça de Pernambuco decretar, nesta segunda-feira (23/09), a prisão preventiva do cantor Gusttavo Lima, o artista decidiu se pronunciar e afirmou estar em viagem a Miami, nos Estados Unidos. A informação foi publicada pelo colunista Leo Dias, que conversou com o cantor por telefone.

Durante a conversa, Gusttavo Lima declarou ser inocente e expressou confiança na revogação da prisão. “Eu não fiz nada de errado e nem tem nada contra mim. Essa prisão vai ser revogada, eu tenho fé em Deus”, disse o sertanejo.

A defesa do cantor emitiu uma nota oficial classificando a decisão judicial como “injusta” e “sem fundamentos legais”.

“A inocência do artista será devidamente demonstrada, pois acreditamos na Justiça brasileira. O cantor Gusttavo Lima jamais seria conivente com qualquer fato contrário ao ordenamento de nosso país, e não há qualquer envolvimento dele ou de suas empresas com o objeto da operação deflagrada pela polícia pernambucana”, disse a defesa em um trecho do pronunciamento.

Fonte: O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/2024/22:09:45

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Justiça manda soltar Deolane Bezerra e outros 16 investigados da operação de jogos ilegais

Solange Bezerra e Deolane Bezerra serão soltas após decisão da Justiça – (Foto:Reprodução/Instagram).

A influenciadora digital está encarcerada desde 10 de setembro, quando descumpriu medidas cautelares

Deolane Bezerra e sua mãe, Solange Bezerra, além de outros 15 investigados na Operação Integration, que apura esquema de lavagem de dinheiro por meio de jogos ilegais na internet, podem ser soltos a qualquer momento, após determinação do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), na noite desta segunda-feira (23/9). A advogada e influenciadora está presa desde 10 de setembro, quando teve a prisão domiciliar revogada após descumprir medidas cautelares.

A decisão foi publicada pelo desembargador Eduardo Guilliod Maranhão, relator do caso, que acatou um pedido de habeas corpus feito pela defesa de Darwin Filho, dono da Esportes da Sorte, estendendo o relaxamento da prisão aos demais detidos.

Mais cedo, o cantor Gusttavo Lima teve a prisão preventiva decretada pela Justiça por suspeita de participação no mesmo esquema. No entanto, a decisão não beneficia o sertanejo.

 

Fonte: O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/2024/22:09:45

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Gilmar Pereira vai comandar a UFPA pelos próximos quatro anos

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), nomeou nesta segunda-feira, 23, o professor Gilmar Pereira da Silva como novo reitor da Universidade Federal do Pará – (Foto:Reprodução).

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), nomeou nesta segunda-feira, 23, o professor Gilmar Pereira da Silva como novo reitor da Universidade Federal do Pará (UFPA). O início do mandato será a partir do dia 15 de outubro deste ano, dia do Professor, e ele vai comandar a instituição por quatro anos (2024-2028).

Ele venceu a consulta prévia à comunidade Universitária com ampla vantagem.

Venceram a consulta o professor Gilmar Pereira da Silva (Reitor) e a professora Loiane Prado Verbicaro (Vice-Reitora), com 62,6% dos votos válidos (9.340 ao todo), contabilizando 64,9% dos votos dos docentes (1.478 votos), 60,8% dos técnicos-administrativos (1.036) e 62,4% dos discentes (6.826).

A Consulta, realizada pelo sistema eletrônico SIG-Eleição (Sistema Integrado de Gestão da UFPA – Módulo Eleição), contou com grande participação da comunidade universitária. Ao todo, 15.032 eleitores registraram seu voto, sendo 78,3% dos docentes (2.301), 62,9% dos técnicos-administrativos (1.723) e 25,2% dos discentes (11.008) aptos a participar. Ao todo, foram 14.913 votos considerados válidos, 32 votos em branco e 87 nulos.

A Chapa 02 – “+UFPA: Autonomia, Excelência e Inclusão”, liderada pelo professor Gilmar Pereira da Silva e pela professora Loiane Prado Verbicaro foi a chapa com maior quantidade e percentual de votos válidos totais e ponderados pela fórmula prevista no artigo 23 da Resolução n. 866/2023 do CONSUN, que confere o peso paritário aos votos de docentes, técnicos-administrativos e discentes. Confira os quantitativos e percentuais de voto de cada chapa, em ordem decrescente de votos:

QUEM É O NOVO REITOR

Atual Vice-reitor da Universidade Federal do Pará, empossado em outubro de 2016 e reconduzido em outubro de 2020. É graduado em Pedagogia (1992) e Especialista em História da Amazônia pela Universidade Federal do Pará (1993), Mestre (2002) e Doutor (2005) em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

É Professor Titular da Universidade Federal do Pará, onde coordenou o Campus Universitário do Tocantins/Cametá-UFPA no período de 2006 a 2014. Foi Secretário Municipal de Educação no Município de Cametá-PA (2014-2016).

Fonte: Jornal Diário do Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/2024/17:39:17

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Fiscais da Sefa apreendem lancha irregular em Dom Eliseu | PA

Fiscalização da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa), realizada por servidores da Coordenação de controle de mercadorias em trânsito do Itinga, em Dom Eliseu, nordeste paraense, apreendeu, no último dia 22, lancha no valor de R$ 1.213.399,70, que era transportada com documento fiscal inidôneo.

“Veículo tipo prancha transportando uma lancha nova parou no posto fiscal e foi apresentado um manifesto eletrônico com origem em Minas Gerais e um Conhecimento de Transporte de origem em São Paulo, ou seja, com divergência de informações”, informou o coordenador da unidade, Gustavo Bozola.

O documento fiscal que foi apresentado dizia que a lancha tinha como origem a cidade de Macapá (Amapá) e valor total de R$ 1.213.399,70.

A verificação física da lancha confirmou se tratar de bem novo, do ano de 2024, o que foi confirmado na ficha de registro da embarcação. No final da apuração foi identificado que a lancha teve como origem a cidade de São Vicente (SP) destinada a uma pessoa física de Ananindeua (PA).

A nota fiscal foi desconsiderada e foi lavrado o Termo de Apreensão e Depósito (TAD) no valor de R$ 203.851,14, correspondente ao imposto e multa, que foi pago e a mercadoria liberada.

 

Fonte: Jornal Diário do Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/2024/17:39:17

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