Amazônia-Desmatamento agrava seca no sudeste

Falta d’água em cidades tem a ver com devastação desenfreada da Amazônia

Chuvas que recarregam reservatórios da região Sudeste são oriundas da Amazônia. Árvores são ‘toque final’ da máquina biológica que produz chuvas. fastest known shipping generic viagra? buy fluoxetine online no prescription , antabuse dallas! generic viagra american express.
O chão foi o destino de 20% das árvores da Floresta Amazônica original. Que isso vem acontecendo há anos, todos sabem. O que você provavelmente não sabe é que esse crime ambiental tem a ver com a falta d’água na maior cidade da América Latina. É que a Amazônia bombeia para a atmosfera a umidade que vai se transformar em chuva nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil. Quanto maior o desmatamento, menos umidade e, portanto, menos chuva. E sem chuva, os reservatórios ficam vazios e as torneiras, secas.

É guerra contra a cobiça. No coração da Amazônia, o exército formado pelo Ibama, pela Funai e pela Polícia Federal atinge mais um alvo. Garimpeiros presos, madeireiros multados, equipamentos destruídos. E a prova do crime apreendida. Esse é o front de um conflito que já dura pelo menos quatro décadas no Brasil. Desde que as primeiras estradas rasgaram a floresta para permitir a colonização. Caminhos que acabaram facilitando também o acesso de exploradores gananciosos e sem escrúpulos. Um crime ambiental que ainda está longe do fim.

Uma árvore que leva mais de 100 anos para crescer. E que em menos de um minuto, já pode estar derrubada. E o pior é que a madeira nem é aproveitada. Nesse tipo de desmatamento, o objetivo é simplesmente derrubar tudo, tocar fogo e transformar a área em pastagem para a criação de gado. Um crime ambiental que geralmente só é notado pelos fiscais tarde demais, quando a floresta já virou carvão.

Clareiras somam área maior que França e Alemanha juntas

“Isso aqui é roubo de terras da União. Grileiros furtam a terra da União, praticam o desmate multiponto, vários pontos embaixo da floresta, dificultando o satélite de enxergá-lo.”, explica Luciano de Menezes Evaristo, diretor de proteção ambiental do Ibama.

O que os olhos poderosos dos satélites não veem, a floresta, lamentavelmente, sente: 20% das árvores da Amazônia original já foram para o chão. Restaram imensas clareiras que somam uma área maior que a França e a Alemanha juntas.

O Fantástico acompanhou, com exclusividade, a maior operação contra grileiros na Amazônia neste ano. Em uma conversa gravada pela Polícia Federal com autorização da Justiça, um dos presos admite que o interesse dos criminosos é apenas nas terras.

“Como a floresta lá é muito bruta, os troncos são muito grossos, então o custo é muito grande. São árvores antigas, árvores velhas”, ele diz.

Consequências da devastação estão próximas de todos

Derrubadas e garimpos deixam uma cicatriz gigantesca na mata que pode parecer um problema exclusivo de árvores e bichos, distante da maioria das pessoas. Mas a ciência e as novas tecnologias comprovam que as consequências da devastação estão muito mais próximas de todos nós.

Nascentes que já não vertem mais água. Represas com menos de 10% de sua capacidade original de armazenagem. Uma delas, por exemplo, perto de Mogi das Cruzes, no interior de São Paulo, deveria ter em um ponto uma profundidade de pelo menos cinco metros. Está agonizando. Mas o que a falta de água nesta região do país tem a ver com a Amazônia que fica a mais de 2 mil quilômetros de distância? Tudo, absolutamente tudo, segundo cientistas que estudam as funções da floresta e as variações climáticas na América do Sul.

“Essas chuvas que ocorrem principalmente durante o verão, a umidade é oriunda da Amazônia. E essa chuva que fica vários dias é que recarrega os principais reservatórios da Região Sudeste.” explica Gilvan Sampaio, climatologista do Inpe.

Fantástico tem acesso exclusivo a relatório sobre futuro climático

O Fantástico teve acesso exclusivo ao relatório sobre o futuro climático da Amazônia que só vai ser divulgado oficialmente na Conferência Sobre o Clima em Lima, no Peru, no fim deste ano. O trabalho desenvolvido em parceria por cientistas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais e do Inpa, que investiga a Amazônia, reúne mais de 200 estudos e traça um minucioso roteiro das chuvas no continente sul-americano.

“Está mudando o clima. A gente vê isso acontecendo na Amazônia. Tem muitos trabalhos mostrando que a extensão da estação seca está se prolongando”, diz Antônio Nobre, pesquisador do Inpa.

De acordo com esse relatório, nos últimos 400 milhões de anos, a umidade que evapora dos oceanos é empurrada naturalmente pelos ventos para dentro dos continentes. Uma parte desse vapor vira chuva e cai, principalmente, sobre as grandes florestas na altura do Equador. O excesso de umidade segue empurrado pelos ventos, atravessa os continentes e acaba indo para o mar. Um ciclo que ao redor da Terra só tem uma exceção: a Amazônia.

Diferencial da Amazônia

O que torna a Amazônia diferente de todas as grandes florestas equatoriais do planeta é a Cordilheira dos Andes. Um imenso paredão, de 7 mil metros, que impede que as nuvens se percam no Pacífico. Elas esbarram na Cordilheira e desviam para o Sul.

“Esses ventos viram aqui e se contrapõem à tendência natural dessa região aqui de ser deserto. É uma região que produz 70% do PIB da América do Sul – região industrial, agrícola, onde está a maior parte da população da América do Sul”, explica Antônio Nobre, pesquisador do Inpa.

Mas de onde vem tanta água? Como funciona a fantástica máquina biológica que faz chover? Segundo os cientistas, o toque final cabe às árvores.

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Fincadas a até 20 ou 30 metros de profundidade, as raízes sugam a água da terra. Os troncos funcionam como tubos. E, pela transpiração, as folhas se encarregam de espalhar a umidade na atmosfera.

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Diariamente, cada árvore amazônica bombeia em média 500 litros de água.
A Amazônia inteira é responsável por levar 20 bilhões de toneladas de água por dia do solo até a atmosfera, 3 bilhões de toneladas a mais do que a vazão diária do Amazonas, o maior rio do mundo.

“Se você tivesse uma chaleira gigante ligada na tomada, você precisaria de eletricidade da Usina de Itaipu, que é a maior do mundo em potência, funcionando por 145 anos para evaporar um dia de água na Amazônia. Quantas Itaipus precisaria para fazer o mesmo trabalho que as árvores estão fazendo silenciosamente lá? 50 mil usinas Itaipu”, explica Antônio Nobre.

“Rio voadores” cruzam o Brasil

Esse imenso fluxo de água pelos ares é chamado de “rios voadores”. O Fantástico chamou a atenção para a importância desses rios já em 2007. Imagens feitas de um avião do projeto “rios voadores” revelam nuvens densas, carregadas de água, cruzando todo o Brasil.

Testes feitos em laboratório comprovaram: mais da metade da água das chuvas nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil e também na Bolívia, no Paraguai, na Argentina, no Uruguai e até no extremo sul do Chile vem da Amazônia.

Para os cientistas, uma prova irrefutável do papel dos Andes e da Floresta Amazônica no ecossistema do cone-sul é a inexistência de um deserto nessa região. Basta olhar o globo para constatar que na mesma latitude em volta do planeta tudo é deserto. Menos na América do Sul.

Os pesquisadores não têm dúvida: sem a Amazônia, os estados de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Rio Grande do Sul fatalmente seriam desertos também.

“Para quem está no Brasil, seja Porto Alegre ou Manaus ou São Paulo tem que saber que a água que consome em sua residência, uma parte dela vem da Amazônia e que por isso temos que preservar”, alerta Gilvan Sampaio.

Devastação bloqueia “rios voadores” em São Paulo

As imagens dos satélites que acompanham a movimentação das nuvens de chuva comprovam que a grande seca que assola as regiões Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, em parte, está relacionada aos desmatamentos. No estado de São Paulo, por exemplo, a devastação da Mata Atlântica permite a formação de uma massa de ar quente na atmosfera. Tão densa que chega a bloquear os “rios voadores”, já enfraquecidos por conta do desmatamento na Amazônia. Represados no céu, eles acabam desaguando no Acre e em Rondônia, onde, este ano, foram registradas as maiores enchentes da história.

MP e Receita Federal entram na luta contra o desmatamento

Na luta contra o desmatamento, o Ibama, a Funai e a Polícia Federal acabam de ganhar mais um aliado: o Ministério Público, que passou a juntar dados da Receita Federal para poder enquadrar as quadrilhas também por lavagem de dinheiro e sonegação fiscal, falcatruas que podem levar a mais de 10 anos de cadeia.

Pelas contas da Procuradoria da República no Pará, só a quadrilha presa na última operação desviou dos cofres públicos R$ 67 milhões em impostos. Um crime que mistura ganância e ignorância.

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Fantástico: Quando você mete a motoserra em uma árvore que levou 100 anos para chegar daquele tamanho, não dá dó?
Homem: Não tem como a gente ter dó das coisas. Ninguém tem dó da gente também, né? Tem que desmatar para viver, né?

“Eu não sei se tá errado, não. Pra mim, está certo porque eu estou trabalhando. Enquanto os vagabundos ficam soltos na cidade, a gente tem que trabalhar escondido. Aí é difícil”, diz uma mulher.

Reflorestar áreas desmatadas antes que seja tarde

Um comportamento que bate de frente com os interesses de quem depende da Amazônia para produzir alimentos de forma legal.

“É do interesse do próprio agricultor ou produtor de gado ou de quem está querendo produzir energia que a floresta seja mantida. Porque ela é o que garante que tenha água necessária para essas atividades econômicas poderem existir”, diz o engenheiro florestal Tasso Azevedo.

Os gráficos do Inpe revelam que os desmatamentos na Amazônia já caíram aos níveis mais baixos das últimas duas décadas, mas ainda que tivessem sido completamente zerados, os cientistas não estariam tranquilos. Eles alertam que é preciso também reflorestar as áreas desmatadas antes que seja tarde.

“Existe um fato simples: se você tira floresta, você tira fonte de umidade, muda o clima. E nós tiramos floresta. Isso foi o que a gente fez nos últimos 40 anos. O clima é um juiz que sabe contar árvores, que não esquece e não perdoa”, afirma Antônio Nomes.

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Aves da Amazônia estão migrando para o Pantanal

Tipos como a curica, a esmeralda-de-cauda-azul, o mutum-cavalo e o gavião-de-anta estão descendo o Rio Paraguai, mostra estudo

Pesquisa do Projeto Bichos do Pantanal indica que aves da Amazônia estão migrando para o Pantanal. A conclusão é do coordenador técnico, chefe de pesquisa e fotógrafo do projeto, Douglas Trent. Segundo ele, aves como a curica, a esmeralda-de-cauda-azul, o mutum-cavalo, a garça-da-mata, o gavião-de-anta, o araçari-miudinho-de-bico-riscado e o alegrinho-do-rio, até algum tempo avistadas somente na Amazônia, estão descendo o Rio Paraguai e indo para o Pantanal.

A notícia não é boa para o equilíbrio ecológico, uma vez que as espécies da Amazônia e as do Pantanal disputam os mesmos alimentos. E isso pode acarretar a redução ou a extinção de espécies.

O Projeto Bichos do Pantanal, patrocinado pela Petrobras por meio do Programa Petrobras Socioambiental, foi criado com o objetivo de mapear e analisar toda a fauna de Cáceres, na Bacia do Alto Pantanal, no estado do Mato Grosso.

A iniciativa também irá criar um inventário com documentação das populações e dos territórios dos animais estudados, incluindo peixes, ariranhas, lontras, aves e onças-pintadas; promover a educação ambiental; gerar emprego e renda relacionados ao turismo sustentável e fornecer subsídios para a criação de políticas públicas.

Fonte: Portal Brasil

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Baiano que nasceu com a cabeça virada para trás dá palestras motivacionais

Claudio nasceu com artrogripose congênita e foi desacreditado pelos médico

A anormalidade está nos olhos dos outros. Isso é uma convicção para Claudio Vieira de Oliveira, de 37 anos, que tem vasta experiência no assunto. O baiano de Monte Santo nasceu com uma anomalia física que quase arruinou sua vida, mas garante nunca ter sofrido preconceito ou discriminação. Um problema nas juntas, chamado artrogripose congênita, deixou seus braços e pernas deformados e sua cabeça virada para trás desde o nascimento, em 1976. Hoje, sua história de vida é a base para dar palestras motivacionais – em outubro, ele irá para os Estados Unidos contá-la em três cidades.

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Claudio nasceu com artrogripose congênita Claudio com seu ídolo, Zico

Seu primeiro desafio foi nascer. A cidade no interior do Bahia não tinha hospital e sua mãe não havia feito ultrassonografias durante a gravidez.

— Antes de eu nascer, ninguém sabia que eu ia ficar assim dessa forma. Eu nasci de parto normal, não foi num hospital, porque aqui não tinha. Foi com um médico, só que dentro de casa. Foi muito difícil — conta Claudio.

Sua anomalia impressionou os moradores de Monte Santo. Os médicos chegaram a aconselhar sua mãe, Maria José, a deixar de alimentá-lo para que morresse. Ela, contudo, conseguiu dar cabo de criar os seis filhos, sempre tratando Claudio da mesma forma que os demais.

— Eu já ouvi relatos de outras pessoas com necessidades especiais que viviam ou vivem diferentes das demais. Vivem num mundo fechado. A pessoa sente a discriminação, o preconceito. Eu fui diferente. Desde cedo fui motivado por muitas pessoas da minha família, principalmente minha mãe — lembra ele, que perdeu o pai com 1 ano de idade.

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O baiano pode precisar de ajuda para se locomover Claudio dá um autógrafo após uma palestra motivacional buy prednisone 10mg online non generic prednisone cheap Deltasone

Educação

Claudio foi alfabetizado em casa, com uma professora particular. Maria José temia que ele não conseguisse se adaptar ao ambiente escolar. A iniciativa de começar a escrever pegando o lápis com a boca foi dele.

Claudio dá um autógrafo após uma palestra motivacional

— Foi espontâneo, veio de mim. Eu deitei no chão com uma almofada, pus o lápis na boca e comecei a rabiscar sozinho. Hoje, consigo escrever normalmente. Com a boca — explica Claudio.

Ele chegou a estudar alguns anos em uma escola particular, pois sua mãe considerava a infraestrutura mais adequada, mas, diante das dificuldades financeiras, ele teve que largar a educação por um ano. Voltou a uma escola pública na 3ª série e ficou lá até concluir o ensino médio. Claudio ainda fez um curso técnico antes de mudar para Feira de Santana, onde cursou Contabilidade.

— Nessa época eu tive a ajuda de muitas pessoas. Consegui uma bolsa integral (da faculdade), consegui ajuda para o aluguel. Um vizinho foi me acompanhar e minha mãe me visitava a cada 15 dias para limpar a casa e preparar comida. Foi um esforço muito grande, mas tudo isso valeu a pena. Se fosse para fazer de novo, eu faria.

Acessibilidade

Claudio tenta tornar sua rotina o mais normal possível, mas costuma esbarrar nas dificuldades de acessibilidade. O baiano se deslocar para curtas distâncias de joelhos ou com um sapato especial, que vai da extremidade do joelho à ponta do pé. Para ir mais longe, ele precisa ser carregado por alguém.

— Eu já me acostumei. Às vezes, a gente imagina: ‘Será que estou incomodando?’. Mas nunca vi ninguém reclamar. Apesar disso, os anos vão passando e eu vou adquirindo peso. Com o passar do tempo, as pessoas não vão ter condições de me locomover. Infelizmente, eu não tenho transporte — lamenta.

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Apesar das dificuldades, Claudio passa a entrevista inteira sem se referir a si mesmo como “deficiente”.

— Para ser sincero, eu nem percebo quem eu sou. Eu nunca percebi se eu sou uma pessoa portadora de necessidades especiais, deficiente, sei lá. Muita gente me pergunta qual o segredo para isso. Bom, para mim, o segredo é o próprio meio. Se o meio lhe olhar assim (como deficiente), é assim que você se vê. Eu tenho muita popularidade aqui na minha cidade, me comunico bem, nunca fico sozinho. Talvez o segredo seja esse, a compreensão de cada um — explica.

A vida de Claudio fez sucesso na imprensa internacional nesta segunda-feira. Portais como Daily Mirror, Daily Mail e Metro publicaram sua história de superação.

Fonte: Extra

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Suspeito de matar empresária é morto a tiros

Rômulo Pimentel “Cara de Porco” foi assassinado após reagir contra investida da Polícia

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Rômulo Pimentel, mais conhecido por Cara de Porco

Morreu a tiros após reagir contra investida da Polícia, na tarde desta segunda-feira (1º), o assaltante Rômulo Carlos Loureiro Pimentel, também conhecido como “Cara de Porco”, principal suspeito de matar a tiros a empresária Márcia Arruda e balear o marido, Alberto Arruda. O caso ocorreu no município de Santo Antônio do Tauá.
Outras três pessoas foram presas durante a ação da Polícia, após identificarem o paradeiro dos suspeitos do crime, que ocorreu na última segunda-feira (25). Ao chegar no esconderijo, o bando resistiu à prisão e iniciou troca de tiros com os policiais.
Rômulo Pimentel ainda foi levado ao hospital do município, porém, não resistiu aos ferimentos e morreu. O corpo foi removido pelo Instituto Médico Legal (IML) para perícia.

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Márcia Arruda foi morta e seu esposo Alberto Arruda foi baleado

 

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MPF/MA consegue condenação de ex-prefeito de Pindaré-Mirim

Pedro Almeida foi condenado por improbidade administrativa por não prestar contas da aplicação de recursos do FNDE

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O Ministério Público Federal no Maranhão (MPF/MA) conseguiu, na Justiça Federal, a condenação do ex-prefeito de Pindaré-Mirim, Pedro Almeida, por atos de improbidade administrativa. O ex-gestor deixou de prestar contas de recursos provenientes do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), repassados ao município no ano de 1999.

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A omissão do ex-gestor em prestar contas foi confirmada pelo Tribunal de Contas da União (TCU), em tomada de contas especial realizada pelo tribunal, que condenou o ex-prefeito ao pagamento da quantia repassada adicionada de multa.

Para a 5ª Vara da Justiça Federal, que proferiu a sentença, ficou constatada a má-fé de Pedro Almeida ao não prestar contas dos recursos recebidos.

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O ex-prefeito foi condenado por improbidade administrativa e teve seus direitos políticos suspensos pelo prazo de três anos, além de ser proibido de contratar com o poder público ou receber benefícios ou incentivos pelo prazo de três anos.

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Fonte: MPF – Ministério Público Federal

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Alter do Chão espera mais de 100 mil pessoas para o Çairé

A vila de Alter do Chão, que tem pouco mais de seis mil habitantes, fica a cerca de 40 quilômetros de Santarém

Tanto do lado do esperançoso verde do boto Tucuxi, quanto do charmoso boto Cor de Rosa, o que se vê – a pouco mais de dez dias do evento – é muito trabalho nos galpões entregues este ano, especialmente, para facilitar a produção das alegorias, fantasias, ensaios e oficinas das duas associações folclóricas da Vila de Alter do Chão, em Santarém, oeste do Estado, que promovem, anualmente, o centenário Festival do Çairé. Programada para o período de 11 a 15 de setembro, a edição deste ano já tem programação definida, apresentada em uma reunião ocorrida na última sexta-feira (29), no Teatro Vitória, com a presença da coordenação e diretores dos blocos.

Estruturados com refeitório, cozinha, banheiros, portões de ferro e cobertura metálica, os galpões, que ficam no bairro Nova União, têm cinco mil metros quadrados de área total, sendo 1,7 mil metros quadrados de espaço coberto para cada agremiação. Por lá, aos poucos, répteis e insetos gigantes ganham vida nas mãos de ferreiros, pintores e artesãos, supervisionados por artistas parintinenses, do vizinho Amazonas, convocados para criar o que o público vai apreciar no espetáculo deste ano.

Participando da festa mais uma vez, Artur Góes, 25 anos, garante que o boto Tucuxi, campeão de 2013, já está quase pronto, e que o momento é de finalização. “Somos quase 20 pessoas dando os retoques finais. Estamos apostando em alegorias grandiosas, até três vezes maiores que as apresentadas no ano passado. Quem vier assistir à disputa, este ano, vai acompanhar um espetáculo tão visualmente belo quanto o Festival de Parintins”, assegura.

Para tentar manter segredo do que está sendo produzido para garantir a vitória, o galpão do boto Cor de Rosa, que fica colado ao do Tucuxí, ganhou uma gigantesca lona preta. Segundo o artista Neto Barbosa, 22 anos, que estreia na festa este ano, a agremiação usou material de primeira qualidade para criar alegorias e adereços, inspirados no carnaval do Rio de Janeiro. “Trouxemos inovações nos acabamentos das peças e vamos levar ao Çairódromo esculturas com bastante movimento. Nossa expectativa é a melhor de todas”, comenta.

E trabalho é o que não falta, dentro e fora dos galpões. Ali próximo, o Çairódromo, arena onde ocorrem as disputadas entre os botos, também já está sendo preparado. Este ano, as atrações do festival são Pinduca, Solteirões do Forró, Psirico e Chiclete com Banana.

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Movimentação – Alter do Chão é uma vila balneária localizada a cerca de 40 quilômetros de Santarém, com seis mil habitantes. Durante os dias do Festival Folclórico do Çairé, a localidade chega a receber mais de 100 mil visitantes. De olho nessa movimentação, que ajuda a aquecer setores como o comércio, rede hoteleira, turismo e serviços em geral, muitos moradores se preparam para ganhar um dinheirinho a mais.

Dono de um restaurante que fica de frente para a praia conhecida como “Caribe amazônico”, Benedito Castelo trocou lâmpadas, fez reparos na tubulação e melhorou a estrutura dos banheiros. Ele espera lucrar mais que no ano passado. “Nossa expectativa é que as vendas sempre melhorem de um ano para o outro. Durante o Çairé, a demanda é grande. A gente chega a vender até 60% a mais”, estima.

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Dono de uma barraca de artigos artesanais próxima ao trapiche, Manoel Ferreira da Silva, 60 anos, também está de olho no movimento de visitantes, que, segundo ele, já aumentou significativamente na cidade. “Quando se aproxima o mês de setembro, as vendas melhoram por aqui, porque é o período da alta temporada do verão que, junto com o Çairé, traz muita gente para a cidade. Já estamos nos organizando para receber bem essas pessoas. Afinal, o atendimento bem feito é fundamental para a gente se tornar referência”, destaca.

Dividem a mesma expectativa os catraieiros, condutores de pequenas embarcações que fazem a travessia para a extensa faixa de praia que surge no auge do verão, banhada pelas águas doces e de um azul incomparável do Rio Tapajós. Aos 23 anos, o barqueiro Sérgio Sardinha, do município de Itaituba, garante que o movimento melhora bastante nessa época do ano. “Nos dias do Çairé chego a lucrar até 60% a mais do que em uma semana normal”, informa.

O mês de setembro é a melhor época para visitar a localidade. É quando o nível das águas do Tapajós diminui e formam-se grandes bancos de areia, revelando belas praias, como Pindobal, Ponta de Pedras, Maracanã e Ponta do Cururu. A temperatura em setembro também fica mais amena. Garçom de uma das barracas que ainda continuam submersas aguardando a vazante do rio, Antônio Sardinha, que trabalha no local há 19 anos, tem esperanças de poder trabalhar e ganhar um dinheirinho extra durante o Çairé. “Isso aqui fica lotado de gente. Se der uma boa seca, todos ganham! Tanto os donos das barracas quanto a gente que serve”, diz.

Encantos – Na temporada do verão, o visitante pode saborear uma das muitas espécies de peixe da região a R$ 15, a porção individual. Apaixonada pela praia, a mato-grossense Marília Bavaresco volta sempre que pode a Alter do Chão. Só este ano, já esteve três vezes por lá. “Falo para todo mundo desse lugar. Há dois anos que venho direto para cá, porque acho essa uma praia linda e muito tranquila”, frisa. De tanto falar, a dona de casa convenceu a amiga Honorina Sartonelli, de Santa Catarina, a conhecer Alter do Chão. “Vou ficar dez dias por aqui e vou levar para casa grandes recordações. Todos deveriam conhecer esse lugar, simplesmente, maravilhoso. Eu não conhecia praia de água doce e estou encantada”, confessa.

Para quem pensa em procurar hospedagem em Alter do Chão às vésperas da festa do Çairé, um alerta: os três grandes hotéis da vila e as principais pousadas já estão lotados há mais de um mês. No Mirante da Ilha, com vista privilegiada para a praia, a recepcionista Eliane Coelho comemora o grande número de hóspedes para o festival. “Tem gente que faz reserva de um ano para o outro. Gente que volta sempre e sai daqui muito satisfeita”, conta.

E se o volume de gente aumenta, a segurança precisa ser reforçada. Para este ano, o reforço policial, com base na Unidade Integrada Pro Paz (UIPP), inaugurada em fevereiro deste ano, deve chegar a 800 homens, além dos policiais civis e bombeiros.

Serviço: Alter do Chão é um dos distritos administrativos do município de Santarém, no oeste do Pará, localizado na margem direita do Rio Tapajós, distante da sede cerca de 40 quilômetros pela rodovia Everaldo Martins.

Por: Agência Pará

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Francisco Falcão toma posse na presidência do STJ

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O ministro Francisco Falcão foi empossado hoje (1º) no cargo de presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ). O mandato à frente do tribunal será de dois anos. Falcão ocupará a vaga de Félix Fischer, cujo mandato chegou ao fim. A vice-presidência da corte será exercida pela ministra Laurita Vaz.  A cerimônia foi acompanhada pelo ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo; os presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), além de governadores e membros do Judiciário.
Posse do novo presidente do STJ, Francisco Falcão. Participam Rodrigo Janot (PGR); Henrique Eduardo Alves (Câmara); José Eduardo Cardozo (MJ); Renan Calheiros (Senado) e Lewandowski (STF) (José Cruz/Agência Brasil)

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Francisco Falcão (centro) toma posse como presidente do STJ e defende celeridade da JustiçaJosé Cruz/Agência Brasil

Em seu discurso de posse, o novo presidente defendeu a celeridade da Justiça, mas disse que a solução para o problema não pode partir somente do Judiciário. “Celeridade é a palavra que todos cobram do Judiciário – tanto a sociedade, como, nós próprios, os magistrados. Mas, convém deixar bem claro que a responsabilidade pela morosidade e as formas para superá-la não devem ficar à conta exclusiva deste Poder. Não podemos esquecer que as imprescindíveis reformas legislativas e os meios viabilizadores dependem da direta colaboração de outros parceiros de jornada democrática, o Legislativo e o Executivo. Estamos à espera da chegada dos novos Códigos de Processo Civil e de Processo Penal que trazem mudanças e inovações que certamente contribuirão para uma mais rápida e eficaz tramitação dos processos”, diz.

Francisco Falcão nasceu no Recife e tem 62 anos. Formou-se em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco, em 1975. Ele foi empossado no cargo de ministro do STJ em 1999, indicado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

Falcão também atuou como corregedor nacional de Justiça, durante o mandato do ex-presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) Joaquim Barbosa. Nos últimos dois anos, período em que esteve no cargo, o ex-corregedor determinou a abertura de 25 processos disciplinares contra juízes e determinou o afastamento de 16 deles do cargo.

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André Richter – Repórter da Agência Brasil Edição: Fábio Massallia

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Alemanha cobra investimentos em infraestrutura do Brasil

Comitiva catarinense participa de evento em Hamburgo, que encerra terça

Empresários e autoridades catarinenses integram a delegação brasileira que está presente no Encontro Econômico Brasil-Alemanha (EEBA), em Hamburgo, na Alemanha. Nesta segunda-feira (1º), eles participaram de debates de um dos temas mais importantes da edição atual do evento: a infraestrura dos dois países. O Centro de Convenções de Hamburgo recebeu centenas de empresários e representantes dos setores ligados à indústria para falar de logística e mobilidade como fatores principais para garantir a competitividade de ambas as nações e formas de aumentar as parcerias elas.

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A infraestrutura é um dos principais pontos de avanço para o Brasil, na visão dos empresários e governantes alemães. Segundo a Confederação Nacional Indústria (CNI) e sua congênere alemã, a Federação das Indústrias Alemãs (BDI), apenas com um setor logístico mais bem integrado e ágil será possível aumentar o comércio bilateral. Atualmente, a Alemanha é o quarto principal parceiro comercial do Brasil. Nos últimos cinco anos, as exportações brasileiras cresceram 6,1%, enquanto as importações aumentaram 53,8%.

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A comitiva reunida na Alemanha acredita que para a relação comercial ficar mais igualitária é preciso que o Brasil também tenha condições de agregar valor aos produtos. Condição que que passa principalmente pelo custo de produção e transporte. Em Hamburgo, onde o encontro é realizado, está um grande exemplo de como o sistema logístico pode funcionar. A cidade tem o maior porto de contêineres da Alemanha. Os produtos chegam de trem e não precisam esperar para descarregar.

A delegação brasileira reconhece a necessidade das melhorias para transporte de cargas no Brasil e cobra investimentos em ferrovias e rodovias pra agilizar o processo. O vice-presidente da CNI, Paulo Tigre, estima que, para o Brasil começar a crescer consideravelmente, os investimentos em infraestrutura deveriam ir dos atuais 17% do Produto Interno Bruto (PIB) para até 24%.

O Encontro-Econômico Brasil-Alemanha é realizado desde 1982, alternando as edições entre os dois país. Ao final de cada evento, a CNI e a BDI elaboram um relatório que será encaminhado aos governos dos dois países para apresentar as principais discussões e sugestões.

Encontro Brasil-Alemanha 2014

Entre o último domingo (31) e esta terã-feira (2), Hamburgo, na Alemanha, sedia o Encontro Econômico Brasil-Alemanha 2014, que tem como objetivo debater a cooperação dos dois países neste setor. As comitivas de empresários e autoridades de ambas as nações somam cerca de mil pessoas.

Um grupo de catarinenses integra a representação do Brasil no evento. O encontro anual ocorre uma vez no Brasil e outra na Alemanha. A próxima edição, 2015, será em Joinville.

As primeiras reuniões do evento foram restritas, neste domingo. Elas tiveram a participação apenas de parte das delegações. Entre os catarinenses, fizeram parte das negociações, representantes da Fiesc e da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha (AHK), que tem sede em Blumenau. Outras instituições, como a Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), a CNI e sua equivalente alemã, a Federação das Indústrias Alemãs (BDI), também acompanharam as discussões.

No final do evento, uma comissão formada pela CNI e BDI vai registrar todos os temas e sugestões debatidos para apontar ações para os governos brasileiro e alemão.

Próxima sede – Nesta segunda-feira (1º), Joinville foi apresentada como a sede do evento em 2015. A definição da cidade para receber o Encontro Econômico Brasil-Alemanha 2015 foi feita pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Ela escolheu o município catarinense devido sua importância empresarial e pelas tradições germânicas herdadas pelos moradores.

Por: G1

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Simão Jatene lidera no Instituto Sensus, com 37,9%

Pesquisa também aponta vitória do tucano em caso de 2º turno contra Helder

A Pesquisa Instituto Sensus, encomendada pelo Jornal O LIBERAL, aponta que se as eleições para o governo do Pará fossem hoje, Simão Jatene (PSDB) venceria o primeiro turno com 37,9% das intenções de voto, na estimulada. Helder Barbalho (PMDB) ficaria em segundo lugar, com 36,9% dos votos.

Na sequência aparecem os nomes de Zé Carlos do PV, com 1,1%; Marco Carrera (PSOL), com 1%; Marco Antônio (PCB), com 0,9%; e Elton Braga (PRTB), com 0,6%. Os indecisos somam 15,3% e os que responderam votar em branco ou nulo chegam a 6,3%.

A sondagem ainda revela que Simão Jatene seria reeleito governador do Pará na simulação do segundo turno, com 40,5% das menções de voto. Helder Barbalho ficaria em segundo lugar, com 38,8% das intenções. O percentual dos que ainda não decidiram o seu voto é de 13,7%, enquanto os que vão votar branco ou nulo é de 7%.

O levantamento ainda traz a avaliação da administração do governador Simão Jatene. Para 45% dos eleitores, o governo é avaliado como bom/ótimo; outros 23,9% disseram ser regular; enquanto 28,5% respondeu ser ruim/péssimo. Não sabem ou preferiram não responder somam 2,4% dos entrevistados.

A pesquisa foi realizada entre os dias 24 e 27 de agosto, com 1.000 eleitores, e está registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE-PA) sob o número PA-00006/2014. A margem de erro é de 3,1% para mais ou para menos.

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Presidência

Na pesquisa de intenções de voto Sensus estimulada para presidente da República, a candidata Dilma Rousseff (PT) aparece na frente, com 43,3%, seguida de Marina Silva (PSB), com 21,2%; e Aécio Neves (PSDB), 12,4%. O Pastor Everaldo tem 3%, enquanto Eudardo Jorge, Luciana Genro, Eymael, Levy Fidelix, Mauro Iasi e Zé Maria ficam abaixo de 1%. O total de indecisos, que não souberam ou não responderam, é de 15,4%, enquanto 3,9% dos entrevistados disseram que votariam em branco ou nulo. A rejeição de Marina Silva (que não votariam nela de jeito nenhum) é de 25,9%, enquanto que a da presidente Dilma Rousseff fica em 30,1%.

No cenário para o segundo turno, entre Dilma Rousseff e Aécio Neves, Dilma teria 55,4% dos votos e Aécio, 28,6%; entre Dilma Rousseff e Marina Silva, o resultado seria 47,7% para Dilma e 40,2% para Marina; e no terceiro cenário, entre Marina Silva e Aécio Neves, a votação seria 49,6% para Marina e 24,1% para Aécio.

Senado

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Na pesquisa para senador (estimulada), Paulo Rocha (PT-PMDB) aparece em primeiro lugar, com 14,9% das intenções de voto, seguido por Mário Couto, com 11,5%; e Jefferson Lima, com 10,8%. Duciomar Costa aparece com 7,9% das intenções de voto, enquanto Helenilson Pontes tem 2,1%. Do total de entrevistados, 8,2% disseram que vorariam em branco ou nulo e 38,4% não sabem ou não responderam.

Candidato tucano avança e chega a 40% das intenções de voto, diz Ibope

A segunda pesquisa de intenção de voto para o governo do Pará realizada pelo Ibope, em parceria com a TV Liberal, aponta os candidatos Simão Jatene (PSDB) e Helder Barbalho (PMDB) numericamente empatados com 40%, cada um. Em relação à primeira pesquisa do instituto no Estado, Jatene oscilou positivamente três pontos percentuais e Barbalho, dois.

Os demais candidatos – Marco Antonio (PCB), Zé Carlos (PV), Marco Carrera (PSOL) e Elton Braga (PRTB) – têm até 2% das menções, cada. O percentual de indecisos segue com a mesma margem da última sondagem (9%), assim como os eleitores com a intenção de votar em branco ou nulo (5%). Essa situação de empate entre os dois primeiros candidatos levaria, hoje, as eleições para o segundo turno.

O levantamento também indica situação de empate na pergunta espontânea, quando não há a apresentação do nome dos candidatos. Jatene e Helder aparecem com 19% das intenções de voto, cada um. Na pesquisa anterior, o tucano aparecia com 24% e o peemedebista com 22% das citações. Todos os demais candidatos são mencionados por apenas 1% dos entrevistados – um ponto percentual abaixo do índice anterior. Já a parcela de eleitores que não opina quanto à intenção de voto para governador aumentou de 43% para 55%, enquanto os que disseram votar em branco ou nulo passou de 9% para 6%.

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A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa foi realizada entre os dias 24 e 27 de agosto, com 812 eleitores de 43 municípios, e está registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE-PA) sob o número PA-00008/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral sob protocolo BR-00459/2014. O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro.

Senado

O candidato ao Senado Paulo Rocha (PT) aparece com 23% das intenções de voto, sete pontos percentuais a mais do que obteve na primeira medição, seguido de perto por Mário Couto (PSDB), que é mencionado por 17%, e Jefferson Lima (PP), com 13%; ambos se mantêm no mesmo patamar observado anteriormente. Duciomar Costa (PTB) tem 7%, sete pontos percentuais a menos do que obteve na primeira medição feita no Estado.

Os demais candidatos – Helenilson Pontes (PSD), Angela Azevedo (PSTU), Professor Simão (PV), Enfermeira Marcela Tolentino (SD), Renato Rolim (PCB), Pedrinho Maia (PSOL) e Eliezer Barros (PRTB) – têm até 4% das intenções de voto, cada, e permanecem no mesmo patamar. Eleitores paraenses que têm a intenção de votar em branco ou nulo são 8% e aqueles que não sabem ou não responderam somam 21%.

Na pergunta espontânea, eleitores indecisos quanto ao voto para Senador aumentaram de 54% para 79% na atual medição. O candidato Paulo Rocha tem 4% das intenções de voto, quatro pontos percentuais a menos do que o observado na primeira pesquisa. Jefferson Lima e Mario Couto são mencionados por 3% cada um, tendo uma queda de quatro e cinco pontos percentuais, respectivamente. A intenção de votar em branco ou anular o voto varia de 10% para 7%.

No entanto, apesar de constar na pesquisa, o candidato do PT está concorrendo sub judice, ou seja, a candidatura ainda está sendo avaliada e pode ser impugnada no julgamento final, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O candidato vai aparecer nas urnas no dia das eleições, e a população poderá votar nele. Os votos também serão contabilizados. No entanto, o resultado do político com candidatura indeferida com recurso não será divulgado.
Desempenho
No Pará, a candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT), tem 46% das intenções de voto, ao passo que Marina Silva (PSB) é mencionada por 29% dos entrevistados e Aécio Neves (PSDB), por 9%. Os demais candidatos – Pastor Everaldo (PSC), Luciana Genro (PSOL), Zé Maria (PSTU), Eduardo Jorge (PV), Eymael (PSDC), Levy Fidelix (PRTB) e Rui Costa Pimenta (PCO) – têm até 2% das menções, cada um. Eleitores paraenses que têm intenção de votar branco ou nulo são 3% e aqueles que preferem não opinar totalizam 8%.

Espontaneamente, a candidata petista é mencionada por 34% dos entrevistados, enquanto Marina Silva tem 19% das intenções de voto e o candidato do PSDB, 7%. Eleitores com a intenção de votar branco ou nulo são 4% e pouco mais de um terço (34%) prefere não opinar.

A administração do governador Simão Jatene é avaliada como regular por 46% dos entrevistados, como positiva (ótima/boa) por 29% e como ruim/péssima por 22% (queda de seis pontos percentuais em relação à pesquisa anterior no Estado). A forma como o governador vem administrando o Pará é aprovada por 52% e desaprovada por 42% (cinco pontos percentuais).

Por: O Liberal

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Dilma e Marina polarizam segundo debate na TV

Aécio também trocou acusações com presidente e criticou economia

Por: G1

O segundo debate entre presidenciáveis da campanha eleitoral deste ano provocou nesta segunda-feira (1) o confronto entre as duas candidatas que aparecem empatadas em primeiro lugar – ambas com 34% – na disputa pela Presidência da República, segundo a mais recente pesquisa Datafolha. Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PSB) deram preferência uma à outra nas oportunidades que tiveram para formular perguntas e foram priorizadas nas perguntas formuladas pelos jornalistas.

Organizado por SBT, “Folha de S.Paulo”, Jovem Pan e UOL e mediado pelo jornalista Carlos Nascimento, o debate reuniu sete candidatos: Dilma Rousseff (PT), Marina Silva (PSB), Aécio Neves (PSDB), Pastor Everaldo (PSC), Luciana Genro (PSOL), Eduardo Jorge (PV) e Levy Fidelix (PRTB) – veja a cobertura em tempo real.

O candidato do PSDB, Aécio Neves, terceiro colocado na pesquisa Datafolha, com 15%, trocou acusações com Dilma e concentrou as críticas ao governo na áreas da economia e da segurança pública. Ao final do debate, Aécio afirmou que a polarização entre as duas adversárias foi uma estratégia de Dilma. “No momento em que você fica atrás no sorteio do debate, você acaba entrando um pouco atrasado em alguns dos temas”, afirmou. Ele disse que não fez perguntas para Marina em razão das regras do debate. “Quando iria fazer as perguntas, ela já havia sido perguntada duas vezes”, declarou.

Dilma e Marina

No primeiro bloco, de questionamentos entre os próprios candidatos, Dilma foi a primeira a ter o direito de formular pergunta e escolheu Marina para responder. Ela disse que as “promessas” que a adversária fez durante a campanha custarão pelo R$ 140 bilhões e quis saber de onde sairá o dinheiro.

Marina respondeu dizendo que não são promessas, mas compromissos. “Geralmente, quando é para subsidiar o juro do bancos, as pessoas, como dizia Eduardo Campos, não ficam preocupadas em saber de onde veio o dinheiro. Mas quando se trata de dizer que se vai tirar 10% para a educação, para que nossos jovens tenham igualdade de oportunidades,  quando se diz que vai ter o passe livre, para que eles possam ter acesso a escola, ao divertimento, aí vem essa pergunta”, reagiu a candidata do PSB.

No segundo bloco do programa, Marina foi questionada por um dos jornalistas se o fato de não divulgar as empresas que lhe pagaram R$ 1,6 milhão nos últimos três anos por palestras não contradiz a “nova política” que tem pregado. A escolhida para comentar foi Dilma.

Ao responder, Marina disse não ser contrária à revelação, mas que está impedida de fazer isso por exigência contratual das empresas e que, se estas concordarem em revelar, não fará objeção. “Vivo honestamente daquilo que faço, todo mundo sabe que dou palestras para poder levar a mensagem do desenvolvimento sustentável em todo o Brasil”, disse.

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Ao comentar a resposta, Dilma disse que, quando se assume um cargo público, “a transparência é uma necessidade”. A presidente em seguida passou a falar sobre a “governabilidade” e em favor da negociação na política.

Marina rebateu dizendo que os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva também poderiam divulgar quanto ganham com palestras. “Eu busco a transparência e acho que essa transparência deveria estar também para os R$ 500 bilhões que foram destinados ao BNDES sem que estivessem no Orçamento público. Isso sim diz respeito à vida dos brasileiros”, afirmou a candidata do PSB.

Depois, Dilma e Marina intensificaram as críticas uma à outra. Questionada sobre a economia em recessão e a insatisfação da população, Dilma defendeu sua gestão argumentando que os governos petistas tiraram 36 milhões de pessoas da pobreza e elevaram 42 milhões à classe média, disse que recessão é “momentânea”, causada pela crise internacional, menos dias úteis no ano e pela seca.

Ao comentar, Marina disse que Dilma não consegue reconhecer seus erros. “Ela se elegeu dizendo que ia controlar a inflação, manter o país em crescimento e ia fazer com que os juros baixassem. Hoje nós temos inflação alta, temos baixo crescimento e nós temos uma situação de juros altos. E a população paga um preço muito alto pela péssima qualidade do serviços que estão prestados”, disse a candidata do PSB, lembrando das manifestações de junho de 2013.

Na réplica, Dilma disse que a autonomia do Banco Central, proposta por Marina, “só levará a maior dificuldade na regulação do mercado financeiro, o que aliás, foi um dos pontos centrais quando houve a crise no mercado internacional”. Dilma atacou os “pessimistas de plantão”, lembrando o êxito na organização da Copa. “O pessimismo é uma péssima forma de avançar, porque você começa desistindo”, afirmou.

Outra discussão entre Marina e Dilma foi sobre o petróleo. A petista perguntou à adversária se ela tinha desprezo pelo pré-sal. Marina negou, dizendo que trata-se de uma riqueza necessária para investir na educação.

“Nós estamos reafirmando a necessidade de continuar explorando essa fonte de energia. No entanto, nós não podemos ter uma visão de ficar apenas onde a bola está. Nós temos que ir para onde a bola vai estar”, disse Marina, citando o potencial de geração de energia com biomassa, fontes eólica e solar, “negligenciadas”, segundo ela, no governo Dilma.

“O maior perigo para o pré-sal é o que foi feito com a Petrobras, uma empresa que perdeu o seu valor e que foi usada politicamente para poder dar conta dos índices de crescimento que não aconteceram e para reduzir o risco da inflação de forma inadequada”, completou.

Em resposta, Dilma rebateu dizendo que o Brasil investe em energia eólica e que “o petróleo não pode ser demonizado como a senhora fala”.

Aécio

O candidato do PSDB, Aécio Neves, se confrontou pela primeira vez com Dilma ao responder a uma das perguntas de jornalistas, sobre escândalos de corrupção que envolveram o PSDB. Ele foi questionado se o partido não era tolerante com a corrupção – Dilma foi escolhida para comentar.

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O tucano disse que a “marca” do partido é a “austeridade”. “Nós jamais transformamos, e jamais transformaremos, eventuais filiados ao partido que tenham cometido qualquer crime em heróis nacionais”, afirmou, em referência à defesa que o PT fez de filiados ao partido condenados à prisão pelo Supremo Tribunal Federal.

Dilma afirmou que, no governo dela, a corrupção “jamais foi varrida para debaixo do tapete” e disse que respeitou a autonomia da Procuradoria Geral da República ao indicar o primeiro da lista enviada a ela por procuradores para a escolha do procurador-geral. Ela usou esse argumento para criticar o governo Fernando Henrique Cardoso, no qual, segundo afirmou, havia um “engavetador-geral da República”.

Aécio refutou, dizendo que um ex-diretor da principal empresa pública do país, a Petrobras, está preso e que o governo tenta manipular as informações para impedir as investigações de forma adequada.

O candidato do PSDB também questionou Dilma sobre o baixo investimento em segurança pública. Ele disse que, do conjunto de investimentos em segurança pública, somente 13% foram feitos com recursos da União.

Dilma afirmou que o governo federal deu apoio financeiro de R$ 141 milhões para Minas Gerais criar vagas em presídios e mencionou parceria com o governo de Minas em todas as grandes obras de mobilidade urbana do estado, como o metrô de Belo Horizonte.

Aécio afirmou que as propostas de Dilma são as mesmas de quatro anos atrás. Segundo ele, em Belo Horizonte, “ganha um prêmio quem andar em um palmo de metrô construído pelo governo do PT nos últimos 12 anos”.

Veja abaixo frases dos presidenciáveis durante o debate:

Por: G1

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Levy Fidelix - debate - 2 (Foto: Reprodução)Levy Fidelix – debate – 2 (Foto: Reprodução)

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