Pará tem o terceiro maior rebanho de bovídeos do Brasil

Com exatas 20.893.720 cabeças de bovídeos, o Pará ultrapassa Goiás e alcança a terceira posição entre os rebanhos dos Estados brasileiros

O Pará assume a terceira colocação no ranking nacional dos rebanhos de bovídeos –bois e bubalinos –, com 20.893.720 cabeças, ficando atrás apenas dos Estados de Minas Gerais e Mato Grosso, que têm 23 milhões e 27 milhões, respectivamente. O Estado de Goiás, com 20.884.236 cabeças, caiu no ranking para o quarto lugar.

Os dados foram confirmados com base na contagem dos animais das campanhas de vacinação contra febre aftosa feitas no primeiro semestre de 2014, com o acompanhamento da Gerência do Programa Estadual de Erradicação da Febre Aftosa, da Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará). Quanto à produção apenas de búfalos, o Pará assume a primeira posição no ranking nacional. O último relatório de 2013 confirma o arquipélago do Marajó com um quantitativo de 584.540 bubalinos.

Segundo o diretor geral da Adepará, Sálvio Freire, após a segunda etapa de vacinação contra febre aftosa, que se inicia no próximo mês de novembro e segue até o dia 15 de dezembro, por ocasião do término da notificação, a probabilidade é que o rebanho de bovídeos do Pará ultrapasse a casa dos 21 milhões, e a expectativa para os próximos dois anos é que o Pará, com o potencial de crescimento que se apresenta, assuma a segunda colocação. Sálvio prevê um acréscimo em mais dois milhões de animais.

Entre os municípios paraenses com a maior população de bovídeos, destaque para São Felix do Xingu, Altamira e Novo Repartimento. As propriedades de Cumaru do Norte, Pacajá, Santana do Araguaia e Redenção também estão entre os municípios credenciados e mais populosos em número de bovinos.

A conquista do reconhecimento internacional por meio da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), que concedeu a Certificação de Área Livre de Febre Aftosa com vacinação às áreas que antes não tinham esse status sanitário – mais especificamente as regiões nordeste paraense, Baixo Amazonas e Ilha do Marajó (Áreas II e III) –, foi um dos fatores que promoveram o acréscimo populacional do rebanho.

A matemática confirma: os 100 municípios que integram as regiões das Áreas II e III que receberam a certificação, e que juntos têm 25% do total do rebanho paraense, ofertaram ao mercado mais de cinco milhões de cabeças aptas a serem comercializadas. Esse quantitativo, somado ao rebanho das regiões da Área I, que integra outros 44 municípios do sul e sudeste do Estado – que juntos detêm 75% da produção pecuária do Estado –, totalizam 20.893.720 milhões de cabeças distribuídas entre as 111.397 propriedades cadastradas no Pará.

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Reconhecimento – “A certificação internacional que confirmou a mudança do status sanitário a todos os municípios do Pará promoveu a abertura de barreiras sanitárias. As portas do mercado se abrem e a comercialização alavanca o crescimento econômico. Por isso a certificação foi um passo fundamental”, diz Sálvio Freire. Outro fator que contribuiu com o aumento de bovídeos foi o crescimento de cadastros de propriedades rurais voltadas para a pecuária. A cada ano, confirma-se um incremento significativo, segundo o gerente do Programa Estadual de Erradicação da Febre Aftosa, da Adepará, George Francisco Souza Santos.

O compromisso dos técnicos, veterinários e engenheiros agrícolas com a defesa agropecuária do Estado e o empenho e investimento dos produtores, que estão compromissados com a melhoria genética do rebanho, também são fatores relevantes no resultado. Os produtores procuram tecnologias mais eficientes para reprodução dos animais, a exemplo da técnica de inseminação artificial em tempo fixo. A transferência de embrião, que garante qualidade, praticidade e economia, se apresenta como uma das alternativas de melhoramento do rebanho a partir da utilização de novas tecnologias.

George Santos explica que, com a escolha do sêmen em catálogos de centrais de reprodução brasileira e estrangeira, por exemplo, é possível implementar características que geram qualidade ao rebanho. “A partir do sêmen de um touro podemos incluir características de aptidão leiteira ou aptidão de carne ao rebanho”, explica o gerente.

Certificação abre mercados nacional e internacional

O mercado nacional e internacional exige a certificação de livre de febre aftosa. O cenário econômico paraense melhorou depois da mudança de status sanitário, mais especificamente com relação ao rebanho, que tem destino garantido para o segmento dos frigoríficos e para o mercado exportador de boi em pé.

Para o segmento dos frigoríficos, a certificação em todo o território paraense credenciou ainda mais a pecuária e gerou oportunidade de negócios. Hoje existem 13 plantas frigoríficas com o Selo de Inspeção Federal, ou seja, habilitadas à exportação, e mais duas plantas em procedimento de abertura, em Novo Progresso e São Geraldo. A oferta aumenta e a exportação paga melhor pela arroba do boi, que hoje está variando entre R$ 110 e R$ 115, no Pará. O mercado do boi gordo tem batido recordes em 2014. No Mato Grosso, por exemplo, a arroba do boi chega a R$ 118.

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Destinos – Hong Kong e Rússia continuam sendo os principais importadores da carne bovina brasileira, com crescimentos constantes ao longo do ano. O volume exportado para Hong Kong, por exemplo, ultrapassa 293 mil toneladas, um crescimento de 9,12%, e o faturamento com as vendas para este mercado atinge mais de US$ 1,2 bilhão, com aumento de 15,43%. As vendas para a Rússia acumulam altas de 5,13%, com o envio de mais de 253 mil toneladas, e faturamento de US$ 1,06 bilhão, crescimento de 12,32%.

O Pará tem mercado aberto com Egito, Líbano e Venezuela, além dos países da União Aduaneira, entre eles, a Rússia, para exportação de boi em pé, e esse caminho começa em Vila do Conde, em Barcarena. O encurtamento da distância com os países do hemisfério norte é mais um atrativo para a carne paraense que sai pelos portos de Santarém e de Vila do Conde.

O diretor geral da Adepará, Sálvio Freire, diz que o Estado se prepara para receber as missões internacionais. “A abertura de mercado precede da visita de países interessados em adquirir o rebanho paraense, a fim de firmar contratos e convênios. Antes o Pará já era visto com potencialidades que mereciam atenção. Agora, com o mercado aberto e com mais cinco milhões de cabeças, investidores e compradores chegarão para confirmar a qualidade e a segurança necessária para o consumo acerca dos produtos que estão adquirindo”, declara. “O trabalho de fiscalização da defesa agropecuária tende a se intensificar cada vez mais”, finaliza o diretor.

Por: Agência Pará

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GPS identifica exploração ilegal de madeira no oeste do Pará

Organização monitorou caminhões de agosto até meados de setembro.
Foi constatado que serrarias retiram madeiras de áreas sem licença.

Após pouco mais de um mês monitorando as rotas dos caminhões por meio de rastreadores, a organização ambientalista Greenpeace identificou três empresas realizando exploração ilegal de madeira na região oeste do Pará. Dois destes negócios tem sede no município deSantarém. De acordo com a coordenadora do Greeenpeace, Marina Lacorte, durante o acompanhamento, a ONG constatou que as empresas retiram madeira de locais que não possuem licenciamento e utilizam documentos de planos de manejos licenciados.

“Apresentaram algumas guias, mas foram autuados por inserir informação falsa no sistema. Uma das guias dizia que era de um plano de manejo, mas o Greeenpeace sobrevoou essa área e não houve exploração. Essa madeira ilegal foi ‘coberta’ por esse papel. A madeira ilegal está ganhando um status de legal por meio desse documento oficial que é obtido de forma fraudulenta”.

Os equipamentos de GPS foram instalados diretamente nos caminhões que fazem transporte dos municípios de Placas e Uruará e descarregam em Santarém. O monitoramento ocorre via satélite e é possível saber a data, hora e posição geográfica dos veículos. “Com esses dados conseguimos saber que eles estavam nas áreas onde a exploração é ilegal. Então fizemos sobrevoos nesses locais e constatamos as irregularidades. Vimos clareiras no meio da floresta, estradas, e os caminhões, o que indica sinais da exploração. Essas áreas são terras públicas da União e não tem autorização para exploração”, explicou Marina.

Arte Rota caminhões madeira (Foto: Andressa Azevedo/G1)

Rotas
Dois caminhões foram monitorados de agosto até meados de setembro de 2014. O trabalho foi realizado nas rodovias BR-163, BR-230, PA-370 e PA-371, vias que interligam os municípios de Uruará, Santarém e buy dapoxetine online usa , buy viagra cialis online canada! generic methocarbamol no prescription. generic viagra sales! Prainha.

Um dos veículos fez várias viagens entre a área de floresta onde ocorre a extração ilegal e a empresa que recebe a madeira em Santarém. Segundo dados do Greeenpeace, este mesmo caminhão iniciou uma viagem pela Rodovia PA-370, e na mesma Rodovia acessou um ramal para a área de floretas e depois retornou para a cidade, especificamente para a sede de uma das madeireiras, localizada no KM 25 da BR-163. Após descarregar, o veículo retornou ao local de extração.

O segundo caminhão acompanhado, após extrair madeira, tinha como destino duas serrarias, uma em Santarém, outra em Placas.

Ainda de acordo com a ONG, as duas madeireiras possuem junto ao Ibama um histórico de multas em processo de julgamento que somam um total de R$ 859.713,34.

Após a investigação, a organização denunciou o caso ao Ministério Público Estadual que acionou os órgãos competentes.

Empresa madeireira no oeste do Pará (Foto: Agnaldo Almeida/Greenpeace)
Empresa madeireira no oeste do Pará
(Foto: Agnaldo Almeida/Greenpeace)

Sema
Após a denúncia, a Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema) informou que durante os próximos dias vai fiscalizar as serrarias envolvidas nas fraudes e os Planos de Manejo Florestais Sustentáveis (PMFS) que estão abastecendo créditos florestais às empresas para acobertar a madeira explorada ilegalmente.

Segundo a secretaria, já foi realizado sobrevoo nas áreas de manejo florestal licenciadas pelo órgão, e preliminarmente foram identificadas irregularidades, sobre as quais estão sendo tomadas medidas administrativas cautelares por conta das novas irregularidades na venda de crédito por parte dos Planos de Manejo. Uma serraria já foi fiscalizada, e nela foi encontrada madeira ilegal no pátio. Essa empresa foi multada e a madeira apreendida. A Sema verifica outras medidas administrativas com relação à empresa.

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A secretaria ressaltou que uma das principais medidas para coibir a exploração ilegal de madeira é implementar sistemas e mecanismos que permitam rastrear as toras de madeira obtidas a partir da árvores autorizadas pelo órgão ambiental, impedindo que árvores não autorizadas sejam exploradas e comercializadas ilegalmente.

De acordo com o secretário adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Hildemberg Cruz, os esforços atuais da Sema para impedir a exploração ilegal de madeira de florestas do Estado estão voltadas na modernização do sistema de licenciamento, controle e fiscalização no Estado. Um novo sistema de licenciamento e monitoramento de Planos de Manejo Florestais denominado Sisflora II será implantado até o segundo semestre de 2015. Neste novo sistema, o controle das toras de madeiras será feita a partir de “chips”, permitindo rastrear e confirmar a origem da madeira, de forma a coibir que sejam adquiridas pelas empresas do setor florestal madeiras vindas de áreas exploradas ilegalmente.

G1 fez contato com o Ibama em Brasília e o órgão informou que a operação de autuação está sob responsabilidade da Sema.

Organização monitorou região pouco mais de um mês (Foto: Lunae Parracho/Greenpeace)

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Organização monitorou região pouco mais de um mês (Foto:Lunae Parracho/Greenpeace)
Fonte: G1.

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Em Alenquer, clínica médica pega fogo com quatro pessoas dentro

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Defesa Civil vai isolar o prédio.

Com informações de Frank de Oliveira

Uma clínica médica localizada na Rua Pedro Vicente, no centro da cidade de Alenquer, oeste do Pará, pegou fogo por volta de meio dia desta sexta-feira (17). O incêndio iniciou no forro da parte superior da unidade. No momento, quatro pessoas estavam no interior do prédio, e conseguiram sair sem ferimentos.
O fogo foi controlado pela Polícia Militar que contou com a ajuda da população e caminhões pipas para controlar as chamas.
A clínica estava com os serviços de internação paralisados, por isso não havia paciente no local. O andar inferior da unidade médica não foi afetado, no entanto a Defesa Civil vai isolar o prédio, pois as paredes apresentaram rachaduras após o incêndio.

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Fonte: G1.

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Brasil teve 70% mais queimadas em 2014 que no ano anterior, indica Inpe

No acumulado do ano, Mato Grosso é o estado com mais focos de incêndio. cipro to treat uti order cipro
Foram registrados 140.907 pontos de queimadas até quinta (16)

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A quantidade de queimadas no Brasil entre 1º de janeiro e 16 de outubro deste ano aumentou 70% em relação ao mesmo período de 2013, de acordo com o site do sistema de queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, o Inpe. Na comparação entre 1º a 16 de outubro de 2014 e 2013, a elevação de focos de incêndio no país aumentou 105%.
No acumulado do ano, foram 140.907 pontos de queimada até esta quinta-feira (16), contra 82.426 do ano passado. Mato Grosso foi a unidade federativa com mais focos, com 25.374 registrados, número 62% superior ao montante detectado no ano passado. O Pará vem em seguida, com 19.863 (+127%), seguido do Maranhão, que teve até agora 16.962 pontos de calor captados pelos satélites do Inpe.

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Na somatória dos últimos 16 dias ocorreram 25.466 incêndios. Mato Grosso também aparece como o maior responsável pelas queimadas do país, com 4.115 focos (+211%) em relação ao mesmo período de 2013. Maranhão é o segundo da lista, com 3.608 pontos (116%). Minas Gerais vem logo depois, com 3.553 queimadas, alta de 435% em relação ao ano passado.
De acordo com o sistema do Inpe, de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2013 foram registrados 115.220 focos de incêndio no Brasil. Um ano antes, 2012, no mesmo período foram detectadas 193.838 queimadas no país.

Situação crítica no Rio
No Rio de Janeiro, no Parque Nacional da Serra dos Órgãos, Região Serrana do estado, o fogo já destruiu 6 km² de vegetação dentro e fora do parque. As cidades que ficam dentro dos limites da área de preservação – Guapimirim, Magé, Petrópolis e Teresópolis – já receberam reforço nas equipes de Corpo de Bombeiros. São 200 bombeiros por dia, 20 carros e quatro aeronaves de plantão. Um gabinete para gerenciamento de crises foi criado pela corporação.
Em São Paulo, um incêndio atingiu a Serra da Cantareira e devastou uma área de 0,3 km², segundo levantamento do Corpo de Bombeiros. A suspeita é de que as chamas tenham começado após um balão cair na região. O fogo só foi controlado na terça-feira (14).
Em Minas Gerais, o fogo destruiu cerca de 25 km² da serra de Carrancas durante cinco dias e foi controlado apenas nesta sexta-feira (17). Duas pessoas morreram enquanto tentavam combater o incêndio e caíram em um buraco de cinco metros de profundidade.
Fogo é provocado pelo homem
Os satélites do Inpe conseguem diagnosticar todos os focos de incêndio que tenham pelo menos 30 metros de extensão por 1 metro de largura.

Quase todas as queimadas hoje são causadas pelo homem, seja de forma proposital ou acidental. As razões variam desde limpeza de pastos, preparo de plantios, desmatamentos e colheita manual de cana-de-açúcar até balões de São João, disputas por terras e protestos sociais.

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Segundo o Inpe, as queimadas destroem a fauna e a flora nativas, causam empobrecimento do solo e reduzem a penetração de água no subsolo, além de gerar poluição atmosférica com prejuízos à saúde de milhões de pessoas e à aviação.
Denúncias de incêndios criminosos podem ser feitas ao Corpo de Bombeiros, às prefeituras, às secretarias estaduais do Meio Ambiente e ao Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis).

Fonte: G1.

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Denúncia – Madeira sai de Santarém ilegalmente para Europa

Clareiras se abrem em várias partes da floresta amazônica, fruto do desmatamento

Uma grave denuncia de extração e exportação ilegal de madeira da região Oeste do Pará e de outras áreas do Estado veio à tona nesta semana, por ambientalistas da ONG Greenpeace. Centenas de árvores da Amazônia brasileira estão sendo cortadas clandestinamente e transportadas em caminhões para serrarias que, em seguida, tratam e exportam a madeira como se fosse produto legal para França, Bélgica, Suécia e Holanda, segundo o Greenpeace.

Estes quatro países europeus tiveram, entre janeiro e agosto deste ano, uma relação comercial direta com três destas serrarias, de acordo com investigação do Greenpeace em Santarém.

As serrarias identificadas pela ONG foram Rainbow Trading Importação e Exportação Ltda., Comercial de Madeiras Odani Ltda., e Sabugy Madeira Ltda. Doze pontos na região de Santarém são suspeitos de atividade madeireira ilegal. O Greenpeace pediu apuração imediata para averiguar descumprimento de leis ambientais.

“A Rainbow Trading exporta para a França e a Odani é subcontratada da Rainbow”, explicou a porta-voz do Greenpeace, Marina Lacorte.

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Santarém concentra o principal pólo da indústria madeireira do Pará, estado que produz e exporta mais madeira da Amazônia, informou o Greenpeace em comunicado enviado à AFP.

Em sobrevôo na região, feito nesta semana em avião do Greenpeace, foi possível ver “várias clareiras e rotas abertas na selva”, constatou um repórter da AFP/TV.

“São pequenas áreas que demoram a aparecer e as imagens de satélite não as detectam”, informou Lacorte.

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O Greenpeace conseguiu estabelecer “os laços de uma rede de exploração suja que destrói as áreas distantes da selva e que está ligada à violência contra comunidades locais”, disse.

A investigação do Greenpeace – que escondeu aparelhos de GPS debaixo dos caminhões que transportam madeira para vigiar seu trajeto – revelou, ainda, “que os documentos oficiais não são nem sequer capazes de garantir a origem legal da madeira”.

Em 2006, o ministério do Meio Ambiente transferiu a responsabilidade da exploração florestal aos estados, que fecham os olhos e chegam até mesmo a incentivar a atividade, avaliou Lacorte.

Segundo dados do Instituto Imazon, entre agosto de 2011 e julho de 2012, 78% das regiões de atividade florestal no Pará não tinham autorização para cortar madeira.

A madeira de ipê, muito cobiçada na Europa sobretudo para construir deques de piscinas, pode chegar a custar US$ 3.200 o metro quadrado.

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O Greenpeace pediu ao governo brasileiro que revise todas as autorizações entregues desde 2006 às madeireiras e para retomar o controle da atividade.

“Ao manter suas portas abertas à madeira ilegal, o mercado se torna cúmplice da destruição na Amazônia”, avaliou a ONG.

O Greenpeace lançou em maio a campanha “A crise silenciosa da Amazônia” e denunciou que de 20% a 40% da madeira exportada para a Europa têm origem ilegal.

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DENUNCIA: Em junho último, o Greenpeace protocolou uma denúncia junto ao Ministério Público Federal do Pará (MPF-PA), Secretaria de Meio Ambiente do Estado do Pará (Sema) e Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para apuração imediata da situação de 12 pontos na região de Santarém, no Oeste do Pará, identificados como sendo de possível atividade madeireira ilegal ou descumprimento flagrante da lei ambiental.

O Greenpeace mostrou que fraudes em planos de manejo permitem que a madeira extraída sem autorização seja vendida nos mercados nacional e internacional como se tivesse origem legal. A investigação revelou que o descontrole no setor é tão grande que nem o documento oficial é capaz de garantir a origem legal da madeira, que destrói a floresta e está ligada à violência no campo.
Enquanto o governo brasileiro pouco faz sobre o assunto, os pólos madeireiros na Amazônia prosperam cada vez mais e a falta de fiscalização permite que a madeira seja retirada facilmente de áreas sem autorização. O trânsito de caminhões carregados de toras trazidas de áreas sem manejo florestal até as serrarias que processam a madeira é completamente livre. São centenas deles circulando ao longo das principais vias de acesso na região.

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Fonte: RG 15/O Impacto e Greenpeace.

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Crueldade: Homem mata ex-sogra a facadas

Bolão foi preso horas depois de matar Maria Lúcia

Foi um crime bárbaro que chocou a população do município de Itaituba, no Oeste do Pará, pela extrema violência utilizada por Augusto Cezar Carvalho de Moura, de 46 anos, conhecido por Bolão. De acordo com a Polícia, que já investigou e levantou elementos sobre o caso, Bolão matou friamente com duas facas no pescoço, a senhora Maria Lúcia Lopes da Silva, sua ex-sogra, de 60 anos.

A vítima foi assassinada em frente à sua casa localizada na 22ª Rua do bairro Bom Remédio, próximo à Rodovia Transamazônica. De acordo com a filha de Maria Lúcia, a senhora Andréa Lopes dos Santos, sua mãe teria sido arrastada desde o portão de sua casa e, como se recusou a entrar no carro de Bolão, acabou sendo morta sem qualquer chance de defesa. Após ser esfaqueada, ela ainda ficou vários minutos agonizando enquanto era aguardada a chegada do Samu.

Para a rápida prisão de Augusto Cesar, mais uma vez a eficiência e apoio do Serviço de Inteligência, comandado pelo Capitão Moura e uma equipe do GTO foi fundamental. Bolão assassinou sua ex-sogra por volta de oito horas da manhã de segunda-feira, dia 13, mas às 11 horas foi preso em uma borracharia no Km 28, sentido Ruropólis, quando estava consertando o pneu para continuar empreendendo fuga. A família do criminoso alega que o mesmo tem problemas de debilidade mental para justificar o ato tresloucado dele.

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Ao chegar na 19ª Seccional de Polícia, fragilizado emocionalmente, Bolão falava palavras desconexas, negando o crime e depois se auto-incriminando. Além da faca e o fato de ainda trazer vestígios de sangue pelo corpo e mais testemunhas que relataram como se deu o crime, foi o suficiente para Bolão ter decretada sua prisão preventiva e ser encaminhado para a cadeia pública, pelo delegado José Bezerra, que está à frente do caso.

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Antes de matar sua ex-sogra, Bolão chegou dizendo que precisava conversar, perguntando onde estava sua ex-mulher que lhe havia abandonado há vários dias. Como foi repudiado pela família da ex-mulher, num ímpeto de ódio resolveu assassinar Maria Lúcia Lopes da Silva, de forma impiedosa, já que a vítima além de ter 60 anos de idade foi pega de surpresa, sendo ainda defendida por uma das filhas que não conseguiu evitar a morte da mãe numa cena dramática.

POLÍCIA DESVENDA EM TEMPO RECORDE ASSALTO AO BOTECO DO FABÃO: Os assaltantes foram audaciosos, mas não contavam com a sagacidade da Polícia que numa investigação inteligente, através do Grupo Tático Operacional e Polícia Civil, prendeu em tempo recorde Danzer Jacinto Mota, que participou do assalto ocorrido na manhã de segunda-feira, dia 13, na empresa de eventos e shows Boteco do Fabão. O assalto rendeu a elevada quantia de R$ 160.000,00 (cento e sessenta mil reais).

A investigação durou pouco tempo já que o assalto foi numa segunda-feira e na manhã de terça-feira, 14, Policiais Militares e Civis prenderam vários suspeitos que estavam em uma homérica farra em uma casa do residencial Viva Itaituba. Mas aos checar dados dos suspeitos, apenas Jacinto Mota ficou preso, já que as demais pessoas estavam na casa apenas como convidados, se divertindo.

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A Polícia comprovou que no assalto houve a participação de dois bandidos, Danzer (de Santarém) e um outro comparsa que ainda se encontra foragido. Inclusive Danzer, que é considerado de alta periculosidade, na hora do assalto teria retirado o capacete e ainda ameaçado o empresário do ramo de eventos e shows. O assalto que foi bem planejado acabou em fracasso Além dos dois bandidos que adentraram na residência de Fabão, a dupla ainda contou com logística de apoio, nas proximidades.Com informações e fotos de Junior Ribeiro.

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Fonte: O Impacto.

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Alerta – Confirmado caso de Febre Chikungunya em Santarém

Diretor da Divisa confirma que exame de paciente deu positivo

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Um novo vírus transmitido pelo Aedes Aegypti e identificado pelos cientistas como Febre Chikungunya teve o primeiro caso confirmado em Santarém, Oeste do Pará, pela Divisão de Vigilância Sanitária (Divisa). O vetor da dengue é protagonista de nova preocupação epidemiológica de autoridades de saúde pública do Estado do Pará.

Além do caso confirmado, outros três pacientes continuam em observação em um hospital público de Santarém, suspeitos de contraírem o vírus.

De acordo com o coordenador da Divisa, João Alberto Coelho, tanto o paciente que teve a confirmação de ser portador do vírus quanto as três pessoas que estão sendo acompanhadas pelos médicos, suspeitas de terem contraído a doença, vieram de outros municípios da Região Norte.

Ele explica que o paciente, cujo exame deu positivo, foi contaminado pela doença na Região Metropolitana de Belém (RMB), antes de chegar a Santarém. Já os outros três são procedentes da cidade de Macapá (AP) e da Guiana Francesa.

“A doença é transmitida tanto pelo mosquito da dengue Aedes Aegypti quanto pelo Aedes Albopictus. O paciente contaminado recebeu atendimento na rede pública e não teve complicações”, garante João Alberto.

Com o intuito de prevenir a doença, agentes de endemias, técnicos em enfermagem e enfermeiros de municípios localizados na região Oeste do Pará, iniciaram no dia 13 deste mês em Santarém, uma capacitação promovida pela 9ª CRS-Sespa, para desenvolver ações articuladas de combate a Febre Chikungunya.

“Nessa capacitação estão sendo enfatizados aos profissionais de saúde alguns sintomas mais característicos que devem ser observados para o diagnóstico precoce do paciente e encaminhamento do paciente para as unidades de saúde. Informamos à população que a transmissão é através de um vetor e não é transmitido de pessoas para pessoa como ocorre com a dengue”, esclareceu o coordenador regional de endemias da Sespa, Zenildo Oliveira.

Segundo ele, a melhor forma de prevenir o surgimento da nova febre é fazendo o controle do mosquito transmissor da doença. “É fundamental o trabalho dos agentes de endemias, aliado a participação da comunidade, para a eliminação dos focos do Aedes Aegypti”, aponta.

DISSEMINAÇÃO: Originário da Tanzânia e amplamente disseminado entre países africanos e asiáticos, o vírus chikungunya fez as primeiras vítimas em solo caribenho em dezembro de 2013, e acendeu o sinal de alerta ao longo de toda a América do Sul. Muito parecida com a dengue – inclusive o vetor de transmissão, o mosquito Aedes Aegypti, é o mesmo –, a doença também acarreta febre, dor de cabeça e fadiga. A grande diferença está nas dores articulares, que podem acompanhar o paciente por meses. Nos casos mais agudos, essas dores se assemelham à artrite reumatoide e em situações extremas podem levar a deformidades. Essa foi a primeira vez que o vírus foi transmitido no hemisfério ocidental de forma autóctone, ou seja, já contaminou os mosquitos locais.
De acordo com o Ministério da Saúde, os casos registrados anteriormente foram todos importados por meio de turistas picados em países onde a doença é endêmica. Inclusive, no Brasil foram identificadas, em 2010, três situações como essa. Na época, os viajantes já chegaram infectados vindos da Indonésia e da Índia. Até então não havia nenhuma identificação de contágio dentro do continente americano. Diante da proximidade e das condições favoráveis, especialistas já cogitam a possibilidade de propagação para a América Central e do Sul.

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Fonte: ORMnews.

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Tubarão ataca adolescente que surfava na Austrália

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Kirra-Belle Olsson foi mordida na perna esquerda enquanto ‘pegava onda’ na praia de Avoca 24 mar 2013 … buy female viagra online. cheapest price, approved canadian pharmacy. 24/7

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Uma adolescente foi mordida por um tubarão enquanto surfava na costa da Austrália e teve ferimentos no pé e na perna esquerda. Kirra-Belle Olsson, de 13 anos, estava na praia de Avoca, 95 quilômetros ao norte de Sydney, quando se deparou com um tubarão de um metro enquanto ‘pegava uma onda’, informou a rede de televisão ABC.

— Eu peguei a onda e, por duas vezes, senti algo agarrar meu pé. Pensei que era um colega atrás de mim tentando me assustar — contou Kirra-Belle. — Na terceira vez, (o tubarão) me virou e tentou me puxar para baixo. Eu vi a cauda e não sabia o que fazer. Então, eu comecei a gritar.

Após o ataque, Kirra-Belle voltou à praia e foi tratada no local por banhistas, que depois a levaram para o hospital. A jovem teve ferimentos no pé esquerdo e um corte na panturrilha. No momento ela está recebendo tratamento pelas lacerações em sua perna e passará por uma cirurgia.

O pai dela, Jamie Olsson, disse que a filha teve sorte de não sair com ferimentos mais graves.

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— Ela caiu em cima do tubarão, parte de sua perna foi vista pelo animal como um peixe — disse o pai.

O Conselho Municipal de Gosford, localizado perto da praia de Avoca, comunicou que vai monitorar a área durante todo o dia. Salva-vidas estão patrulhando a praia e alertam as pessoas para não entrarem na água. A praia é um popular destino de férias.

Fonte: ORMNews.

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Fundo das Nações só tem US$ 100 mil para combater ebola

Separadamente, os dadores internacionais disponibilizaram contribuições avaliadas em US$ 376 milhões

O Fundo das Nações Unidas para o Ebola tem cerca de US$ 100 mil (78 mil euros), valor muito baixo em relação ao que a Organização das Nações Unidas (ONU) diz precisar para combater o mais grave surto do vírus.

A verba, proveniente da Colômbia, é uma pequena fração de US$ 1 bilhão (781 milhões de euros), que a ONU estimou ser necessário para combater a epidemia, que fez já cerca de 4.500 mortos.

As Nações Unidas veem o Fundo para o Ebola como uma fonte de dinheiro flexível, que pode ser retirado conforme as necessidades para conter o vírus.

O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, disse anteriormente aos jornalistas que o fundo tinha US$ 20 milhões (15,6 milhões de euros) em dinheiro, esclarecendo depois que o valor mencionado se referia a compromissos e não a dinheiro, lembra o New York Times.

Separadamente, os dadores internacionais disponibilizaram contribuições avaliadas em US$ 376 milhões (294 milhões de euros) para programas específicos da ONU.

Desde o início do surto, em março passado, foram registrados 8.997 casos de ebola, com 4.493 mortos, a maioria na Libéria, em Serra Leoa e na Guiné-Conacri, segundo relatório da Organização Mundial da Saúde divulgado quarta-feira (15).

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Fonte: ORMNews.

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Incêndios no país em outubro dobram em relação a 2013

Ao longo dos últimos 15 dias, os estados que registraram o maior número de focos foram Mato Grosso (3.801), o Maranhão (3.578) e Minas Gerais (3.408) can i buy zoloft in canada generic zoloft for sale Sertraline without prescription cheapest prices pharmacy. zoloft generic weight loss . free delivery, generic zoloft and weight loss.

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O número de focos de incêndio registrados em todo o país durante os primeiros 15 dias de outubro mais que dobrou em comparação ao mesmo período do ano passado. Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), disponíveis no Portal do Monitoramento de Queimadas e Incêndios, apontam que, entre 1º e 15 de outubro deste ano, o total de focos chegou a 24.237, resultado 113% maior que os 11.375 casos verificados no mesmo período de 2013.

Se o ritmo atual se mantiver pelas próximas duas semanas, o total de focos de incêndio ativos também será maior que os de agosto e setembro últimos. Ao longo de todo o mês passado, foram registrados 43.174 casos. Historicamente, setembro é o mês que concentra o maior número de ocorrências de todo o ano.

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Mais de 1.600 brigadistas do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) combatem o fogo em áreas críticas, unidades de conservação e terras indígenas espalhadas por todo o país. Focos de incêndio já atingiram o Parque Nacional do Araguaia (TO), o Parque Nacional da Serra dos Órgãos (RJ,; o Parque Nacional da Serra do Cipó (MG) e a Serra da Cantareira (SP), entre outras localidades, como a região metropolitana de Belo Horizonte. Só no estado de São Paulo, segundo o Corpo de Bombeiros, a cada oito minutos e meio é registrado o início de um incêndio em área de mata.

De acordo com o coordenador do Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Prevfogo), Rodrigo Falleiro, o resultado de todo este ano já era esperado. “Como choveu muito, 2013 foi um dos anos em que tivemos menos focos de incêndio na história. Neste ano, foi bem mais seco. Por isso, já esperávamos o aumento do número de focos em comparação ao ano passado”, disse Falleiro à Agência Brasil, comparando os dados anuais consolidados.

Mesmo se comparados apenas os primeiros 15 dias de outubro, o total de focos registrados em 2013 é 29% inferior ao resultado do mesmo período de 2012. Mas mesmo as 16.063 ocorrências de dois anos atrás ficam bem abaixo das atuais 24.237.

Ao longo dos últimos 15 dias, os estados que registraram o maior número de focos foram Mato Grosso (3.801), o Maranhão (3.578), Minas Gerais (3.408), o Pará (2.938), Tocantins (2.802) e a Bahia (1.594). Só as cidades de Cocalinho (MT) e de Paranã (TO), juntas, totalizam 177 focos de incêndio, Quando analisadas as últimas 48 horas, Minas Gerais e o Tocantins lideram a lista das unidades da Federação com mais queimadas, com, respectivamente, 864 e 526 casos.

O bioma mais afetado nos últimos dois dias foi o Cerrado. No segundo maior ecossistema brasileiro – que se estende por oito estados (Minas Gerais, Goiás, Tocantins, Bahia, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Piauí e Distrito Federal) – foram registradas 2.126 ocorrências, o que equivale a 59% dos incêndios dos dois últimos dias. A Amazônia teve 661 focos (18,5%), a Mata Atlântica. 642 (18%) e a Caatinga, 142 (4%).

Fonte: ORMNews.

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