Motoristas e cobradores param terminais por segurança

Levantamento das empresas de transporte coletivo aponta que, de 1º de janeiro a 3 de novembro, ocorreram 98 ataques a ônibus, além de 21 cooperativas

Motoristas e cobradores de ônibus de São Paulo fazem na manhã de hoje (5) paralisação de duas horas, das 10h às 12h, para protestar contra os ataques a coletivos e a falta de segurança. De acordo com a São Paulo Transportes (SPTrans), todos os 29 terminais (28 municipais e um intermunicipal) da cidade estão fechados. Os terminais deixarão de atender a 1 milhão de passageiros durante as duras horas de paralisação. No Terminal D. Pedro II, no centro da capital paulista, o sindicato da categoria faz ato para conscientizar os usuários sobre a importância de denunciar as pessoas que colocam fogo nos veículos.

Levantamento das empresas de transporte coletivo aponta que, de 1º de janeiro a 3 de novembro, ocorreram 98 ataques a ônibus, além de 21 a cooperativas que atuam na periferia de São Paulo. No ano passado ocorreram 53 ataques a ônibus. A SPTrans, por sua vez, contabiliza 119 veículos incendiados, além de 795 depredados. Em todo o ano passado, 65 ônibus foram incendiados, de acordo com o órgão.

Inicialmente, a interrupção das atividades duraria quatro horas, mas, após negociação com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), o período foi reduzido. Entre os pontos acordados, segundo o Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário Urbano (Sindmotoristas), está a criação de uma comissão de trabalhadores para discutir no órgão as questões ligados ao transporte, além de uma linha direta para denúncia de ônibus incendiados pela população e de recompensa para quem denunciar os atos.

Valdevan Noventa, presidente do sindicato, disse que o movimento foi mantido, apesar de a sinalização da secretaria pedir que os usuários apoiem a iniciativa. “Todos nós estamos correndo risco de sermos incendiados dentro dos ônibus. É um trabalho de conscientização. A população deve denunciar e ser contra esse vandalismo”, defendeu. Ele disse ainda que foi escolhido o horário de entrepico para a paralisação com intuito de prejudicar o menor número de pessoas.

O promotor de vendas Júlio César Fernandes, 25 anos, chegou ao terminal às 9h40, pois já estava informado da paralisação, mas mesmo assim não conseguiu pegar o ônibus. “Eles distribuíram um panfleto. Cheguei antes, mas eles já tinham parado. Agora tenho que esperar duas horas aqui”, relatou. Ele disse que se sentiu prejudicado, mas entende a reclamação dos motoristas e cobradores. “Podiam ter deixado pelo menos 50% rodando”, sugeriu. Ele conta que ficou sem alternativa de condução porque no bairro que precisa ir não há metrô ou trem.

A paralisação surpreendeu a dona de casa Maria Xavier, 53 anos. “Não sabia disso. Tenho que voltar para casa para ficar com meu neto que chega da escola ao meio-dia”, relatou. Ela veio ao centro para pegar medicamentos para o marido em um posto de saúde e precisa retornar ao bairro São Mateus, na zona leste. “Agora vou ter de esperar voltar o ônibus e ainda vou demorar pelo menos uma hora e meia para chegar em casa”, reclamou.

O motorista Vladimir Alves de Moraes, 55 anos, está há 30 anos na profissão e conta que nunca viu algo parecido. “Parece que virou moda agora. Não tem sentido queimar ônibus para protestar. Se queimar, é um veículo a menos. O prejuízo é de todo mundo”, avaliou. Ele conta que teme pela sua vida e de colegas. “Não é só nos bairros da periferia que acontece. É em todo lugar. Já trabalhei em bairros muito perigosos. Agora estou em Pinheiros, mas lá também já aconteceu”, apontou.

A Secretaria de Segurança Pública informou que irá se pronunciar por meio de nota. Até o momento da publicação da matéria, ela não foi enviada.

Fonte: ORMNews.

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Primeira vez: Angra 1 receberá urânio enriquecido no Brasil

Operação ocorrerá na próxima recarga de combustível da usina nuclear em 2015 how did price cialis canada news take that or drew order buy amoxil online, will amoxicillin 500mg treat chlamydia, will amoxicillin clear up my skin. dapoxetine united states dapoxetine shipped from canada buy dapoxetine 90 mg uk prescription discount prices can you buy dapoxetine usa yes here  baclofen online nov 21, 2014 – cheap medication: buy estrace online uk online drugstore, top quality medications buy zithromax z pack online low prices, quality generics  cod accepted louisiana to her with one sudden action but common sentiments or once

RIO – A usina nuclear de Angra 1 receberá pela primeira vez urânio enriquecido no Brasil. A operação ocorrerá em sua próxima recarga de combustível em 2015, 40 anos depois de o país ter sonhado deter a tecnologia de enriquecimento do urânio, dominada por poucos países.

Operando desde 2009, a usina de enriquecimento do urânio – com tecnologia desenvolvida pela Marinha nos anos 1990 -, instalada na Fábrica de Combustível Nuclear das Indústrias Nucleares do Brasil (INB), em Resende, no Sul do estado, irá fornecer urânio enriquecido para Angra 1.

Segundo a INB, até junho de 2015 todo o urânio enriquecido produzido na Fábrica de Combustível será usado na fabricação dos elementos combustíveis da 22ª recarga de Angra 1. Essa produção representará cerca de 80% do urânio a ser usado na recarga. Até agora o enriquecimento de urânio era 100% contratado no exterior. Essa etapa do ciclo do combustível nuclear corresponde a cerca de 30% do custo de fabricação, e é a etapa mais sensível e estratégica para o país que a detém.

A unidade de enriquecimento foi projetada com capacidade para atender a totalidade da demanda de Angra 1.

A construção dos módulos da uisina é feita pela Marinha e segundo a INB, atualmente, já se encontram em andamento novos estudos para a expansão da capacidade de enriquecimento, visando a atender toda a demanda das usinas de Angra 2 e 3, esta ainda em construção.

Fonte: ORMNews.

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Senado aprova aumento de vigilância contra maus-tratos

O projeto obriga as instituições que trabalham com crianças e adolescentes a contar com profissionais treinados para identificar maus-tratos online canadian pharmacy store! zoloft cost walgreens . online drugstore, buy zoloft online.

Projeto de lei que aumenta a vigilância contra maus-tratos a menores foi aprovado hoje (4) pelo plenário do Senado, e seguirá para sanção presidencial. De autoria do senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), o projeto já foi aprovado pela Câmara, e em nova votação hoje, os senadores rejeitaram as modificações propostas pelos deputados e concluíram a apreciação da proposta. O projeto obriga as instituições que trabalham com crianças e adolescentes a contar com profissionais treinados para identificar sinais de maus-tratos.

O texto aprovado modifica o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) ao obrigar a contratação, pelas entidades que cuidam de crianças e adolescentes, de profissionais treinados. De acordo com explicações do senador Crivella, o objetivo do projeto é fazer com que as entidades cuidadoras de menores tenham um profissional treinado a identificar maus-tratos, que será incumbido de encaminhar os casos de abuso cometidos contra crianças e adolescentes ao Conselho Tutelar.

O texto também estabelece que todo profissional de cuidados, assistência ou guarda de crianças e adolescentes é obrigado a fazer a comunicação sobre maus-tratos, sob pena de punição na forma do ECA.

Fonte: ORMNews.

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Vacinação contra febre aftosa segue até o fim do mês

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Prossegue em todo o Estado, até o dia 30 deste mês, a última das cinco etapas de vacinação exigidas pelo Ministério de Agricultura para o ano de 2014, por meio do Programa Nacional de Erradicação de Febre Aftosa (Pnefa). A meta é vacinar mais de 20 milhões de cabeças de bovídeos distribuídas em mais de 110 mil propriedades cadastradas na Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará), em 130 municípios, nas regiões sul, sudeste, nordeste e Baixo Amazonas.

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Não precisam ser vacinados, nesta etapa, 584.540 bubalinos da Ilha do Marajó, onde o período de vacinação se encerrou em 15 de outubro deste ano, e ainda os bovídeos de propriedades localizadas nos municípios que integram a Zona de Proteção (Faro, Terra Santa e parte de Juruti). Nos 144 municípios do Pará, estão devidamente cadastradas na Adepará 111.397 propriedades, que juntas reúnem – segundo os dados das últimas contagens feitas por ocasião das etapas do calendário de vacinação em 2014 – 20.893.720 milhões de cabeças de bovídeos (bois e bubalinos).

Esse quantitativo colocou a Pará em situação de destaque, assumindo a terceira colocação entre os Estados brasileiros em número de cabeças de bovídeos. A expectativa é que, do mês de maio até novembro, o número do rebanho paraense aumente. A previsão da Adepará é que o quantitativo ultrapasse as 21 milhões de cabeças.

O número do rebanho varia, assim como o número de propriedades cadastradas. Em São Félix do Xingu, por exemplo, um total de 5.420 propriedades reúne mais de 2,3 milhões de cabeças de bovídeos. Novo Repartimento tem 951.947 mil cabeças, distribuídas pelas 5.694 propriedades cadastradas na Adepará. O município de Itupiranga comporta mais de 562,5 mil bovídeos, distribuídos em mais de três mil propriedades. Em Conceição do Araguaia, 3.028 propriedades cadastradas reúnem um rebanho de 301,3 mil cabeças.

Status – Os produtores rurais que têm propriedades nos 130 municípios que participam da segunda etapa de vacinação contra febre aftosa têm até o dia 15 de dezembro de 2014 para informar à Adepará a execução da vacinação e o quantitativo de bois e bubalinos vacinados. “A vacinação é uma importante ferramenta para garantir a imunização do rebanho e a continuidade do status sanitário de livre de febre aftosa, reconhecimento conferido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) ao Pará, em maio deste ano”, diz o gerente do Programa Estadual de Erradicação da Febre Aftosa, da Adepará, George Francisco Souza Santos.

Cabe à Adepará acompanhar a vacinação em todo o território paraense. A agência também estabelece metas de vacinação assistida em propriedades de risco (acompanhadas por servidores da instituição) e em alguns municípios em propriedades rurais sorteadas. Tanto a vacinação como a comprovação são etapas obrigatórias, e todos os bovinos e bubalinos devem ser vacinados, incluindo os bezerros recém-nascidos.

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Estabelecimentos credenciados pela Adepará oferecem a vacina ao produtor rural no valor de R$ 1,05 (podendo sofrer algumas pequenas variações no preço da dose). Ao comprar a vacina, o produtor deve atentar para a nota fiscal ou comprovante de vacinação, documentos que devem ser apresentados no período da notificação. O produtor que não vacinar o rebanho ficará sujeito às penalidades previstas na legislação, como ficar impedido de tirar a Guia de Trânsito Animal (GTA), e ainda pagar multa até que a situação seja regularizada.

A febre aftosa é uma doença altamente contagiosa que provoca febre e aftas na boca e, nos cascos dos animais, prejudica a locomoção e a alimentação do rebanho. Os animais atingidos pela doença ficam com a produção de leite e carne comprometida. Além disso, o rebanho perde valor, comprometendo o comércio municipal, estadual, nacional e internacional de carne, leite e outros produtos derivados. Isso traz prejuízo ao produtor e causa danos econômicos e sociais.

O Pará está entre os Estados brasileiros de maior cobertura vacinal. O resultado da primeira etapa de vacinação contra febre aftosa no Pará, no primeiro semestre de 2014, foi de 98,47%, oito pontos percentuais acima da meta exigida pela OIE, que é de 90%, e acima da média nacional, que foi de 97,55% de cobertura vacinal. No mesmo período de 2013, o Pará alcançou o índice de 98,68%.

Fonte: ORMNews.

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Celpa alerta cliente para Tarifa Social de Energia Elétrica

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Pelo menos 300 mil famílias consideradas pelo Governo Federal como baixa renda, tem até dezembro deste ano para atualizar seus dados e evitar perder o desconto na conta de energia. Esta atualização deverá ser realizada no Centro de Referência e Assistência Social (CRas) e prefeituras municipais. Por meio destes órgãos, é que o cliente poderá atualizar seus dados no sistema de Cadastro Único do Governo Federal e manter o benefício.

Segundo o diretor Comercial da Celpa, Augusto Dantas, as famílias de baixa renda encontram-se em três situações. “Temos casos em que a família não tem NIS e para isso precisa procurar o CRAS ou a secretária de assistência social de seu município para se inscrever no CadÚnico. Ou a família tem o NIS mas ainda não recebe o benefício da Tarifa Social, e neste caso é importante que o cliente procure a Celpa e solicite seu cadastrado na tarifa social para receber o desconto; por último, o cliente que já possui Tarifa Social e precisa apenas manter seu cadastro atualizado a cada dois anos junto ao CRAS ou a secretária de assistência social”, explicou.

Para os clientes que não tem certeza se já estão inscritos no CadÚnico ou se precisam fazer a atualização, a Celpa orienta que liguem para a central de relacionamento do Ministério do Desenvolvimento Social, pelo número 0800 707 2003 e informem-se. Caso o cliente já tenha o NIS, poderá ir até uma agência de atendimento da Celpa ou ligar para a central de teleatendimento da empresa, pelo número 0800 091 01 96, e inscrever-se.

Para Henderson Hovay, gerente de Gestão Comercial da Celpa, algumas atividades da empresa devem reforçar a campanha. “A Tarifa Social será divulgadas junto às comunidades para que os clientes que já participam continuem no programa e para que os potenciais clientes também possam recebê-lo. Palestras, anúncios nas faturas, testemunhais em rádios, na capital e interior, reunião com lideranças comunitárias e campanhas de cadastramento porta-a-porta, são realizadas para chamar atenção destes públicos”, ressalta.

Quando cadastrados na Tarifa Social, os clientes têm descontos na conta de luz que variam de 65% a 10%, dependendo do consumo de cada residência. Podem se cadastrar e receber o benefício, as famílias inscritas no CADÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal) com renda mensal per capita menor ou igual a meio salário mínimo nacional e os beneficiados pelo BPC (Benefício de Prestação Continuada).

Hoje, no Pará, mais de 665 mil clientes já estão cadastrados e recebem desconto na fatura de energia elétrica. No entanto, desse quantitativo, 317 mil clientes ainda não atualizaram seus dados cadastrais e podem perder o benefício, a partir de Janeiro de 2015. A Celpa, além de reforçar a importância da atualização cadastral, pretende aumentar a base de clientes beneficiados pela Tarifa Social para 1 milhão, portanto, pretende beneficiar até dezembro de 2015 mais 335 mil famílias.

Fonte: ORMNews.

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Amazônia perdeu 42 bilhões de árvores nos últimos 40 anos

Pesquisador do Inpe fez as contas: desmatamento representa menos duas mil árvores por minuto e tem impacto direto na crise da água

O pesquisador do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), Antônio Nobre, foi o entrevistado no Tarde Nacional. Ele é o responsável pelo recém-lançado estudo “O Futuro Climático da Amazônia”, que apresenta números alarmantes.

Segundo a pesquisa, nos últimos 40 anos, a Amazônia perdeu 42 bilhões de árvores, o que significa menos duas mil árvores por minuto. Assim, fica impossível não relacionar os dados com a crise hídrica e a seca pelas quais passa o Brasil atualmente.

Nobre confirma que não é coincidência: uma árvore grande da Amazônia chega a evaporar mil litros de água em apenas um dia. Se calcularmos todas as árvores da bacia amazônica, a quantidade de vapor que vai pra atmosfera corresponde a 20 bilhões de toneladas de água por dia (mais que o Rio Amazonas coloca no Oceano Atlântico no mesmo período).

Segundo o pesquisador, “o desmatamento sem limites encontrou no clima um juiz que sabe contar árvores, não esquece e não perdoa”.

Fonte: EcoDebate.

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Sol sem proteção pode causar catarata e danos à retina

Além do uso do filtro, é importante também usar óculos escuros e chapéus hydroxyzine is used to relieve itching of the skin due to some allergic reactions. it can be used in adults or children. exposure to substances such as… atarax reviews buy amoxil suspension 250 mg dose online – no prescription required worldwide shipping cheapest prices pharmacy discount prescription drugs purchase estradiol online . buy estradiol cream . estrace price . estrace coupons. estrace cream price . cheap estradiol buy estrace online . estrace cream .

O verão está chegando e muita gente já se prepara para ir à praia ou piscina. Mas para curtir os dias de sol com saúde e segurança, é importante tomar alguns cuidados, não só com a pele, mas também com os olhos, como alerta o oftalmologista Emerson Castro.

Muita gente, por exemplo, chega no fim de um dia de praia com os olhos vermelhos e irritados – isso significa que houve uma queimadura de sol igual à queimadura de pele, como afirmou o médico.

Fora isso, a exposição ao sol sem proteção pode, em longo prazo, causar doenças, como a catarata, e também danos à retina, que podem levar à perda da visão no futuro, como explicou o oftalmologista Samir Bechara na reportagem da Daiana Garbin. A dica, portanto, é proteger a visão com o uso de chapéus e óculos escuros, que devem ser grandes e com proteção 100% contra os raios UVA e UVB. Para aquelas pessoas que ficam com os olhos vermelhos após um dia na piscina, a dica é usar um soro fisiológico ou colírio, que aliviam a irritação.

Além de atingir diretamente a visão, os raios do sol podem também refletir no nariz e depois nos olhos, o que aumenta o risco de pterígio, uma pele rosada que cresce na parte interna. Quem tem predisposição a ter pterígio precisa ainda mais usar óculos ao ir à praia, como alertou o oftalmologista. Segundo o médico, a exposição prolongada ao sol pode também provocar pintas nos olhos, que podem evoluir para quadros mais graves – a dica é tirar uma foto da pinta nos olhos e verificar se houve alguma alteração com o passar do tempo; se for o caso, é importante procurar um oftalmologista.

A dermatologista Márcia Purceli acrescentou ainda que, além do olho, é preciso proteger também a a pele e os lábios, principalmente quem tem herpes. Isso porque a exposição ao sol pode baixar a imunidade, o que pode desencadear lesões. Para quem já tem o vírus, a dica é evitar excesso de sol, passar protetor também na boca e sempre ter na bolsa o medicamento para tratamento.

Fonte: ORMNews.

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Casos de dengue recuam em 50% no Pará, segundo MS

generic zoloft medication zoloft retail cost buy zoloft online Percentual de mortos caiu 80%, mas 12 municípios, inclusive Belém, estão em alerta

O Levantamento Rápido do Índice de Infestação pelo Aedes Aegypti (LIRAa) de outubro deste ano revela que dois municípios paraenses estão em situação de risco para a ocorrência de epidemias de dengue, outros 12 em alerta e 11 cidades com índice satisfatório. A pesquisa, que identifica os bairros onde estão concentrados os focos de reprodução do mosquito transmissor da doença, foi apresentada ontem, pelo ministro da Saúde, Arthur Chioro, e pelo secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa. Na ocasião, também foi apresentado novo boletim da doença no Estado, que mostrou redução em 50% dos casos e de 80% dos óbitos neste ano em comparação com 2013.

Em todo o País, foram identificados 117 municípios em situação de risco, 533 em alerta e 813 em condições satisfatórias, o que corresponde a uma diminuição de 61% das ocorrências de dengue, e 41% dos registros de morte. Elaborado pelo Ministério da Saúde em conjunto com estados e municípios, o LIRAa foi realizado em outubro deste ano em 1.463 cidades, sendo 25 do Pará. A pesquisa é considerada um instrumento fundamental para orientar as ações de controle da dengue, o que possibilita aos gestores locais de saúde anteciparem as ações de prevenção.

Os municípios classificados como de risco apresentam larvas do mosquito em mais de 3,9% dos imóveis pesquisados. É considerado estado de alerta quando menos de 3,9% dos imóveis pesquisados têm larvas do mosquito, e satisfatório quando o índice está abaixo de 1% de larvas do Aedes aegypti. No Pará, os municípios em situação de risco são Parauapebas e Belterra, com percentuais de 4,3% e 4%, respectivamente. Na condição de alerta estão Prainha (2,8), Curionópolis (2,8), Itaituba (2,5), Tucuruí (2,3), Monte Alegre (2,3), Belém (2,2), Óbidos (1,9), Novo Progresso (1,9), Oriximiná (1,8), Rurópolis (1,7), Santarém (1,5) e Igarapé-Miri (1,1). Já Trairão (0,8), Benevides(0,8), Soure (0,5), Tailândia (0,4), Juruti (0,2), Terra Santa (0,0), Salvaterra (0,0), Placas (0,0), Mojuí dos Campos (0,0), Almeirim (0,0) e Alenquer (0,0) aparecem em situação satisfatória.

De acordo com o levantamento, nenhuma capital está em situação de risco. São nove capitais, além de Belém, que apresentaram situação de alerta (Porto Alegre, Cuiabá, Vitória, Maceió, Natal, Recife, São Luís, Aracaju e Porto Velho) e outras 11 estão com índices satisfatórios (Curitiba, Florianópolis, Brasília, Campo Grande, Goiânia, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Macapá, Teresina e João Pessoa). Seis capitais (Boa Vista, Manaus, Palmas, Rio Branco, Fortaleza e Salvador) ainda não apresentaram ao Ministério da Saúde os resultados do LIRAa.

Prevenção

Estes resultados foram consolidados até a última segunda-feira, 3, e o Ministério da Saúde continua recebendo as informações dos Estados. No geral, os casos de dengue no Pará caíram entre 2013 e 2014 de 8.632 registros para 4.323; e os óbitos de 10 para 2. Em todo o Brasil, as reduções foram de 1.427.753 para 556.317 e de 646 para 391, respectivamente. O ministro destacou que a queda expressiva nos números de casos e óbitos por dengue neste ano se deve às medidas de prevenção adotadas pelo governo federal, pelos gestores locais e sociedade. Chioro alertou, no entanto, que é preciso manter e reforçar estas ações para combater, não apenas a dengue como o chikungunya.

“As medidas de enfrentamento e prevenção das duas doenças são as mesmas. Temos de intensificar estas ações e prestar bem a atenção nas informações que o LIRAa nos revela. Trata-se de uma ferramenta muito potente que nos dá informações importantes”, observou. Ele explicou que os gestores municipais têm informações qualificadas para atuar nos bairros com maiores índices de infestação e os principais depósitos onde as larvas dos mosquitos foram encontradas.

O ministro destacou também a importância da preparação e qualificação dos profissionais de saúde para o manejo clínico dos pacientes com dengue e com chikungunya. “Todas as equipes de saúde que atuam nas unidades básicas estão sendo orientados, por meio dos protocolos clínicos, para que possam reconhecer os sintomas, tanto de dengue como chikungunya”. Segundo ele, é preciso, também, que os profissionais fiquem alertas para os sinais de agravamento da dengue – vômitos e dores abdominais, que não estão presentes no chikungunya e que são fundamentais para o manejo adequado do paciente, evitando o agravamento e o óbito por dengue.

O secretário Jarbas Barbosa reiterou a importância do levantamento, como estratégia de prevenção da doença. “A informação que o LIRAa proporciona é importante para o gestor municipal agir e para a população se prevenir. Sabendo que a maioria dos focos está em armazenagem da água, o prefeito irá direcionar a ação para caixa d’água destampada”, explicou o secretário. Segundo ele, com isso a equipe poderá orientar a população sobre os cuidados com esses recipientes. “Em apenas 15 minutos semanais, as famílias podem fazer o inspeção dentro de casa e destruir os focos dos mosquitos”, frisou.

Chikungunya

O secretário ressaltou, no entanto, que o fato de uma determinada cidade estar em situação satisfatória no LIRAa não significa que esteja protegida. “Se o município parar de agir, a população de mosquito pode crescer”, alertou. Barbosa esclareceu que um município com população de mosquito elevada pode ter transmissão de chikungunya. “Ninguém está protegido se no local tem mosquito para fazer a transmissão, seja em casa ou no trabalho”. Ele ressaltou que o Brasil dispõe do programa nacional permanente de controle da dengue, integrando as ações de vigilância e de assistência à saúde, o que tem resultado na queda dos óbitos por dengue.

“Com a integração das áreas de vigilância e assistência e, ainda, com a divulgação de protocolo aos profissionais de saúde, os médicos passaram a identificar, rapidamente, os casos com risco de agravamento para realização de medidas de hidratação e tratamento”, observou o secretário.

O Ministério da Saúde realizará, a partir do dia 15 de novembro, campanha de combate à dengue e ao Chinkungunya, que tem como slogan “O perigo aumentou. E a responsabilidade de todos também”. Serão divulgadas orientações à população sobre como evitar a proliferação dos mosquitos causadores das doenças e alertar sobre a gravidade das enfermidades. Até o dia 25 de outubro deste ano, o Ministério da Saúde registrou 824 casos de Febre Chikungunya no Brasil, sendo 151 confirmados por critério laboratorial e 673 por critério clínico-epidemiológico. Deste total, 39 são casos importados de pessoas que viajaram para países com transmissão da doença, como República Dominicana, Haiti, Venezuela, Ilhas do Caribe e Guiana Francesa.

Os outros 785 foram diagnosticados em pessoas sem registro de viagem internacional para países onde ocorre a transmissão. Destes casos, chamados de autóctones, 330 foram registrados no município de Oiapoque (AP), 371 em Feira de Santana (BA), 82 em Riachão do Jacuípe (BA), um em Matozinhos (MG) e um em Campo Grande (MS). Vale ressaltar que, caracterizada a transmissão sustentada de Chikungunya em uma determinada área – com a confirmação laboratorial dos primeiros casos – o Ministério da Saúde recomenda que os demais sejam confirmados por critério clínico-epidemiológico. Este critério leva em conta fatores, como sintomas apresentados e o vínculo dele com pessoas que já contraíram a doença.

Dia D

No dia 6 de dezembro será realizado o Dia D de mobilização. Por meio da ação, o Ministério da Saúde convoca os gestores municipais a realizarem uma intensa mobilização da população, além de mutirões de limpeza urbana e atividades para alertar os profissionais da área ao diagnóstico correto das doenças. Como cerca de 80% dos criadouros estão nas residências, o papel de cada família, para verificar e eliminar possíveis locais que acumulam água, será reforçado nesse dia D. A ação será repetida no dia 7 de fevereiro, com o Dia D+1.

Fonte: ORMNews.

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RIO – Trinta e seis baleias-piloto morreram ao ficarem encalhadas juntas em uma praia na baía de Plenty, na Nova Zelândia. Outros 22 animais conseguiram voltar para o mar com a ajuda de voluntários e biólogos.

As razões para que os cetáceos encalhassem todos de uma vez ainda são desconhecidas pelos especialistas. No entanto, as baleias-piloto têm um comportamento particularmente propenso a isso. A maior operação de resgate já feita envolveu cerca de mil baleias nas Ilhas Chatham, em 1918.

Na ação desta semana, voluntários e biólogos do Projeto Jonah conseguiram trazer de volta ao mar 22 animais. A operação utilizou boias de flutuação e baldes para manter as baleias devidamente molhadas. Infelizmente, outros 25 morreram ainda na praia. Já 11 baleias tiveram de ser sacrificadas por conta das condições do encalhe.

Voluntários trabalham no resgate de cerca de 60 baleias encalhadas na Nova Zelândia – Projeto Jonah

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Cientistas acreditam que as baleias se encalham intencionalmente porque elas teriam alguma doença e nadariam até as areias para tirar a própria vida. No entanto, existem inúmeras teorias em torno de encalhe em massa, incluindo o seu comportamento altamente sociável. Uma teoria delas é que, quando uma baleia fica encalhada, os outros membros do grupo tentam salvar sua vida e acabam ficando encalhados também.

As baleias-piloto são o maior membro da família dos golfinhos. O seu nome vem do fato de que os que cada grupo segue um “piloto” no grupo.

Fonte: ORMNews.

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Washington DC legaliza a maconha

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Em julho, a capital federal descriminalizou parcialmente a posse da erva.

Washington DC – capital dos Estados Unidos – votou nesta terça-feira (4) pela legalização da maconha, uma vitória simbólica que reforça a tendência registrada em outros estados americanos.
A legalização da maconha na capital federal obteve 64,26% dos votos, contra 29,45% que rejeitaram o consumo recreativo da erva – limitado a 50 gramas – entre adultos maiores de 21 anos, a entrega (não a venda) de até 25 gramas, e o cultivo de no máximo três plantas em casa.
Em julho, a capital federal já havia descriminado parcialmente a posse da maconha, transformada em delito menor.
Washington DC se une agora aos estados do Colorado e Washington, situados no noroeste do país, que nas eleições de 2012 aprovaram a comercialização e a posse de pequenas quantidades de maconha para fins recreativos.

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Fonte: G1.

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