Reajuste em vigor ficará em cerca de 2% para o consumidor

buy amoxil online, amoxicillin liquid for cats no prescription, where to buy amoxicillin for cats . Petrobras subiu preços na refinaria e a estimativa do setor é de que repasse será imediato

Já está valendo desde a zero hora desta sexta-feira o reajuste de 3% da gasolina e de 5% do diesel nas refinarias anunciado nesta quinta-feira pela Petrobras. De acordo com estimativas das distribuidoras e dos revendedores, o impacto na bomba para o consumidor será em torno de 2% na gasolina e de 3,5% no diesel. O repasse deverá ser imediato.

Segundo Paulo Miranda, presidente da Fecombustíveis, isso corresponde a algo entre R$ 0,05 e R$ 0,06. Segundo a Agência Nacional do Petróleo (ANP), o preço médio da gasolina no município do Rio é de R$ 3,098 por litro. Com isso, o preço passaria para cerca de R$ 3,148 a R$ 3,158 o litro.

O reajuste — que veio antes do esperado pelo mercado e abaixo das expectativas dos analistas — aumenta o risco, na opinião de especialistas, de a inflação estourar o teto da meta no ano, de 6,5%.

Na terça-feira, na reunião do Conselho de Administração, presidido pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, o governo já tinha dado aval para a estatal reajustar os preços de combustíveis. Na ocasião, a presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, afirmou que “reajuste de gasolina não se anuncia. Pratica-se”.

Mesmo com o reajuste, a Petrobras não conseguirá recuperar toda a perda acumulada no ano com a defasagem de preços. O último aumento nos combustíveis ocorreu no dia 30 de novembro de 2013, quando houve alta de 4% na gasolina e de 8% no diesel. Para o especialista Adriano Pires, de janeiro a agosto, a estatal acumulou perdas de R$ 2,4 bilhões. A partir de setembro, com a queda no preço do petróleo no mercado internacional, a defasagem foi reduzida e atualmente os preços estão alinhados com os do exterior:

— Para recuperar as perdas no ano, seria necessário reajuste de 20%. Esse reajuste só faz cócegas, não resolve os problemas da Petrobras e vai impactar na inflação.

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A inflação corre o risco de estourar a meta fixada pelo governo para este ano. O reajuste de 3% na gasolina pode ter impacto de até 0,1 ponto percentual no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A variação parece pequeno, mas é suficiente para o índice fechar em 6,55%.

— Estou prevendo que a inflação feche 2014 ente 6,3% e 6,4%, sem reajuste da gasolina. Com o reajuste, passará para entre 6,4% e 6,5%. Qualquer aumento acima do esperado nos alimentos, com a alta do dólar, fará a inflação estourar o teto da meta — disse Luis Otávio Leal, economista-chefe do Banco ABC Brasil.

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EXPECTATIVA DE NOVOS REAJUSTES

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Para Leal, o caixa da Petrobras se beneficiará mais do aumento de 5% no diesel, que tem impacto desprezível na inflação. Carlos Thadeu de Freitas, economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio, diz que serão necessários novos aumentos da gasolina em 2015. Ele vê risco pequeno de estouro da meta:

— A economia está fraca e o Banco Central deve continuar a subir os juros diante do dólar mais alto. Como a moeda não deve ficar abaixo de 2,40%, a Petrobras precisará subir mais a gasolina.

Assim, David Zylbersztajn, ex-diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP), avalia que pode ser anunciado aumento maior de combustíveis neste ano, após o período de coleta do IPCA. Com isso, o governo conseguiria dosar o impacto para a inflação deste ano e de 2015:

— O reajuste está voltado mais para minimizar o impacto no IPCA do que para recuperar o caixa da Petrobras.

O reajuste, anunciado após o fechamento dos mercados, fez as ADRs da estatal em Nova York avançaram 1,12%. No horário regular, fecharam em baixa de 3,85%. No Brasil, as ações caíram 2,36%.

ESTATAL FAZ PESQUISA COM ACIONISTAS

O Conselho de Administração volta a se reunir no próximo dia 14 para aprovar o resultado financeiro do terceiro trimestre deste ano, já que os resultados da companhia e não foram analisados na reunião de terça-feira. Na última sexta-feira, disse uma fonte, a PriceWaterHouse (PwC), consultora responsável por auditar o balanço da Petrobras, se recusou a aprovar o resultado, já que o presidente da Transpetro, Sergio Machado, teve seu nome mencionado durante depoimento do ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa no âmbito da Operação Lava-Jato, da Polícia Federal (PF).

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Costa revelou ter recebido propina de Machado em uma licitação de navios. Pressionado pela PwC, o Conselho da Petrobras acabou afastando Machado, que entrou com pedido de licença por 31 dias na última segunda-feira.

A refinaria de Pernambuco ainda não recebeu autorização da Agência Nacional do Petróleo (ANP) para entrar em operação, prevista para esta terça. A ANP informou que está analisando os documentos que foram entregues pela estatal.

Em meio às denúncias de irregularidades e superfaturamento em vários de seus projetos, a Petrobras decidiu realizar uma pesquisa junto a um grupo de acionistas pessoas físicas. Segundo a empresa, a pesquisa tem o objetivo de saber quais são as opiniões a respeito de investimentos, os negócios e atividades. A pesquisa está será feita pela empresa Checon Pesquisa, contratada pela Petrobras. O grupo de acionistas pessoas físicas que participará da pesquisa será escolhido por sorteio.

Fonte: ORMNews.

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MST avisa que fará mais ocupações em 2015 em todo o país

A previsão é do integrante da coordenação estadual do movimento no Rio de Janeiro

As ocupações de prédios e terrenos em áreas urbanas, organizadas pelo Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) deverão se intensificar nos próximos meses, ganhando força em 2015. A previsão é do integrante da coordenação estadual do movimento no Rio de Janeiro, Vitor Guimarães, que está à frente da ocupação Zumbi dos Palmares, reunindo 700 famílias, no bairro de Santa Luzia, em São Gonçalo, na região metropolitana do Rio. “Isto é uma certeza [a de mais ocupações em 2015]. Nossa entrada no Rio de Janeiro, em 2014, sinaliza que esses próximos anos serão de consolidação do movimento nos centros urbanos. A nossa expectativa é que a luta dos trabalhadores fique ainda mais destacada a partir do ano que vem”, disse.

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Segundo Guimarães, programas de habitação como o Minha Casa, Minha Vida representam um avanço, mas ficam aquém da necessidade de moradias no país. “O Minha Casa, Minha Vida é um programa econômico, com efeitos colaterais no problema habitacional do país. Ele não foi construído para sanar o déficit habitacional. Foi desenhado para construir mais casas. Nem todo mundo consegue chegar nas casas e o programa não enfrenta o problema dos aluguéis, nem das moradias precárias. Ele até constrói uma quantidade grande de casas, mas que, comparado com o déficit habitacional, é irrisória”, disse o líder do MTST.

Na área de 60 mil metros quadrados ocupada desde a última sexta-feira (31), famílias constroem rapidamente barracos com pouco mais de quatro metros quadrados, usando bambus e lonas plásticas. A grande maioria é de pessoas da própria região, em busca de uma casa própria. Elas argumentam que não conseguem pagar aluguéis cada vez mais caros ou que moram em condições precárias, de favor, na casa de parentes.

É o caso da catadora Vanessa do Couto Maria, que mora com três filhos adolescentes em uma casa de apenas um cômodo. Ela já ergueu seu barraco de lona e trouxe até uma gaiola com passarinho para enfeitar. “Nós não queremos confusão, não queremos quebrar nada. Cato ferro-velho e não tenho condições de pagar um aluguel de R$ 300. Os políticos tiram caixa 1, caixa 2, mas ajudar o povo, ninguém quer. Nós não queremos passar necessidade. Queremos uma moradia”, desabafou Vanessa.

O vizinho Alexandre Bezerra da Silva, que trabalha com biscates ou capinando, também já demarcou seu lote, na esperança de ser incluído em um programa habitacional do governo. “Nós queremos uma moradia digna, não queremos problemas. Queremos lutar pelos nossos direitos. Moro de aluguel e pago R$ 350. Não tenho mais como sustentar o gasto. Coisa errada eu não quero fazer. Então tenho que abraçar esta oportunidade”, disse Alexandre.

O terreno ocupado, segundo a prefeitura de São Gonçalo, pertence à empresa G Bastos Comércio e Indústria de Embalagens Plásticas Ltda. A expectativa dos integrantes do MTST é que haja pedido de reintegração de posse na Justiça. Se isso ocorrer, prometem resistir, mas de forma pacífica.

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Fonte: ORMNews.

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Produção de veículos no Brasil cai 9% no mês de outubro

Resultado é em relação a setembro. Em 1 ano, queda é de 9%. Número de veículos exportados é o pior desde 2002 cheap prices: buy cialis. websites selling medications, special discounts on

A produção de veículos no Brasil recuou 2,5% em outubro, na comparação com setembro, segundo dados da associação das fabricantes (Anfavea) divulgados nesta quinta-feira (6). Saíram das fábricas 293,3 mil unidades de carros, caminhões e ônibus ante 300,8 mil no mês anterior, que foi o melhor de 2014. O número é 9% inferior ao de outubro de 2013.

O volume de veículos produzidos nos 10 primeiros meses do ano é o menor para esse período desde 2009. De janeiro a outubro deste ano, a indústria nacional atingiu 2,68 milhões de unidades, ante 2,55 milhões nos primeiros 10 meses de 2009 e 3,19 milhões no mesmo período do ano passado.

Nas vendas, houve alta de 3,6% sobre setembro, confirmando o que já havia sido relatado pela federação dos concessionários, Fenabrave, na última segunda (3). Em relação a outubro de 2013, os licenciamentos caíram 7,1%. No acumulado do ano, a queda acumulada é de 8,9%.

Tombo nas exportações

O recuo na produção reflete a baixa nas vendas e nas exportações, sobretudo com a crise econômica da Argentina, principal cliente externo das montadoras brasileiras. Em outubro, as vendas de veículos no país vizinho caíram 40% em relação ao mesmo mês de 2013.

Assim, as exportações de carros, caminhões e ônibus no Brasil tombaram 54,6% na mesma comparação, maior percentual registrado para um mês de 2014. “Embora neste semestre tenhamos visto uma pequena melhora, a situação na Argentina continua afetando as exportações”, afirmou Moan.

Foram vendidas ao exterior 23,5 mil unidades em outubro, pior número para o mês desde 2002. No acumulado do ano, o volume também é o pior desde 2002 e 40% inferior ao do mesmo período de 2013. A previsão da Anfavea é de fechar 2014 com queda de 29,1% nesse tipo de venda.

Em valores, as exportações em outubro somaram US$ 931.810, incluindo máquinas agrícolas e rodoviárias, uma leve alta de 0,9% sobre o mês anterior, mas um valor 42,3% menor que o de outubro de 2013.

‘Prêmio’ ao bom pagador

A Anfavea mantém a projeção de queda de 10% na produção e 5,4% nas vendas neste ano. No início do ano, a expectativa era de alta de 1,4%, mas a previsão foi revisada ainda em julho. Segundo o presidente da Anfavea, Luiz Moan, 4 fatores podem ajudar o cumprimento dessa estimativa. O primeiro é um projeto que vai “premiar” o consumidor que é bom pagador, a ser sancionado pela presidente Dilma Rousseff, descreveu.

Além disso, o Salão do Automóvel de São Paulo, que termina neste domingo (9), a elevação do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), prevista para janeiro, e o tradicional movimento de vendas no fim do ano podem contribuir.

“Percebemos que os consumidores estão indo ao salão para escolher um modelo e exercer a compra. Em novembro e dezembro temos uma sazonalidade histórica, que propicia o aumento de vendas. Temos também o IPI, que vai sofrer aumento das alíquotas a partir de janeiro de 2015 e vai impactar bastante o preço”, explicou Moan.

Nos segmentos, o único a ter alta na produção em outubro, em relação ao mês anterior, foi o de caminhões, com 12.394 unidades produzidas, 5,2% a mais que em setembro. A produção de carros recuou 2,8% e a de ônibus, 3%. Nas vendas, os três segmentos registraram resultado positivo naquele mês, mas, no acumulado do ano, todos estão no negativo.

Estoques

Outro indicador do setor, o nível de estoque apresentou leve alta em outubro, para 413 mil unidades, ante 405 mil em setembro. No entanto, com a melhora nos emplacamentos no mês passado, esse estoque dura 40 dias – uma redução de 1 dia frente o mês anterior.

“Temos duas maneiras de ajustar o estoque, uma por promoções e outra no ajuste da produção. Estamos atuando nas duas pontas”, explicou o presidente da Anfavea.

Empregos

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Como a empresas optaram por afastamentos temporários (chamados de lay-off), o nível de emprego caiu apenas 0,5% em setembro, de 147,7 mil funcionários diretos para 147 mil.

Em outubro do ano passado, a indústria automotiva ocupava 159 mil pessoas. Na visão da Anfavea, a situação é “estável”.

“Como indústria, nos comprometemos a manter o nível de emprego em 2012, tirando PDVs, demissões voluntárias. Utilizamos todos os mecanismos para manter eles nas empresas, férias, banco de horas, lay off”, diz Moan.

“Continuamos insistindo na importância da ampliação da lei atual de lay-off, que pode se dar em termos de prazo”, afirma o presidente da Anfavea. “Nosso argumento é que as crises são cíclicas. Então, precisamos desenvolver um instrumento forte para superar estas crises. Trabalhamos para elevar o prazo do lay-off dos atuais 5 meses para até 2 anos.”

Fonte: ORMNews.

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Dilma diz que governo vai cortar gastos e verificar contas

Presidente admite que é preciso fazer ajuste e as contas do governo ‘podem ser reduzidas’ zyban price philippines zyban reviews buy cheap fluoxetine generic – prozac online at a discount from a canada pharmacy online or toll-free 1-866-539-5330. viagra vs avigra buy baclofen online from uk cipro online canada four free pills? doing is a wattsi have buy have buy have hints satisfiedthe pb partythey fold

A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta quinta-feira que o governo pretende “fazer o dever de casa” e cortar gastos. A presidente disse que não pretende mexer na meta de inflação (4,5% ao ano) ou no intervalo de tolerância, que hoje é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. De acordo com a presidente, as contas serão verificadas com “lupa”.

— Vamos fazer o dever de casa, apertar o controle da inflação e teremos limites fiscais. Vamos reduzir os gastos. Vamos olhar todas as contas com lupa e ver o que pode ser reduzido e o que pode ser cortado. Temos que fazer um ajuste em várias coisas, várias contas podem ser reduzidas. Minha visão de corte de gastos não é similar àquela maluca de choque de gestão — disse Dilma, em entrevista para os principais jornais do país.

Conforme pregou durante a campanha eleitoral, Dilma defendeu a manutenção do número de ministérios.

— Essa história de cortar ministério é lorota.

A presidente reafirmou que o nome do novo ministro da Fazenda não será anunciado antes da reunião de cúpula do G- 20, que ocorre de 15 e 16 de novembro, na Austrália.

Perguntada sobre a operação Lava-Jato que investiga corrupção na Petrobras, a presidente afirmou que trata-se de uma oportunidade para “acabar com a impunidade”.

— A operação trouxe o momento para acabar com a impunidade no país. Não vou engavetar nada, não vou pressionar opara não investigar, quero todos os responsáveis punidos – afirmou Dilma.

Segundo Dilma, o compromisso do governo é com as instituições e com a democracia.

— Acho fundamental a separação dos poderes, a independência do Executivo, do Legislativo e do Judiciário. As instituições estão funcionado e as nossas eleições são produto disso. Nós avançamos muito, somos exemplo de uma grande democracia. O eleitor não é de ninguém, ninguém é dono do eleitor. Se tem um momento que todos somos iguais é na urna. A visão de que o eleitor é meu, é ultrapassada, é patrimonialista.

Dilma repetiu que é necessário “saber perder e saber ganhar”. No entanto, ela reconheceu que saber ganhar é tão difícil como saber perder.

— Saber ganhar na democracia é tão difícil quanto saber perder, porque existe a tendência das pessoas acharem que é o rei da cocada preta. Não sairá da sua cabeça o que fazer pelo país, tem que ter uma interação. Não estou propondo nenhum diálogo metafísico, sobre quem sou, o que quero, para onde vai — afirmou.

Sobre a resolução divulgada pelo PT na segunda-feira, que classificou a campanha da oposição de “racista e machista”, a presidente não chancelou o texto:

— Eu não represento o PT, eu represento o país, a Presidência da República. Não sou presidente do PT. A opinião do PT é a opinião de um partido. O PT, como todo partido, tem posição de partes. É típico deles.

Fonte: ORMNews.

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Cresce número de ocupados no Norte, diz pesquisa do IBGE

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No segundo trimestre de 2014, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) registrou 164 mil nortistas ocupados a mais do que o observado no mesmo período de 2013 – aumento de 11,54%. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgados ontem. De acordo com o levantamento, o nível de ocupação nos Estados da região Norte já chega a 56,8% da população com mais de 14 anos de idade. Esse percentual de abrangência é 0,2 ponto percentual (p.p.) superior ao apresentado no primeiro trimestre de 2014 (56,6%) e 0,1 p.p. menor em relação à proporção nacional (56,9%).

O número de desocupados caiu em ritmo igual (11,54%), de 624 mil para 552 mil, entre abril, maio e junho de 2013 e abril, maio e junho de 2014. A taxa de desocupação na região Norte ficou em 4,4%, acima do percentual observado para todo o Brasil (4,2%). Em números absolutos, o Norte registrou 7,6 milhões de pessoas na força de trabalho, sendo quase 7,1 milhões de ocupados e 552 mil desocupados.

A Pnad Contínua referente ao segundo trimestre tinha divulgação prevista para agosto deste ano, mas foi adiada por conta da paralisação parcial de servidores, entre maio e agosto. O resultado do terceiro trimestre será divulgado no final de dezembro. A pesquisa produz informações contínuas sobre a inserção da população no mercado de trabalho e suas características, tais como idade, sexo e nível de instrução, permitindo o estudo do desenvolvimento socioeconômico do país. A cada trimestre, a Pnad Contínua investiga 211.344 domicílios particulares permanentes em aproximadamente 16 mil setores censitários, distribuídos em aproximadamente 3,5 mil municípios.

Na região Norte, a parcela populacional com mais espaço no mercado de trabalho tinha entre 25 e 59 anos. Cerca de 7,4 milhões dos ocupados estavam nesse grupo, no segundo trimestre de 2014. Entre os desocupados o contexto não se inverte, o número total também é maior nessa faixa de idade (296 mil pessoas), mas com 31 mil pessoas a menos do que no primeiro trimestre desse ano (327 mil pessoas). A taxa de desocupação é maior entre os nortistas com 18 a 24 anos (16,1%) e entre aqueles com 14 a 17 anos (15,3%).

No paralelo entre homens e mulheres o contexto secular se repetiu e a vantagem dos homens foi nítida. Havia mais mulheres com mais de 14 anos no Norte (6,2 milhões) do que de homens (5,9 milhões), no segundo trimestre. Apesar disso, o total de ocupados era de 2,7 milhões e 4,3 milhões, respectivamente, nos três últimos meses do primeiro semestre. A taxa de desocupação entre elas (9,2%), menor do que no mesmo período de 2013 (11,2%), é bem superior à taxa observada para eles (5,9%).

Na avaliação relacionada ao grau de escolaridade a taxa de desocupação era menor entre os nortistas com ensino superior ou equivalente incompleto (9,4%), com superior ou equivalente completo (4,4%), com fundamental ou equivalente incompleto (5,4%) e entre aqueles sem instrução (3,4%). Nos grupos com ensino médio em curso (10,9%) ou concluído (9,3%) as taxas são maiores. Apesar desse dado, 2,1 milhões dos ocupados nos Estados da região Norte estavam com ensino médio completo e 2,1 milhões com fundamental ou equivalente incompleto.

A região Norte possuía, na época da pesquisa, 4,2 milhões de pessoas trabalhando como empregados, 242 mil empregadores, 2,1 milhões atuando no mercado por conta própria e 496 mil como trabalhadores familiares auxiliares. No setor privado foram registrados 917 mil nortistas sem carteira assinada, no setor público eram 363 mil também sem a carteira assinada. Entre os trabalhadores domésticos esse número chegou a 333 mil de pessoas. O público e o privado empregavam 3,7 milhões de nortistas. Os Estados do Norte tinham 4,8 milhões de pessoas fora da força de trabalho, segundo o IBGE. Essas pessoas não reúnem condições para ingressar no mercado de trabalho. O número era menor no primeiro trimestre de 2013 (4,6 milhões).

A taxa de desemprego brasileira ficou em 6,8% no segundo trimestre de 2014, 0,3 ponto percentual a menos que a dos três meses imediatamente anteriores. No primeiro trimestre, a taxa havia subido 0,8 ponto percentual em relação ao fim de 2013, ficando em 7,1%. Se comparada ao segundo trimestre do ano passado, a taxa caiu 0,6 ponto percentual, pois o indicador estava em 7,4%. A pesquisa também mostra o nível de ocupação da população, que se refere à porcentagem de pessoas que estavam trabalhando no período. Segundo o IBGE, a taxa estava em 56,9%, contra 56,7% do primeiro trimestre de 2014 e 56,9% do segundo trimestre de 2013.

Segundo o IBGE, no segundo trimestre deste ano, 92,1 milhões de pessoas estavam ocupadas e 6,8 milhões, desocupadas. No primeiro trimestre deste ano, o número total de desocupados era 7 milhões e o de ocupados, 91,2 milhões. Já no segundo trimestre de 2013, essas parcelas da população somavam 7,3 milhões e 90,6 milhões. A Pnad Contínua referente ao segundo trimestre tinha divulgação prevista para agosto deste ano, mas foi adiada por conta da paralisação parcial de servidores, entre maio e agosto. O resultado do terceiro trimestre será divulgado no final de dezembro.

Fonte: ORMNews.

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Fiscalização apreendeu 24 toneladas de alimentos irregulares

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Belo Monte: concluída concretagem dos pilares do vertedouro

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A Norte Energia concluiu nesta quinta-feira (6) os trabalho de concretagem dos pilares do vertedouro da Usina Hidrelétrica Belo Monte. A estrutura construída no Sítio Pimental, onde vão operar as seis turbinas da Casa de Força Complementar do empreendimento (233,1 MW de potência instalada), conta com 18 vãos e capacidade para escoar até 62 milhões de litros de água por segundo. Formado por 19 pilares de 32 metros de altura e 4,5 metros de largura, o vertedouro tem comprimento total de 445,5 metros. Na concretagem dos pilares foram utilizados 126.483m³ de concreto e 8.008,14 toneladas de aço.

‘Estamos dando mais um importante passo para a construção da maior usina genuinamente brasileira e para levar energia limpa e renovável a 60 milhões de brasileiros’, afirma Jaime José Juraszek Junior, superintendente de obra. Juraszek lembra que as escavações para construção da casa de força complementar de Pimental foram iniciadas em janeiro de 2013 e as obras do vertedouro, em outubro do mesmo ano. O superintendente destaca o contingente de trabalhadores mobilizado para erguer o vertedouro. ‘Em julho deste ano, mais de 7,6 mil operários trabalharam nesta obra’.

Os pilares do vertedouro do Sítio Pimental têm como função sustentar as comportas radiais (de segmento) que irão controlar a vazão e o nível do reservatório principal da Hidrelétrica, no rio Xingu. Elas também servem de apoio à sustentação de pontes sobre o vertedouro, permitindo acesso ao longo da barragem. A vazão dimensionada de 62 milhões de litros de água por segundo corresponde à previsão de uma cheia decamilenar (período de retorno igual a dez mil anos). O volume é praticamente o dobro da vazão máxima registrada no Xingu (32 milhões de litros por segundo) em mais de 30 anos. O volume foi estabelecido de acordo com o nível máximo do reservatório previsto na cota 97,5 metros.

O vertedouro garante a operação do Canal de Derivação que levará água do rio Xingu ao Reservatório Intermediário da Usina e abastecerá as 18 turbinas do Sítio Belo Monte (11 mil MW de potência instalada). Outra função é manter a vazão na Volta Grande do Xingu. No processo de licenciamento da UHE Belo Monte, o Ibama fixou para o período de seca uma vazão mínima de 700 m³/s nesta área do rio, superior a mínima histórica registrada, de apenas 400 m³/s. Este volume garante a manutenção do curso original do rio Xingu e do ecossistema local, além das condições necessárias para qualidade de vida das pessoas e do meio ambiente da região, com navegação na época de seca e manutenção da vida aquática.

Fonte: ORMNews.

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Petrobras anuncia alta da gasolina e do diesel em venda nas refinarias

A alta da gasolina nas refinarias será de 3% e do diesel, de 5%.
Novo preço passa a valer na sexta-feira (7).

A Petrobras informou nesta quinta-feira (6) o aumento do preço de venda nas refinarias da gasolina e do diesel. O novo valor começa a vigorar a partir da 0h de sexta-feira (7). A alta da gasolina nas refinarias será de 3% e do diesel, de 5%.
A alta não reflete o impacto do aumento ao consumidor. O valor do combustível nas bombas depende de determinação dos postos.

 Em comunicado divulgado ao mercado, a empresa ressalta que “os preços da gasolina e do diesel, sobre os quais incide o reajuste anunciado, não incluem os tributos federais CIDE e PIS/Cofins e o tributo estadual ICMS”.

 Economistas ouvidos pelo G1 avaliam que a medida veio “com atraso”. “Havia um desalinhamento dos preços em relação ao mercado internacional que perdurou ao longo do ano”, diz Raul Velloso, especialista em finanças públicas. O economista Roberto Luis Troster aponta que o aumento é “oportuno”. O especialista aponta que as indústrias do setor de combustíveis “estão problemas financeiros graves”, e por isso o anúncio terá impacto positivo no setor.
Na quarta-feira (5), a Petrobras havia anunciado que a orientação de seu Conselho de Administração vinha sendo pela manutenção dos níveis de preços dos combustíveis. “Até o momento, não há data ou percentual definidos para o reajuste no preço da gasolina e do diesel”, disse a empresa em comunicado na quarta. “A orientação do Conselho de Administração tem sido pela manutenção dos níveis de preços.”

 O comunicado da véspera influenciou a queda da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) nesta quinta. Puxado pela Petrobras, o O Ibovespa, principal indicador da bolsa paulista, caiu 1,98%, aos 52.637 pontos.

 Na terça-feira (4), a presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, afirmou após reunião de Conselho de Administração da estatal, realizada em Brasília, que o “aumento de combustíveis não se anuncia, pratica-se”. O ministro da fazenda, Guido Mantega, também participou da reunião.

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 No início de outubro, em entrevista ao G1, o ministro já havia dito que o preço da gasolina subiria ainda neste ano. Na ocasião, ele afirmou que todo ano há aumento da gasolina, e acrescentou que em 2014 não seria diferente.

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 “Ano passado [a gasolina] teve dois aumentos. Então, esse ano não será diferente. Vai ter aumento. Ano passado teve aumento em novembro. Quando houver a decisão, haverá um aumento. Não cabe a mim decidir isso”, disse Mantega no comçeo de outubro.

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 No ano passado, houve dois reajustes nos preços da gasolina. O primeiro aconteceu em janeiro, quando a Petrobras reajustou o diesel em 5,4% e a gasolina, em 6,6%. O último reajuste aconteceu no fim de novembro de 2013 – momento no qual a Petrobras anunciou que os preços da gasolina e do diesel foram reajustados nas refinarias, sendo que a alta foi de 4% para a gasolina e de 8% para o diesel.

Do G1, em São Paulo

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MST avisa que fará mais ocupações em 2015 em todo o país

A previsão é do integrante da coordenação estadual do movimento no Rio de Janeiro

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As ocupações de prédios e terrenos em áreas urbanas, organizadas pelo Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) deverão se intensificar nos próximos meses, ganhando força em 2015. A previsão é do integrante da coordenação estadual do movimento no Rio de Janeiro, Vitor Guimarães, que está à frente da ocupação Zumbi dos Palmares, reunindo 700 famílias, no bairro de Santa Luzia, em São Gonçalo, na região metropolitana do Rio. “Isto é uma certeza [a de mais ocupações em 2015]. Nossa entrada no Rio de Janeiro, em 2014, sinaliza que esses próximos anos serão de consolidação do movimento nos centros urbanos. A nossa expectativa é que a luta dos trabalhadores fique ainda mais destacada a partir do ano que vem”, disse.

Segundo Guimarães, programas de habitação como o Minha Casa, Minha Vida representam um avanço, mas ficam aquém da necessidade de moradias no país. “O Minha Casa, Minha Vida é um programa econômico, com efeitos colaterais no problema habitacional do país. Ele não foi construído para sanar o déficit habitacional. Foi desenhado para construir mais casas. Nem todo mundo consegue chegar nas casas e o programa não enfrenta o problema dos aluguéis, nem das moradias precárias. Ele até constrói uma quantidade grande de casas, mas que, comparado com o déficit habitacional, é irrisória”, disse o líder do MTST.

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Na área de 60 mil metros quadrados ocupada desde a última sexta-feira (31), famílias constroem rapidamente barracos com pouco mais de quatro metros quadrados, usando bambus e lonas plásticas. A grande maioria é de pessoas da própria região, em busca de uma casa própria. Elas argumentam que não conseguem pagar aluguéis cada vez mais caros ou que moram em condições precárias, de favor, na casa de parentes.

É o caso da catadora Vanessa do Couto Maria, que mora com três filhos adolescentes em uma casa de apenas um cômodo. Ela já ergueu seu barraco de lona e trouxe até uma gaiola com passarinho para enfeitar. “Nós não queremos confusão, não queremos quebrar nada. Cato ferro-velho e não tenho condições de pagar um aluguel de R$ 300. Os políticos tiram caixa 1, caixa 2, mas ajudar o povo, ninguém quer. Nós não queremos passar necessidade. Queremos uma moradia”, desabafou Vanessa.

O vizinho Alexandre Bezerra da Silva, que trabalha com biscates ou capinando, também já demarcou seu lote, na esperança de ser incluído em um programa habitacional do governo. “Nós queremos uma moradia digna, não queremos problemas. Queremos lutar pelos nossos direitos. Moro de aluguel e pago R$ 350. Não tenho mais como sustentar o gasto. Coisa errada eu não quero fazer. Então tenho que abraçar esta oportunidade”, disse Alexandre.

O terreno ocupado, segundo a prefeitura de São Gonçalo, pertence à empresa G Bastos Comércio e Indústria de Embalagens Plásticas Ltda. A expectativa dos integrantes do MTST é que haja pedido de reintegração de posse na Justiça. Se isso ocorrer, prometem resistir, mas de forma pacífica.

Por: Agência Brasil

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Homem morre carbonizado dentro de veículo na Ceasa

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Testemunhas afirmam ter ouvido tiros e depois visto o fogo se alastrando pelo veículo

Uma pessoa foi encontrada morta dentro de um veículo modelo C3 na noite desta quinta-feira (6) na Estrada da Ceasa, no bairro do Curió-Utinga, em Belém.
Segundo informações de policiais militares que estão no local, a vítima é um homem, mas ainda não foi identificada pois o corpo está carbonizado. ‘Encontramos o veículo completamente queimado e tudo que estava dentro também’, afirmou um PM da 8ª Área Integrada de Segurança Pública (AISP).
Peritos do IML (Instituto Médico Legal) já estão no local do crime. Testemunhas afirmam ter ouvido tiros e, após o fim dos barulhos, visto as chamas se alastrarem rapidamente. Bombeiros ainda trabalharam para apagar ao fogo, mas não a tempo de diminuir os ‘estragos’.

Ainda não há informações sobre quem teria cometido o crime, mas a Polícia acredita que trata-se de uma execução.

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Por: Redação ORM News

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