MPF lança edital com vagas para o Pará

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Foi divulgado nesta sexta-feira (14), o edital para o cargo de procurador do Ministério Público Federal (MPF). No total, serão ofertadas 69 vagas. Quatro vagas são para o Pará, nos municípios de Belém, Itaituba, Marabá e Tucuruí.

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O concurso contemplará, ao todo, 24 estados, mais o Distrito Federal (exceto Acre e Espírito Santo), em cidades do interior e capitais. O cargo ofere remuneração mensal de até R$25.260.

O trecho do Diário Oficial da União (DOU) com todas as informações pode ser lido aqui. Para participar do concurso é necessário fazer uma pré-inscrição disponível na internet.

Para concorrer, os interessados devem ter formação em Direito, além de três anos de atividade forense comprovada. O período para a inscrição preliminar inicia na próxima segunda-feira (17), no site da Procuradoria Geral da República (PGR). A taxa de inscrição é de R$210, podendo ser pago em qualquer agência do Banco do Brasil.

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O conteúdo programático para estudo contém cinco grupos, abrangendo Direito Constitucional e Metodologia Jurídica, Proteção Internacional dos Direitos Humanos e Direito Eleitoral (I); Direito Administrativo e Direito Ambiental, Direito Tributário e Direito Financeiro, Direito Internacional Público e Direito Internacional Privado (II); Direito Econômico e Direito do Consumidor, Direito Civil e Direito Processual Civil (III); e Direito Penal e Direito Processual Penal (IV).

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(DOL com informações do portal Folha Dirigida)

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Justiça cobra melhorias para trânsito em Santarém

Justiça cobra melhorias para trânsito em Santarém (Foto: Eliseu Dias/Agência Pará)
Segundo a decisão, a falta de sinalização e de profissionais no trânsito de Santarém coloca em risco a segurança da população. (Foto: Eliseu Dias/Agência Pará)
A Justiça determinou prazos para que a prefeitura de Santarém, no oeste paraense, sinalize as vias da cidade e realize um concurso público para agentes de trânsito, além de outras ações de ordenamento das vias públicas. A medida foi resultado de uma ação feita pelo Ministério Público do Estado (MPE) apontando “precariedades na sinalização” e outros problemas de trânsito no município.

A decisão foi da juíza de direito Karise Assad, que entendeu que o cenário na cidade é “extremo, gravíssimo e exige a firme e eficiente aplicação das medidas judiciais cabíveis para salvaguardar vidas”.

O município tem o prazo de 30 dias para criar o cargo de engenheiro de tráfego na Secretaria Municipal de Mobilidade e Trânsito (SMT), com contratação excepcional de um profissional especializado,e realizar em até um ano um concurso público para o cargo e para agentes de trânsito.

No prazo de 180 dias, a prefeitura deve apresentar planejamento para sinalização eletrônica, proibição de liberação de vias asfaltadas ou pavimentadas sem sinalização, sinalização de todas as vias asfaltadas ou pavimentadas, apresentação de planejamento, com datas definidas, para sinalização vertical, horizontal e eletrônica e ainda proceder identificadores das vias nesse mesmo prazo.

Em caso de descumprimento, a multa diária é de R$ 1 mil, sobre cada item determinado. A juíza determinou também audiência de conciliação para o dia 5 de dezembro, às 11h30, durante a semana da conciliação.

(DOL com informações do MPT)

Segundo a decisão, a falta de sinalização e de profissionais no trânsito de Santarém coloca em risco a segurança da população. (Foto: Eliseu Dias/Agência Pará)
Segundo a decisão, a falta de sinalização e de profissionais no trânsito de Santarém coloca em risco a segurança da população. (Foto: Eliseu Dias/Agência Pará)

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Mega-Sena acumula, e prêmio pode chegar a R$ 80 milhões

Confira as dezenas sorteadas: 01 – 21 – 22 – 27 – 32 – 45.
Quinta teve 134 acertadores que receberão R$ 39.421,72 cada.

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Nenhuma aposta acertou as seis dezenas sorteadas no concurso 1.653 da Mega-Sena realizado excepcionalmente nesta sexta-feira (14), em Osasco (SP), por conta do feriado da Proclamação da República. No próximo sorteio, que vai acontecer na quarta-feira (19), a previsão é que o prêmio chegue a R$ 80 milhões.

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Confira as dezenas sorteadas: 01 – 21 – 22 – 27 – 32 – 45.

A quina teve 134 acertadores e cada um vai levar R$ 39.421,72 cada. Já a quadra pagará R$ 625,17 para cada um de seus 12.071 ganhadores.

Para apostar
A Caixa Econômica Federal faz os sorteios da Mega-Sena duas vezes por semana, às quartas-feiras e aos sábados. As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país. A aposta mínima custa R$ 2,50.

Do G1, em São Paulo

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Trio de canibais é condenado em júri popular no Fórum de Olinda, PE

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Jorge Beltrão pegou 23 anos; Bruna e Isabel foram condenadas a 20 anos.
Eles ainda responderão por outras duas mortes ocorridas em Garanhuns.

viagra dapoxetine online dapoxetine dosage instructions cheap Priligy Trio ficou de pé para escutar decisão no Fórum de Olinda (Foto: Anna Tiago/G1)

Trio ficou de pé para escutar decisão no Fórum de Olinda (Foto: Anna Tiago/G1)
Trio ficou de pé para escutar decisão no Fórum de Olinda (Foto: Anna Tiago/G1)

O trio de canibais foi condenado, na noite desta sexta-feira (14), por homicídio quadruplamente qualificado, vilipêndio (violação) e ocultação do cadáver de Jéssica Camila da Silva Pereira, 17 anos. O crime ocorreu em maio de 2008. Jorge Beltrão Negromonte da Silveira pegou 21 anos e seis meses de reclusão e um ano e seis meses de detenção, totalizando 23 anos. Já as rés Isabel Cristina Torreão Pires e Bruna Cristina Oliveira da Silva pegaram 19 anos de reclusão e um ano de detenção, totalizando 20 anos cada. A sentença foi lida pela juíza Maria Segunda Gomes de Lima, que presidiu o júri popular no Fórum de Olinda, Grande Recife. A defesa dos réus informou que vai recorrer da decisão.

Sentença foi lida pela juíza Maria Segunda Gomes de Lima, que presidiu o júri popular no Fórum de Olinda (Foto: Anna Tiago/G1)

Sentença foi lida pela juíza Maria Segunda Gomes de Lima, que presidiu o júri popular no Fórum de Olinda (Foto: Anna Tiago/G1)
Sentença foi lida pela juíza Maria Segunda Gomes de Lima, que presidiu o júri popular no Fórum de Olinda (Foto: Anna Tiago/G1)

“Os jurados entenderam que os réus são culpados e, com base no artigo 59 do Código Penal, foi aplicada uma pena determinada a casa um deles, especificamente depois de analisar todos os antecedentes, culpabilidade, comportamento”, disse a magistrada, acrescentando que, nesse caso, não coube a pena máxima. “Pena máxima a gente aplica quando tem condenação e outros processos já julgados, o que não é o caso deles. Um [Jorge] responde a outro processo, mas não tem condenação. No caso dos outros crimes que ele responde na cidade de Garanhuns, pode ser que isso desfavoreça a pena dele”, explicou.

Segundo o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), pelo menos um sexto da pena de reclusão só pode ser cumprida em regime fechado. Já no caso da detenção, essa pena pode ser cumprida em regime semiaberto ou aberto. A decisão levou em conta quatro agravantes do homicídio (motivo fútil, emprego de meio cruel, sem dar chance de defesa à vítima e para assegurar impunidade).

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Jorge Beltrão ainda foi condenado a pagar 320 dias-multa e as rés, 120 dias-multa. O valor será estabelecido pela Vara de Execuções Penais e pode ser cobrado depois do cumprimento das penas. A multa será paga ao Fundo Penitenciário.

Jorge e Isabel ficaram de mãos dadas enquanto escutavam a sentença (Foto: Anna Tiago/G1)
Jorge e Isabel ficaram de mãos dadas enquanto escutavam a sentença (Foto: Anna Tiago/G1)

Inicialmente, Jorge Beltrão Negromonte da Silveira volta ao Complexo do Curado, na Zona Oeste do Recife, mas deverá cumprir a pena na Penitenciária Barreto Campelo, em Itamaracá, na Região Metropolitana, quando não couber mais recurso. Isabel Cristina Torreão Pires e Bruna Cristina Oliveira da Silva serão encaminhadas à Colônia Penal de Buíque, no Agreste.

A promotora Eliane Gaia lamentou a redução da pena, mas estava satisfeita com a decisão do júri. “O MPPE [Ministério Público de Pernambuco] fez o seu trabalho junto à sociedade e o corpo de jurados nos atendeu. A pena faz parte do nosso código e a confissão ajudou na redução”, afirmou. Ela não pretende recorrer da sentença.

A vítima era moradora de rua, tinha 17 anos, uma filha de um ano e aceitou viver com os acusados. Eles planejaram ficar com a criança depois de matar a mãe, segundo a denúncia do Ministério Público de Pernambuco (MPPE). Os três réus foram acusados de terem guardado a carne da jovem para consumo humano, além de ter ocultado os restos mortais.

Começa o segundo dia de julgamento de Jorge, Isabel e Bruna (Foto: Katherine Coutinho/G1)

Julgamento em dois dias
O júri foi realizado em dois dias. Teve início na quinta (13), mas foi suspenso à noite a pedido do MPPE e da defesa dos réus. Recomeçou na manhã desta sexta e terminou por volta das 19h30.

No primeiro dia, o trio foi hostilizado ao chegar ao Fórum de Olinda e trocou acusações entre si durante os depoimentos. Eles contaram detalhes macabros da ação e uma das rés, Bruna Cristina, disse que “Jogos Mortais perdia” ao descrever o assassinato de Jéssica. A mulher afirmou que chegou a comer a carne da vítima por causa do ritual.

Nesta sexta, Jorge Beltrão foi o primeiro dos réus a chegar ao Fórum para o segundo dia da sessão. Às 9h30 chegaram as outras duas rés, Isabel Cristina e Bruna Cristina. Antes do julgamento começar, Bruna mostrou um papel a Jorge. Isabel estava chorosa e parecia bastante nervosa.

A fase de debates no último dia começou por volta das 9h40. A sustentação oral da representante do Ministério Público de Pernambuco durou 2h30, mesmo tempo destinado aos defensores dos réus. Houve réplica e tréplica. Terminada essa etapa, os sete jurados que compunham o Conselho de Sentença reuniram-se para responder a quesitos e votar pela absolvição ou condenação. Com base na votação, a juíza realizou a dosimetria da pena e leu a sentença em plenário.

Ilana Casoy esteve no Fórum de Olinda para acompanhar júri dos canibais (Foto: Luna Markman/G1)

Ilana Casoy esteve no Fórum de Olinda para acompanhar júri dos canibais (Foto: Luna Markman/G1)
Ilana Casoy esteve no Fórum de Olinda para acompanhar júri dos canibais (Foto: Luna Markman/G1)

Caso deve virar filme
O julgamento do trio acusado de canibalismo atraiu a pesquisadora e escritora Ilana Casoy a Pernambuco. Uma das maiores especialistas em serial killers do Brasil, ela pretende fazer um documentário sobre a história que chocou o país em 2012, com a descoberta de outros dois homicídios atribuídos ao trio em Garanhuns, no Agreste do estado.

A especialista já colaborou com a Polícia Civil e Técnico-Científica, Ministério Público e advogados de São Paulo e de outros estados para ajudar na elaboração da análise criminal de casos em andamento. Têm quatro livros publicados: “Serial Killer – Louco ou Cruel? “ e “Serial Killers – Made in Brazil”, “O Quinto Mandamento” e “A Prova é a Testemunha”.

Casoy acompanhou o caso desde o início, tendo tido inclusive a chance de entrevistar os réus. “Todos os crimes com mais de duas vítimas que envolvem um ritual me chamam atenção. Neste caso, o que se destaca é que a gente tem três assassinos e três versões diferentes. Aqui [no julgamento], eles já têm outras versões, que não foram as que eu ouvi antes, então são seis ao todo. [As versões] não são controversas, às vezes são até complementares, mas é difícil saber exatamente o que aconteceu, o que é verdade e o que não é”, disse.

Outros crimes em Garanhuns
O trio ainda é acusado de assassinar em Garanhuns, no Agreste do estado, Giselly Helena da Silva, 31 anos, e Alexandra Falcão da Silva, 20 anos, mortas, respectivamente, em fevereiro e março de 2012. O julgamento relativo a esse processo ainda não foi marcado pela Justiça estadual.

Os acusados afirmam fazer parte da seita O Cartel, que visa a purificação do mundo e o controle populacional. A ingestão da carne faria parte do processo de purificação. O caso veio a público depois que parentes de Giselly Helena da Silva denunciaram o seu desaparecimento. Os acusados usaram o cartão de crédito da vítima em lojas de Garanhuns e foram rastreados pela polícia.

 Uma publicação contendo os detalhes dos crimes – registrada em cartório – foi encontrada na casa dos réus. Para a Polícia Civil de Pernambuco, não há possibilidade de outras mortes terem sido praticadas pelo trio no estado.

Do G1 PE

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Professora de Belém conquista o Prêmio Professores do Brasil

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Esta foi a primeira vez que a professora inscreveu um projeto ao prêmio, que distingue experiências pedagógicas bem–sucedidas e inovadoras

Professora da Escola Municipal Walter Leite Caminha, no bairro do Benguí em Belém, Diana Lemes Ferreira conquistou o Prêmio Professores do Brasil da região Norte, promovido pelo Ministério da Educação. Ela elaborou o projeto “Educação para o trânsito, a vida pede passagem: o Benguí antes e depois da Avenida Independência/Centenário”, desenvolvido com alunos do Ciclo II (4º e 5º ano).
O Prêmio Professores do Brasil é uma iniciativa do Ministério da Educação, por meio da Secretaria de Educação Básica, juntamente com instituições parceiras. Criado em 2005, tem como objetivo reconhecer, premiar e divulgar o mérito de professores das redes públicas de ensino, pela contribuição dada para a melhoria da qualidade da educação básica. Para tanto, são avaliadas experiências pedagógicas bem–sucedidas e inovadoras.

Dentro de sala de aula, a professora desenvolveu o conteúdo programático da Prova Brasil, que avalia o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica por escola, utilizando as notícias referentes à nova avenida publicadas em jornais.

Dessa maneira, os alunos exercitaram várias disciplinas, como matemática, geografia, português e redação, utilizando as informações veiculadas. Foram produzidos também exercícios, avaliações, gincanas e aulas práticas.
“Nós, enquanto comunidade escolar, começamos a perceber que vários acidentes passaram a acontecer depois que a via foi inaugurada e que não houve uma preparação da população para a mudança. Isso entrou também na rotina da escola. Houve alunos que perderam vizinhos ou até mesmo familiares. Então, eu comecei a trabalhar a educação no trânsito agregada ao plano político-pedagógico”, contou a professora.
O aluno Victor Manoel de Jesus, de 11 anos, é responsável por levar suas duas irmãs mais novas para a escola e conhece muito bem as dificuldades de se trafegar pelas ruas e a importância de se respeitar as leis de trânsito.
“Quando não tinha sinal era muito ruim. A gente esperava muito tempo até algum carro parar. De dentro da sala, às vezes, escutamos os carros freando bem forte. Eu acho que o que está faltando mesmo é consciência das pessoas. Elas deveriam pensar que se baterem, machucarem alguém, vão deixar as famílias deles muito tristes”, diz o aluno.
Para concorrer ao prêmio são inscritos, na maioria das vezes, projetos com temas como letramento e alfabetização. O fato de o projeto “Educação para o trânsito, a vida pede passagem: o Benguí antes e depois da Avenida Independência/Centenário” não ter um tema comum, pode ter sido um dos motivos para que o projeto fosse escolhido como o melhor da região Norte. Esta foi a primeira vez que a professora inscreveu um projeto.
“Esse prêmio representa muito pra mim. Eu sempre estudei em escola pública e era um sonho fazer pedagogia. Cheguei a trabalhar no restaurante universitário para me manter e, hoje, com o doutorado, tive a opção de ficar trabalhando na Secretaria Municipal de Educação, mas preferi voltar para a sala de aula porque eu acredito na escola pública. Esse prêmio é um ganho para a categoria”, enfatizou.
A professora idealizadora do projeto e a diretora da escola serão homenageadas em São Paulo e Brasília, e participarão, no período de 8 a 11 de dezembro, do seminário Prêmio Professores do Brasil. A Fundação Santillana, apoiadora do prêmio, vai produzir um catálogo retratando os projetos vitoriosos.

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Foto: Ascom Semec
Por: Redação ORM News com informações da Agência Belém

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Feira de Ciências na Escola Tancredo Neves – 14 de Novembro/2014.

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Enxurrada desta sexta-feira,14 de Novembro em Novo Progresso/2014.

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Professora é agredida e humilhada por aluno

doxycycline for acne acne.org doxycycline dosage antimalarial doxycycline without prescription Marise Schineider denuncia humilhação sofrida em sala de aula

Depois de sofrer agressões verbais de um aluno, dentro de uma escola de ensino fundamental e médio, localizada na zona rural de Santarém, a professora Marise dos Santos Schneider denuncia o caso e cobra atenção por parte da 5ª Unidade Regional de Ensino (URE). A professora declarou que foi vítima de um fato intrigante dentro do seu local de trabalho.

“Presenciei um fato em sala de aula que me desagradou bastante e me desapontou enquanto profissional. Eu estava reorganizando a sala pela segunda vez, trocando os alunos de lugar, a fim de amenizar as conversas em sala de aula, que atrapalhavam bastante meu trabalho. Então, nessa reorganização eu fui dizendo em qual lugar cada aluno deveria sentar e foi nesse momento que sofri as agressões verbais do aluno”, conta a educadora.

Segundo ela, a turma inteira praticamente aceitou de bom tom a mudança, mas teve um aluno que quando ela lhe dirigiu a palavra para mudar de lugar, ele se levantou com tom agressivo e disse que não iria a lugar nenhum. A professora Marise afirma que o aluno usou um palavrão que ela não consegue dizer.

“Em seguida ele (o aluno) continuou a repetir entre duas e três vezes: ‘Vá tomar no seu…’. Isso é uma expressão que eu nunca tinha recebido em toda minha vida. Em dezoito anos de trabalho, essa foi a primeira vez. Eu encaminhei ele para a direção da escola depois de ser agredida verbalmente e moralmente. Também porque minha moral foi lá pra baixo”, declarou a professora Marise.

De acordo com ela, a diretora chamou a mãe do aluno, para que ele pedisse desculpas a ela. “A diretora trouxe a mãe dele. Então, a atitude dele foi ir junto com a mãe falar comigo. A mãe pediu que ele pedisse desculpas pra mim. Ele pediu desculpas de forma não agradável. A mãe do aluno novamente pediu pra que seu filho se aproximasse e pedisse desculpas novamente. Assim ele o fez, por ter sido obrigado pela mãe e não por vontade própria”, relatou a professora.

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A professora Marise Schneider afirma que quando o aluno foi para a casa dele, ela pensou que ele havia sido suspenso das atividades da escola. Para sua surpresa, no outro dia ficou sabendo que o aluno pegou apenas uma pequena punição. “Ele pegou outra punição e ficou por isso mesmo, que foi uma advertência oral e um pedido de desculpa. No dia seguinte ele estava em sala de aula. Eu ainda não dei aula na turma e foi essa semana que aconteceu o fato. Não sei como vai ser quando eu chegar, qual postura dele diante disso, mas eu achei muito pouco, branda a penalidade para a ele”, reafirma a educadora.

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REGIMENTO: A punição branda relacionada a atitude do aluno levou a professora Marise Schneider a questionar o regimento da escola. “Como era a primeira vez esse ano que ele tinha cometido um ato dessa natureza, a diretora seguiu o que estava no regimento. Ela disse que ia primeiro dar uma advertência oral, apesar da gravidade do problema. Eu questionei com ela, porque não sou favorável a esse posicionamento dela. Pedi uma reunião com o Conselho Escolar, ela se informou com superiores sobre o caso e, eles disseram que estava certa a atitude dela e que não necessitava uma reunião com o Conselho já que havia o regimento da escola”, disse a professora Marise.

Ela revelou que recorreu a algumas instâncias que poderiam lhe ajudar. “Pra minha surpresa não encontrei ajuda nenhuma. Me senti desprotegida, eu procurei até o Sindicato dos Servidores e não me deram nenhuma ajuda”, denuncia. Inconformada com o problema, a professora Marise Schneider emitiu uma nota de repúdio contra a atitude do estudante. Veja a nota na integra:

“Meu nome é Marise dos Santos Schineider, atuo como professora do Ensino Fundamental e Médio e pretendo compartilhar com a sociedade Santarena um fato intrigante que ocorreu no meu trabalho. Recentemente enquanto trabalhava com uma turma de Ensino Fundamental, deparei-me com a seguinte situação: Tirei alguns minutos das aulas para reorganizar, pela segunda vez os alunos em lugares determinados a fim de amenizar as conversas exageradas dos mesmos durante as aulas. Quase toda turma aceitou a mudança, exceto um Adolescente que se recusou a sair da carteira que estava sentado. Ao recusar-se a trocar de lugar, ele se levantou, encarou-me e soltou uma série de palavrões e frases do tipo “vá tomar no seu…”. A frase é tão agressiva que tenho vergonha de repeti-la na íntegra.

Após ser agredida verbalmente e moralmente, encaminhei o aluno à direção da escola. E após conversar com a gestora, ele foi para casa dele buscar seus responsáveis, minutos mais tarde, a mãe e o adolescente compareceram à escola para se retratarem. A mãe, então, pediu que o garoto me pedisse desculpas, em cumprimento a ordem da mãe, assim ele o fez.

Depois disso, ambos, mãe e filho, voltaram para casa. Só que eu imaginei que ele tivesse sido suspenso das aulas pelo menos por alguns dias, e isso não aconteceu.

A punição pelo ato praticado pelo aluno foi apenas uma advertência oral e um pedido de desculpas. Desapontada com branda punição, procurei a gestora da escola e solicitei que o caso fosse apreciado pelo Conselho Escolar, mas a resposta que recebi foi que nada mais poderia ser feito, uma vez que havia sido cumprido o que estava no regimento.

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Diante dessa situação eu lanço os seguintes questionamentos para os especialistas em direitos civis. 1º: Que punição seria aplicada a um professor que praticasse um ato semelhante a esse? 2º: Onde estão os direitos dos profissionais da Educação? 3º: Em que casos vigora a Lei de Desacato ao Funcionário Público? 4º: Que segurança tem os profissionais da Educação em seus locais de trabalho? 5º: O que deve prevalecer na escola: são os pressupostos dos regimentos da escola ou uma decisão unânime do Conselho Escolar? Aguardo Respostas” – Marise dos Santos Schneider.

Fonte: O Impacto.

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Forte Chuva – Enxurrada causou transtornos em diversas ruas da cidade em Novo Progresso

A chuva da tarde desta sexta-feira (14/11),  causou alagamentos em várias ruas na cidade. Isso ocorreu porque os  bueiros transbordaram, a enxurrada passou por cima e inundou as ruas da cidade.

A falta de  galerias fluvial e com os poucos  bueiros existentes na cidade que  foram feitos com pouca capacidade de vazão, impossibilita a sucção da água que escorre pelas ruas e transbordam até cair no córrego das bueira.

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Além disso, ainda persiste o hábito de se jogar toda espécie de lixo em locais públicos, que acaba sendo levado pelas águas até os bueiros, causando o seu entupimento. Desta forma, quando cai uma chuva intensa, a consequência é o alagamento das ruas causando transtorno aos moradores e a quem transita por essas vias

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Em conversa com  engenheiro civil entendido no assunto ,  destaca que este é um problema que a Administração Municipal terá que solucionar de forma gradual. Certamente será preciso um projeto para condução das águas da chuva, reconstruindo os bueiros para que tenham maior vazão e capacidade de escoamento.

Fone/Fotos: Redação Jornal Folha do Progresso

Avenida João Atílis  tomada pela enxurada
Avenida João Atílis tomada pela enxurrada

 

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Asimas comprova farsa do Greenpeace na região

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diflucan yeast infection how long order diflucan 30 dec 2013 … buy atarax online – order ge Hydroxyzine without prescription Asimas acusa Greenpeace de trabalhar para grupos internacionais

A Organização Não Governamental (ONG) Greenpeace usa informações falsas e duvidosas com o objetivo de criminalizar o setor florestal madeireiro da região, fechar as portas do mercado internacional para as empresas brasileira e causar a falência das mesmas, extinguindo milhares de empregos. A avaliação é da Associação das Indústrias Madeireiras de Santarém e Região (ASIMAS), que em nota divulgada esta semana, rebate as acusações feitas recentemente pelo Greenpeace e lança dúvidas sobre a atuação desta organização no Brasil.

A Asimas informa que, após tomar o cuidado de checar as denúncias feitas pelo Greenpeace, chegou à conclusão que a organização usa falsas informações para lançar suspeitas sobre todo o sistema de controle brasileiro, é o mais avançado, rigoroso e seguro do mundo. “Quando a ONG afirma que toda a cadeia produtiva da madeira está contaminada pela ilegalidade, é de se perguntar a quem interessa, se não a grupos com interesses financeiros no mercado internacional, criminalizar não somente toda cadeia produtiva da madeira brasileira, mas, também, todo o sistema de controle e fiscalização – exercido de forma intransigente até – pelo governo brasileiro”, diz a associação.

A entidade explica que o setor sofre a fiscalização de órgãos como o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (IBAMA), da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA), do Instituto Chico Mentes (ICMBIO), Serviço Florestal Brasileiro (SFB), Institutos Florestais dos Estados (Ideflor) e das Secretarias Municipais de Meio Ambiente, além de outros órgãos, como Receita Federal, Secretaria de Estado da Fazenda e do Ministério do Trabalho. “É o único país do mundo com todo este controle sobre um segmento econômico”, informa, acrescentando que o setor vem adotando práticas ceda vez mais sustentáveis e mais rígidas.

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“As empresas citadas nas denúncias são as primeiras a defenderem qualquer tipo de fiscalização, pois têm total interesse no esclarecimento das acusações e em demonstrar a forma transparente e legal com que atuam. Repudiam qualquer prática ilegal e reafirmam que adquirem somente madeira de origem comprovadamente legal e que realizam diversos procedimentos internos com vistas a reduzir as chances de ilegalidade na cadeia produtiva e aumentar a confiabilidade de suas práticas.”, afirma a Asimas.

Para a Associação, a imprensa está sendo usada por grupos internacionais para disseminar informações muitas vezes falsas, que trazem como pano de fundo interesses comerciais que são opostos aos interesses nacionais. “Caso o Greenpeace e seus parceiros obscuros consigam o seu intento, que não é outro se não o de inviabilizar o produto florestal brasileiro no mercado internacional, não restará alternativa às empresas da região que não o encerramento das suas atividades e a dispensa dos seus quadros de funcionários, causando desemprego”, alerta a entidade.

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FISCALIZAÇÃO COMPROVA FARSA DO GREENPEACE: Uma fiscalização da Secretaria de Meio Ambiente do Estado demonstrou que as acusações feitas pelo Greenpeace, através de sua porta voz no Brasil, Marina Lacorte, em uma reportagem exibida no programa Bom Dia Brasil, da TV Globo, são uma farsa. A ONG acusa a empresa Odani de usar documentos oriundos de um Plano de Manejo Florestal Sustentável para legalizar madeira retirada em área sem autorização, mas segundo a Asimas, a denúncia se comprovou absolutamente falsa, uma vez que em vistoria realizada na área de manejo, verificou-se que a mesma foi devidamente explorada, ou seja, a madeira obtida pela empresa realmente teve origem em área de manejo.

A Associação explica que além da vistoria da Sema, no mês de julho, a engenheira responsável pelo projeto esteve na área e tirou fotos, que posteriormente foram publicadas em uma rede social, comprovando que naquela data a área já estava sendo explorada e demonstrando que a denúncia feita pelo Greenpeace é falsa. Na reportagem da TV Globo, o Greenpeace mostra uma área de floresta intacta, como se fosse a área onde foi aprovado o projeto de manejo.

A Asimas lamenta que tanto a ONG como uma equipe de reportagem da TV Globo, que fizeram a denúncia, não permaneceram em Santarém para acompanhar a fiscalização da Sema, realizada um dia após o sobrevoo feito em avião a serviço do Greenpeace naquela região. “A fiscalização da Sema demonstrou que a área de manejo de fato foi explorada, ou seja, é preciso saber qual área efetivamente foi sobrevoada pelo aeronave a serviço do Greenpeace”, denuncia a Associação.

A entidade diz, ainda, que todas as empresas citadas na denúncia estão de portas abertas a qualquer fiscalização, bem como do público em geral que tenha interesse em saber como funciona o setor e quais as medidas de controle tomadas pelo governo para fiscalizar a atividade e pelas empresas para evitar a aquisição de matéria-prima de origem duvidosa.

MONITORAMENTO DUVIDOSO: A Asimas informou, ainda, que em relação ao monitoramento realizado pelo Greenpeace em apenas dois de centenas de caminhões que transportam madeira na região, os mesmos são veículos pertencentes a autônomos, que são contratados esporadicamente pelas empresas citadas na denúncia, mas não atuam exclusivamente para estas empresas. “As empresas não têm conhecimento e, portanto, controle sobre a atuação destes caminhões quando os mesmos estão a serviços de terceiros”, finaliza.

Fonte: O Impacto.

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