BR-163 e BR-230 recebem serviços de conservação, entre MT e PA, nesta semana

(Foto: Divulgação/Via Brasil BR-163) – OBRAS: BR-163 e BR-230 recebem serviços de conservação, entre MT e PA, nesta semana.

De acordo com a concessionária responsável, serviços serão feitos em trechos distintos. Sinalização reforçada garantirá mais segurança aos usuários

A partir desta segunda-feira (18) até sábado (23), os usuários das rodovias BR-163 e BR-230, entre os estados do Mato Grosso e Pará, devem redobrar a atenção, onde a concessionária responsável pelas rodovias realiza obras e serviços de manutenção em pontos distintos das rodovias.

De acordo com a concessionária, em função dos serviços, poderá haver lentidão no trecho em obras.

BR-163 no Mato Grosso:
• Entre Sinop e divisa do MT-PA, do km 854 ao 1.115

BR-163 no Pará:
• De Castelo dos Sonhos a Três Bueiros, do km 222 ao 490
• De Novo Paraná a Campo Verde, entre os km 560 e 674

BR-230 no Pará:
• De Campo Verde a Miritituba, do km 1.097 ao 1.129

Ainda de acordo com a concessionária, para a realização das obras com segurança e no menor tempo possível, é necessário a adoção da operação ‘Pare-e-Siga’, pelo qual o tráfego é liberado de tempos em tempos, uma vez por sentido.

Segundo a empresa, os usuários devem programar suas viagens para evitar atrasos ou surpresas. É necessário que respeitem a sinalização nos locais em obras, bem como aos operadores do sistema ‘Pare-e-Siga’.

A concessionária ressalta que tem se esforçado para reduzir ao máximo os reflexos sobre os motoristas. O modelo de trabalho adotado visa garantir mais agilidade, maior produtividade e segurança tanto aos usuários quanto aos colaboradores que atuam nas obras. Mais informações no site da concessionária.

 

Fonte: Redação e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 19/11/2024/14:24:35

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Castanha-do-Pará combate inflamações e obesidade; entenda

(Foto: Wagner Almeida) –  Na feira do Ver-o-Peso, é possível encontrar dezenas de barracas que oferecem a castanha-do-pará, de diversas formas.

Descubra os benefícios da castanha-do-pará no combate à inflamação e prevenção da obesidade. Um estudo recente mostra sua eficácia.

Conhecida como castanha-do-pará, ou castanha-do-brasil, esse superalimento tem se destacado em pesquisas recentes pela sua capacidade de combater inflamações e prevenir a obesidade. Um estudo publicado em setembro no The Journal of Nutrition, realizado pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), em Minas Gerais, reforça os benefícios dessa oleaginosa.

A pesquisa envolveu 56 mulheres com sobrepeso e obesidade, que receberam tratamento para perda de peso, incluindo orientação dietética e restrição calórica. O grupo foi dividido em duas partes: uma consumiu a castanha-do-brasil diariamente, enquanto a outra não ingeriu a oleaginosa. Após oito semanas, as análises de sangue mostraram que o grupo que consumiu a castanha apresentou uma redução significativa nos níveis de marcadores inflamatórios, como proteína C-reativa, fator de necrose tumoral e interleucina 1-beta.

Embora a castanha-do-brasil seja rica em nutrientes e fitoquímicos, os resultados são especialmente atribuídos à sua alta concentração de selênio. “As castanhas utilizadas no estudo possuem teores ainda mais elevados de selênio, mas de forma segura”, explica a nutricionista Helen Hermana Miranda Hermsdorff, professora da UFV e coordenadora do projeto Castanhas Brasileiras, que investiga as propriedades das variedades nativas do Brasil.

A atuação antioxidante da castanha é um dos mecanismos principais para os efeitos benéficos observados. “Em processos inflamatórios, o estresse oxidativo é mais intenso. A capacidade da castanha de neutralizar os radicais livres é fundamental para combater esse processo”, explica a professora Hermsdorff. Além disso, os resultados mostraram melhorias na integridade intestinal, o que ajuda a prevenir a passagem de substâncias prejudiciais para a circulação sanguínea.

Benefícios na Prevenção de Doenças Crônicas

Combater inflamações é essencial para reduzir o risco de doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2 e problemas nas articulações, como a artrite. A nutricionista Giuliana Modenezi, do Espaço Einstein Esporte e Reabilitação, no Hospital Israelita Albert Einstein, destaca a importância da castanha-do-brasil no tratamento da obesidade e no controle inflamatório.

“O estudo confirma o papel da alimentação equilibrada, com ênfase em alimentos in natura, como a castanha. É notável que a melhora dos parâmetros inflamatórios pode ser alcançada sem a necessidade de suplementação em cápsulas, já que o excesso de selênio pode ser tóxico, causando efeitos como diarreia e dor de cabeça”, observa Modenezi.

A Castanha-do-Pará: Rica em Nutrientes e Benefícios para a Saúde

Além do selênio, a castanha-do-brasil é uma excelente fonte de vitamina E, fibras e minerais como o magnésio, que ajuda a combater o mau humor. Ela também é uma boa opção para veganos, já que contém proteínas vegetais de qualidade, sendo uma excelente forma de incrementar a dieta.

Como outras oleaginosas, como nozes, amêndoas e avelãs, a castanha-do-brasil é rica em gorduras saudáveis, especialmente as mono e poli-insaturadas, que favorecem a saúde cardiovascular e aumentam a sensação de saciedade.

“A castanha é uma boa fonte de energia e pode ser útil para pacientes com dificuldades alimentares, ajudando a suprir o aporte calórico necessário”, acrescenta Giuliana Modenezi.

Como Consumir a Castanha-do-Pará de Forma Equilibrada

Embora os benefícios da castanha sejam claros, é importante controlar a quantidade consumida, especialmente para quem deseja evitar o ganho de peso. A recomendação é ingerir de 30 a 40 gramas por dia — o que equivale a cerca de uma ou duas unidades, suficientes para atingir a dose diária recomendada de selênio.

A castanha pode ser saboreada sozinha ou combinada com outras oleaginosas em um lanche saudável. Também é uma excelente opção para ser moída e adicionada a saladas de frutas, folhas ou em receitas de tortas, pães e sobremesas. Uma sugestão deliciosa é incluir a castanha no molho pesto, misturada com manjericão e azeite, para acompanhar massas como espaguete.

Porém, como tudo na vida, o segredo é o equilíbrio — desfrute das castanhas, mas sem exageros.

 

Fonte: Clayton Matos – Diário do Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 19/11/2024/14:18:43

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Enquanto autoridades discursam na COP-29, Pará está em chamas, alerta MPF

MPF aponta que discrepância entre discurso e prática coloca em xeque a seriedade do compromisso do Estado do Pará com o meio ambiente e clima

O Ministério Público Federal (MPF) voltou a cobrar das autoridades a adoção de medidas urgentes para o combate às queimadas no Pará. Os pedidos de providências, que reforçam uma série de requerimentos já feitos pelo MPF nos últimos meses, foram encaminhados a órgãos públicos estaduais e federais nesta segunda-feira (18).

Conforme aponta o MPF, apesar das iniciativas anunciadas pelos governos estadual e federal para combater os megaincêndios, como o Plano Estadual de Ações para Estiagem, Queimadas e Incêndios Florestais e o projeto Prevfogo, a realidade prática revela insuficiência na execução e coordenação das medidas propostas.

Silhueta de uma pessoa em primeiro plano com chapéu, observando um incêndio florestal ao fundo. O fogo consome a vegetação, iluminando a cena com tons alaranjados, enquanto o céu é escuro.

Tendo em vista dados que mostram focos de incêndio por todo o território paraense, as procuradoras e procuradores da República que assinam os ofícios ponderam que “a propaganda do Estado do Pará em relação às ações de combate às queimadas, especialmente durante a 29ª Conferência das Nações Unidas para a Mudança Climática (COP-29), no Azerbaijão, é, no mínimo, irresponsável”.

 Mapa de focos de incêndio no PA, de 27/8 a 13/11/2024

Mapa de focos de incêndio no PA, de 27/8 a 13/11/2024

Discurso e prática discrepantes – O MPF ressalta que a discrepância entre o discurso e a prática do governo coloca em xeque a seriedade do compromisso do Estado do Pará com a preservação ambiental e com o combate verdadeiro às mudanças climáticas. Enquanto isso, alerta, as queimadas têm resultado em devastação ambiental e em graves impactos às comunidades locais, principalmente aos povos indígenas e às demais comunidades tradicionais.

O MPF destaca a necessidade de ações mais robustas por parte dos governos estadual e federal para reverter este cenário catastrófico. Para o MPF, é fundamental que o Estado do Pará e o governo federal assumam um papel mais ativo e responsável no combate às queimadas, implementando medidas eficazes de prevenção, fiscalização e punição de infratores. “A omissão se configura como uma grave negligência em relação à proteção Fogo intenso consumindo arbustos e vegetação, com chamas altas e cores vibrantes alaranjadas. Folhagens verdes aparecem parcialmente no canto inferior esquerdo.

ao meio ambiente e à saúde da população”, frisam os membros do MPF nos ofícios enviados nesta segunda-feira.

Às autoridades dos governos estadual e federal também foi encaminhado um panorama da atuação do MPF no combate às queimadas. Os casos citam terras indígenas e quilombolas – incluindo áreas em que mais de 2 mil hectares (cada hectare equivale a um campo de futebol) já foram consumidos pelas chamas –, a impossibilidade de que o fogo seja combatido apenas pelas equipes de brigadistas das comunidades e os impactos que as famílias vêm sofrendo. Sobre esses casos, os órgãos responsáveis têm encaminhado, ao MPF, respostas evasivas e insuficientes.

Resumo das cobranças – O MPF cobrou informações e ações de diversos órgãos. As solicitações foram, em resumo, as seguintes:

• ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama): apresentação de medidas adotadas, recursos empregados e planos de combate aos incêndios, com foco em territórios indígenas e uso do Prevfogo financiado pelo Fundo Amazônia;

• ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio): informações sobre providências tomadas e planos para combater incêndios em unidades de conservação e territórios indígenas;

• ao Corpo de Bombeiros Militar do Pará: detalhes sobre ações, brigadistas e equipamentos enviados;

• Incêndio noturno em área de palmeiras, com chamas alaranjadas intensas ao fundo. Em primeiro plano, veículos estacionados e pessoas observando a cena.

à Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai): assistência às comunidades indígenas afetadas, incluindo fornecimento de itens essenciais e elaboração de planos de combate aos incêndios;

• à Coordenadoria Estadual de Defesa Civil do Estado do Pará (Cedec): medidas para segurança e bem-estar das comunidades tradicionais, com ênfase em segurança alimentar;

• à Polícia Federal e à Força Nacional: envio de planos de ação e realização de diligências para apuração dos fatos;

• ao governo do Estado do Pará: relatórios sobre combate aos incêndios, transparência nos recursos empregados e resultados alcançados;

• ao Ministério dos Povos Indígenas e à Secretaria Estadual dos Povos Indígenas: plano emergencial para reduzir os impactos socioambientais;

• ao Comitê Nacional de Manejo Integrado do Fogo, vinculado ao Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima: monitoramento dos incêndios nos territórios afetados.

Vídeos e mais fotos de alguns dos incêndios

Território Quilombola da Associação de Moradores e Agricultores Remanescentes de Quilombolas do Alto-Acará (Amarqualta) e Terras indígenas Turé-Mariquita e Turé-Mariquita II

Terra Indígena Alto Rio Guamá

Terra Indígena Mãe Maria

Terras indígenas das microrregiões de Parauapebas e Redenção

Fonte:Ascom MPF e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 19/11/2024/06:41:43

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Operações miram suspeitos de fraudes que possibilitaram venda de 7,4 mil bois criados ilegalmente no Pará

Imagem Ilustrativa/Reprodução – Falsificações podem ter permitido que gado criado ilegalmente em terra indígena fosse considerado de origem legal

O Ministério Público Federal (MPF) e a Polícia Federal (PF) estão realizando, nesta terça-feira (19), operações no Pará para apreender dados e bens de quatro suspeitos de fraudes que permitiram a comercialização de 7,4 mil bois criados ilegalmente em terra indígena. Os mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos em São Félix do Xingu, Parauapebas, Tucumã e Água Azul do Norte.

A pedido do MPF, a Justiça Federal também determinou a quebra do sigilo bancário, fiscal e telefônico e o bloqueio de bens dessas quatro pessoas alvo das operações e de outros quatro suspeitos. No total, foram bloqueados R$ 17 milhões em bens dos oito envolvidos.

As fraudes investigadas são conhecidas como triangulação, lavagem ou esquentamento do gado. Por meio da inserção de dados falsos nos sistemas de controle das guias de origem e destino dos animais – as chamadas Guias de Trânsito Animal (GTAs) –, os investigados conseguem esconder a origem do gado, simulando que a criação ocorreu em conformidade com a legislação e com as regras de acordos entre o MPF e frigoríficos.

Perícias agronômicas realizadas pelo MPF em dados de fazendas que os suspeitos citaram como áreas de origem do gado concluíram que os índices de produtividade alegados são incompatíveis com a capacidade dos imóveis rurais e com o nível real de investimentos feitos em tecnologia, infraestrutura e insumos.

De 2012 a 2022, 47,2 mil bovinos criados ilegalmente na Terra Indígena (TI) Apyterewa, em São Félix do Xingu, foram comprados por 414 fazendas no Estado, em negociações estimadas em mais de R$ 130 milhões, levantou o MPF. Nesse período, a Apyterewa foi uma das terras indígenas mais desmatadas do país.

Demais medidas – O MPF também anunciou nesta terça-feira que entrou na Justiça com 25 ações contra os maiores compradores de bois ilegalmente criados na área indígena. O MPF pede que os acusados sejam condenados ao pagamento de R$ 66 milhões em indenizações ambientais e em danos morais coletivos aos indígenas Parakanã.

A operação e o ajuizamento das ações contra os compradores do gado criado ilegalmente na terra indígena complementa um trabalho iniciado pelo MPF no ano passado, quando os alvos foram os vendedores desse gado. Em 2023, foram ajuizadas 85 ações, em que o MPF pediu um total de R$ 115 milhões em indenizações para a recuperação da área e a proteção dos indígenas.

Em ambas as fases do caso – batizado de Boi Pirata –, o MPF reforçou pedido a frigoríficos para que não comprem gado de fazendas que não atendam aos critérios previstos em acordo com a instituição, o chamado Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) da Carne Legal, ou TAC da Pecuária.

No ano passado, o MPF também expediu recomendações ao Banco Central do Brasil, à Receita Federal e à Secretaria de Fazenda (Sefa) do Pará, determinando a suspensão do acesso a linhas de crédito e de incentivos e benefícios fiscais federais e estaduais aos responsáveis pela venda ilegal dos bovinos da Terra Indígena Apyterew. À Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará), o MPF recomendou o cancelamento de todos os registros de imóveis rurais sobrepostos ao território tradicional e a não realização de novos registros.

Nesta segunda fase da operação Boi Pirata, o MPF solicitou e a Justiça também concedeu a suspensão das atividades econômicas dos investigados, determinando o bloqueio da emissão e do recebimento de GTAs pelas fazendas de propriedade dos suspeitos.

Ressarcimento – Dos R$ 66 milhões solicitados nas 25 ações ajuizadas pelo MPF, quase R$ 48,3 milhões foram pedidos como ressarcimento, em favor dos indígenas, pelo proveito econômico que os compradores obtiveram com a comercialização de produto de ilícito ambiental.

O objetivo é que os recursos sejam destinados à recuperação ambiental do território indígena e à implementação de medidas de proteção territorial pós-desintrusão, com suporte da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai). Os demais R$ 17,7 milhões são referentes a pagamentos de indenizações por danos morais coletivos aos indígenas, em decorrência de violação dos seus direitos territoriais.

Até outubro de 2023, havia cerca de 60 mil cabeças de gado engordando ilegalmente na Apyterewa, conforme estimativa do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e da Adepará.

Acordos – O MPF também enviou, a frigoríficos no Pará que assinaram o TAC da Carne Legal, ofício circular para reforçar que, pelo acordo assinado, as empresas se comprometeram a não comprar gado bovino proveniente de cria, recria ou engorda de fazendas que estejam localizadas em terras indígenas ou unidades de conservação, e também de fazendas que estejam violando interesses ligados à questão indígena.

O ofício circular registra que, a pedido do MPF, a Câmara Técnica de acompanhamento ao TAC da Carne Legal elaborou nota técnica identificando todas as propriedades intermediárias que apresentaram índice de produtividade superior ao previsto no Protocolo de Monitoramento dos Fornecedores de Gado da Amazônia, nos anos em que adquiriram bovinos da TI Apyterewa.

A lista foi enviada aos frigoríficos para que verifiquem a produtividade atual das propriedades e adotem as providências de bloqueio de fornecedores que apresentem produtividade superior a três cabeças por hectare/ano.

Por fim, o MPF solicitou que os frigoríficos enviem ao MPF cópias das documentações que fornecedores de gado apresentarem para justificar a produtividade superior ao índice estabelecido no acordo.

Fonte:Ascom MPF  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 19/11/2024/06:41:43

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Chapa encabeçada por Juliano Roque e Manoel Malinsk vence eleição da OAB de Novo Progresso

(Foto:Arte Jornal Folha do Progresso) – A eleição foi realizada ontem na sede da OAB de Novo Progresso, com chapa única encabeçada pelo atual presidente Juliano Ferreira Roque.

”A eleição contou com urnas eletrônicas cedidas pelo TRE-PA.”

Na OAB/NP (Subseção de Novo Progresso-PÁ) 15 Advogados estavam aptos a votar , a chapa vencedora obteve os 15 votos.

Eles comandarão o órgão no triênio 2025-2027.

Na subseção de Novo Progresso foi eleita a seguinte diretoria

*JULIANO FERREIRA ROQUE – PRESIDENTE

*MANOEL MALINSK – VICE PRESIDENTE

*CRISTIANE DOS ANJOS – SECRETÁRIA

*MARIA APARECIDA- SECRETÁRIA ADJUNTA

*KELCILENE MOURA – TESOUREIRA

Leia também:OAB-PA: Chapa encabeçada por Sávio Barreto e Brenda Araújo vence eleição

OAB/PÁ – A chapa “Renova OAB” (Chapa 15), encabeçada por Sávio Barreto e Brenda Araújo, foi a vitoriosa nas eleições realizadas nesta segunda-feira, 18, pela Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Pará. Eles comandarão o órgão no triênio 2025-2027. A eleição contou com urnas eletrônicas cedidas pelo TRE-PA.

Em Novo Progresso a chapa liderada por Eduardo Imbiriba obteve 13, contra 2 da chapa vencedora, encabeçada por Sávio Barreto e Brenda Araújo.

OAB-PA: Chapa encabeçada por Sávio Barreto e Brenda Araújo vence eleição - (Foto>Reprodução)
OAB-PA: Chapa encabeçada por Sávio Barreto e Brenda Araújo vence eleição – (Foto>Reprodução)

Fonte: Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 19/11/2024/08:41:43

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OAB-PA: Chapa encabeçada por Sávio Barreto e Brenda Araújo vence eleição

A chapa ‘Renova OAB’ foi a vitoriosa – (Foto:Reprodução)

A chapa “Renova OAB” (Chapa 15), encabeçada por Sávio Barreto e Brenda Araújo, foi a vitoriosa nas eleições realizadas nesta segunda-feira, 18, pela Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Pará. Eles comandarão o órgão no triênio 2025-2027. A eleição contou com urnas eletrônicas cedidas pelo TRE-PA.

A chapa liderada por ele obteve 4.673 votos, contra 4.115 da chapa derrotada, encabeçada pelo candidato à reeleição, Eduardo Imbiriba.

Mais de 13 mil advogados estavam aptos a votar. Dos 28.445 advogados atualmente inscritos na Ordem, 13.378 estavam aptos a votar em 36 locais de votação em todo o Pará, incluindo a capital. Em Belém, a votação ocorreu na Grande Loja Maçônica do Estado do Pará, localizada na Trav. do Chaco, no bairro Marco.

Duas chapas disputam o pleito. Pela situação, encabeçando a “Chapa 10 – Inclusão, União e Independência”, concorre à reeleição Eduardo Imbiriba, tendo como vice Cristina Lourenço. A chapa da oposição é a “Renova OAB”, encabeçada pelos advogados Sávio Barreto e Brenda Araújo. Sávio e Brenda concorrem pela segunda vez.

Leia também:Chapa encabeçada por Juliano Roque e Manoel Malinsk vence eleição da OAB de Novo Progresso

Quem é o novo presidente e a nova vice?

Advogado desde 2002, Sávio Barreto é sócio-fundador do escritório Barreto & Costa. Graduado e Mestre em Direitos Humanos pela UFPA, também é professor universitário, atuando nas áreas constitucional, cível, consumidor, falimentar e recuperacional. A candidata a vice-presidente, Brenda Araújo é graduada pela UNAMA, e pós graduada em Processo Civil e Direito Administrativo pela PUC. Escreve e ministra aulas sobre legal design e improbidade administrativa. Foi vice-presidente da comissão de combate à corrupção e improbidade administrativa da OAB-PA.

Barreto afirma que seu grupo apresenta um projeto alternativo de gestão para a OAB-PA “em oposição a uma gestão que perdura a mais de 15 anos nas mãos das mesmas pessoas, a qual se distanciou dos interesses da advocacia e da sociedade”. O projeto tem como ponto de partida, segundo ele, “a triste constatação de que a OAB\PA regrediu em diversos aspectos nos últimos anos”, gerando a necessidade de reconstruir sua relação institucional com os demais poderes e com a sociedade civil.

    “Esse retrocesso se faz sentir em especial em serviços essenciais da instituição, como na Escola Superior da Advocacia e na Caixa de Assistência, que não atendem satisfatoriamente a advocacia, especialmente a quem está no início da carreira e no interior do Estado”, critica.

O plano de gestão da “Renova OAB” quer reaproximar a gestão da advocacia, ”restaurando a luta pela defesa das nossas prerrogativas, com ênfase na necessidade de combater permanentemente a morosidade da Justiça”. A OAB-PA, garante Barreto, voltará a tratar das pautas sociais, priorizando assuntos relevantes para a sociedade, inclusive com ajuizamento de demandas coletivas.

A Caixa de Assistência vai incorporar as melhores práticas e experiências que estão sendo desenvolvidas com êxito em outras seccionais. “A advocacia vai ver a despesa com sua anuidade retornar ao seu bolso por meio dos serviços e vantagens oferecidos pela Caixa. Finalmente, vamos abrir a caixa preta do financeiro da OAB/PA e expor o detalhamento de todas as suas receitas e despesas, permitindo que a advocacia confira a destinação de seus recursos”, diz a candidata a vice, Brenda Araújo.

Fonte: DOL e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 19/11/2024/06:41:43

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Após uma semana de atuação, desintrusão na Terra Indígena Munduruku impõe R$ 32 milhões de prejuízo ao garimpo ilegal

 (Foto: Divulgação) – Coordenada pela Casa Civil, operação envolve 20 órgãos federais, como Funai, Secom e Polícia Federal, entre outros

Governo Federal contabiliza 120 intervenções de segurança executadas, que resultaram em autuações, embargos e apreensão de mais de 100 mil litros de combustíveis, além de R$ 4,4 milhões em multas

A primeira semana da Operação de Desintrusão da Terra Indígena Munduruku (OD-TIMU), localizada no estado do Pará, já trouxe R$ 32 milhões de prejuízo ao garimpo ilegal. O Governo Federal, responsável pela execução das ações, contabiliza 120 intervenções de segurança executadas, resultando em autuações, embargos e apreensão de mais de 100 mil litros de combustíveis, além de R$ 4,4 milhões em multas, inutilização de maquinário pesado e estrutura de apoio à atividade criminosa.

As ações, que ocorreram entre 10 e 16 de novembro, estão no Relatório Semanal produzido pela Casa Civil da Presidência da República. Coordenada pela Casa Civil, a operação envolve 20 órgãos federais, demonstrando o amplo esforço do Governo Federal para proteger os direitos indígenas e o meio ambiente.

SEGURANÇA PÚBLICA — Além do combate ao garimpo, a operação teve reflexos positivos na segurança pública. Em Jacareacanga, município que abriga quase que a totalidade da TIMU, moradores relataram queda nos índices de crimes como tráfico de drogas e roubos, atribuída ao policiamento 24 horas realizado pela Força Nacional, com suporte da PF e PRF.

PRÓXIMOS PASSOS — Com os primeiros resultados, a OD-TIMU segue sem registros de ocorrências graves nos primeiros dias de operação. O objetivo é manter o foco em proteger o território indígena e combater atividades ilegais. As lideranças envolvidas destacam a importância de medidas contínuas para garantir a segurança e a sustentabilidade da operação. O relatório também aponta para a necessidade de reforçar e ampliar a fiscalização em áreas próximas à Terra Indígena Munduruku.

DIREITOS — O objetivo da desintrusão é garantir que os direitos da população indígena ao seu território sejam respeitados, preservando seus costumes, línguas, crenças e tradições. Além disso, a operação visa proteger as riquezas naturais da região, como fauna, flora, rios e minérios, fundamentais para a vida e cultura dos povos indígenas. A força-tarefa atuará para garantir que a lei seja cumprida, removendo invasões e ocupações ilegais da Terra Munduruku, homologada em 25 de fevereiro de 2004. Essa ação reflete o compromisso do Governo Federal em proteger a Amazônia e os direitos dos povos originários.

Entre os órgãos participantes da operação estão: Casa Civil, Secretaria-Geral da Presidência da República, Secretaria de Comunicação Social (Secom), Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), Ministério da Defesa, Ministério do Meio Ambiente, Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Ministério dos Povos Indígenas, Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania, Ministério do Trabalho e Emprego, Estado-Maior das Forças Armadas, Funai, Ibama, Polícia Federal, Força Nacional de Segurança Pública, Polícia Rodoviária Federal, Agência Brasileira de Inteligência (Abin). Agências reguladoras federais também vão atuar na fiscalização.

MONITORAMENTO — O Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam) também participa da operação e tem contribuído com monitoramento por satélite e análise de dados geoespaciais, ajudando a localizar áreas estratégicas de atuação. As ações incluem patrulhamento terrestre, aéreo e fluvial, com foco na inutilização de equipamentos e na desarticulação de redes logísticas que sustentam o garimpo ilegal. Um dos maiores desafios relatados é a capacidade dos garimpeiros de ocultar maquinário e combustível, o que exige aprimoramento contínuo das estratégias operacionais.

 

Fonte: Adams Mercês – Google News e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 18/11/2024/17:31:11

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Programa de controle reduz em até 99% os casos de malária em cidades da região amazônica do Brasil

(Foto: Reprodução) – Dados foram apresentados na última sexta-feira (15) durante o Encontro Anual da “American Society of Tropical Medicine and Hygiene”, que aconteceu em Nova Orleans, nos Estados Unidos

A malária infecta atualmente cerca de 249 milhões de pessoas por ano no mundo todo, ocasionando cerca de 608 mil mortes. Parte dessa estatística diz respeito à incidência da doença na região Norte do Brasil. No entanto, ações preventivas têm ajudado a conter o avanço da doença, diminuindo o número de casos em seis municípios, incluindo Altamira, no estado do Pará, o maior do país e cuja capital, Belém, será a sede da COP 30, ano que vem. Esses números são resultados do Programa de Ação para Controle da Malária, uma iniciativa da Norte Energia, concessionária da Usina Hidrelétrica Belo Monte, a maior 100% brasileira, e também um importante agente para o desenvolvimento socioeconômico da região.

Considerado um case de sucesso pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), instituição brasileira referência em ciência, tecnologia e inovação em ciências biológicas e da saúde, os resultados do programa foram divulgados nesta sexta-feira, dia 15, durante o Encontro Anual da “American Society of Tropical Medicine and Hygiene”, que acontece em Nova Orleans, nos Estados Unidos. A apresentação foi realizada pelas pesquisadoras Izis Mônica Sucupira, Márcia Martins dos Santos e Marinete Marins Póvoa, do Instituto Evandro Chagas (IEC).

O PACM foi executado entre os anos de 2011 e 2024 nos municípios de Altamira, Anapu, Brasil Novo, Senador José Porfírio, Vitória do Xingu e Pacajá, todos na região Sudoeste do Pará. Contou com a parceria das secretarias municipais de saúde, da Secretaria de Estado de Saúde Pública (SESPA) e do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI). A empresa investiu cerca de R$ 46 milhões em medidas como a doação de móveis e equipamentos para os núcleos de vigilância em saúde e Unidades de Diagnóstico de Tratamento; doação de veículos, entre caminhonetes, motocicletas, ambulâncias e voadeiras, fornecimento de medicação e insumos e recursos para a contratação de enfermeiros e agentes de endemias.

Segundo dados do Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica (Sivep), do Ministério da Saúde do Brasil, essas ações reduziram em até 99% os casos de malária nas seis cidades da área onde Usina foi implantada, em relação aos índices registrados antes da criação do programa. “Seguindo as orientações do Programa de Malária do Ministério da Saúde e a legislação vigente, foi mostrado que é possível estabelecer medidas e ações que mitiguem ou controlem a transmissão de agravos como a malária. Em resumo, essa iniciativa deixou para a região o legado de uma rede de saúde estruturada para dar continuidade às ações de controle e de prevenção, no âmbito das gestões municipais”, explica Izis Sucupira, que atua como coordenadora do Monitoramento da Transmissão de Malária e Leishmanioses na Área de Influência da Usina Hidrelétrica de Belo Monte.

A queda de ocorrências é histórica para o país: de 10.838 casos, no ano de 2011, baixou para 875, em 2023. Com isto, alguns dos municípios saíram da classificação de alto risco de malária e, atualmente, todos estão na faixa de baixo risco de transmissão. Pacajá, em 2011, tinha uma população de 42 mil habitantes, chegou a registrar 4.563 casos positivos, e viu o índice cair para 58 ocorrências em 2021, de acordo com o Sivep.

O PACM ainda foi mantido entre 2021 e 2023 nos municípios de Altamira, Anapu, Senador José Porfírio e Vitória do Xingu, por meio de um termo de compromisso firmado entre a Norte Energia e o Ibama, autarquia federal vinculada ao Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima.

“O programa contribuiu efetivamente para o desenvolvimento da região e levou avanços sociais e cuidados para a população. As medidas implantadas, comprovadamente eficazes, podem ser multiplicadas para outras regiões do país onde a doença é endêmica”, afirma Bruno Bahiana, superintendente Socioambiental da Norte Energia.

Sobre a Malária

A malária é um grave problema de saúde pública no mundo, endêmica na África, no sul da Ásia e no Norte brasileiro. De acordo com o último relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS), em 2022, 608 mil pessoas morreram em decorrência da doença e 249 milhões foram infectadas no mundo, 5 milhões a mais do que em 2021. O aumento é significativo se comparado a 2019, antes da Covid-19, quando o registro mundial foi de 233 milhões. Os países africanos são os mais afetados. O Brasil, segundo o Ministério da Saúde, registrou 129 mil casos da doença e 50 óbitos em 2022. A região amazônica concentra 99% dos casos com transmissão local.

A malária é uma doença infecciosa febril causada por protozoário do gênero Plasmodium, transmitido ao homem, na maioria das vezes pela picada da fêmea do mosquito do gênero Anopheles infectado, também conhecido como mosquito-prego. A complexidade dos protozoários causadores da doença dificulta o desenvolvimento de vacinas e remédios, porque a cada ciclo de vida, o protozoário adquire novas formas e pode ficar em estágio dormente por meses ou anos no fígado do hospedeiro humano, sendo inclusive transmissível de mãe para filho.

 

Fonte: Adams Mercês – Google News e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 18/11/2024/17:31:11

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Helder recebe pedido para Barcelona jogar no Mangueirão

(Foto: Reprodução/@barcalegends/Instagram) –  Equipe do Barça Legends tem Romário, Rivaldo e outros grandes nomes da história do Barcelona.

O Estádio Olímpico do Pará “Jornalista Edgar Proença”, mais conhecido como Mangueirão, é o principal palco esportivo de Belém e do estado como um todo. Na última semana, abrigou os treinos da Seleção Brasileira para o jogo contra a Venezuela e, em breve, pode receber grandes ídolos do futebol mundial.

Isso porque são grandes as chances de que o F.C. Barcelona, um dos principais clubes de futebol do mundo, jogue no Mangueirão, em Belém. A notícia pegou fãs e entusiastas de surpresa nesta segunda-feira (18).

Em vídeo divulgado nas redes sociais, o diretor da equipe Barça Legends, Josep Maria Meseguer, enviou uma mensagem ao governador do Pará, Helder Barbalho, onde pede que a equipe possa jogar no Mangueirão, em Belém.

“Olá, governador Helder Barbalho. Será para nós, para o Barça Legends, para o FC Barcelona, uma experiência fantástica poder jogar uma partida das lendas pela primeira vez na Amazônia, em Belém do Pará. Um abraço!”, disse Meseguer no vídeo.

O Barça Legends reúne grandes nomes que fizeram parte da história do clube catalão, como os brasileiros Edmilson, Rivaldo, Giovanni, Adriano e Romário. Outros craques como Saviola, Francesco Coco, Guzmán e Navarro também participam da equipe.

A partida ainda não foi oficialmente marcada, mas já é grande a expectativa do público para que o jogo se concretize. Os internautas, inclusive, especulam que grandes nomes da história do futebol paraense sejam convidados para o jogo contra o Barça Legends no Mangueirão.

BARÇA LEGENDS NO BRASIL

O Barça Legends tem feito jogos no Brasil. O mais recente deles ocorreu no último domingo (17), onde a equipe da Catalunha disputou um amistoso beneficente com a Seleção Pelé Pequeno Príncipe Legends e venceu por 2 a 1, com gols de Rivaldo e Saviola (Barça Legends) e Richarlyson (Seleção Pelé Legends). Veja abaixo a escalação que atuou na partida, realizada em Curitiba (PR):

 

Fonte: Adams Mercês – Google News e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 18/11/2024/17:27:03

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Hospital Regional em Marabá aborda desafios e cuidados especiais na prematuridade

(Foto: Reprodução) – A unidade de saúde do Governo do Pará desenvolve, entre outras ações para acolhimento de prematuros, os projetos Polvinho Amigo e Canguru

Camila Pereira da Silva, moradora do município de Canaã dos Carajás, acompanha há 73 dias a filha prematura, Helena, que recebe cuidados especializados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal do Hospital Regional do Sudeste do Pará Dr. Geraldo Veloso (HRSP), em Marabá. Nesta segunda-feira (18), Camila participou da programação alusiva à campanha Novembro Roxo, que debate aspectos da prematuridade.

(Foto: Reprodução)
                                                                                      (Foto: Reprodução)

“Tem sido um grande desafio desde o nascimento da Helena. Mas aqui no Hospital recebemos todo o suporte necessário, tanto para a saúde dela quanto para o nosso emocional. Participar dessas atividades é muito especial, pois me sinto acolhida e percebo que não estou sozinha nessa jornada”, disse Camila.

A unidade do Governo do Pará promoveu palestras educativas sobre desafios e cuidados essenciais com recém-nascidos prematuros. As atividades também incluíram dinâmicas interativas, voltadas ao fortalecimento do vínculo entre mães e profissionais da unidade. O objetivo foi reforçar a importância do acompanhamento médico especializado e do apoio emocional durante o período de internação.

(Foto: Reprodução)
                                                                                      (Foto: Reprodução)

A enfermeira neonatal Kaylenn Nascimento, que atua no HRPS e foi palestrante na ação, destacou a relevância de orientar as mães sobre os cuidados diários com os bebês prematuros. “Nosso foco é fornecer orientação sobre como cuidar dos bebês, desde os aspectos médicos até os cuidados emocionais. Essas atividades visam fortalecer o vínculo entre mães e filhos, oferecendo apoio prático e emocional para que possam lidar com os desafios da internação de forma mais tranquila e confiante”, explicou a profissional.

Estatística – O Dia Mundial da Prematuridade é lembrado anualmente em 17 de Novembro. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é um dos países com maior número de nascimentos prematuros. Aproximadamente 12% dos nascimentos no País são de prematuros, totalizando cerca de 340 mil bebês prematuros por ano, o equivalente a seis prematuros a cada 10 minutos.

(Foto: Reprodução)
                                                                              (Foto: Reprodução)

A médica pediátrica Daiane Oliveira, diretora Técnica do Hospital, explicou que a gestação normal dura até 41 semanas e seis dias. Quando o parto ocorre antes de 37 semanas, o bebê é considerado prematuro. As principais causas da prematuridade, segundo a pediatra, são hipertensão materna, diabetes gestacional e outras condições, como pré-eclâmpsia.

“A prevenção é essencial para a gestação saudável. Realizar o pré-natal corretamente, seguir as orientações médicas, ter alimentação balanceada, controlar ganho de peso e evitar o estresse são fundamentais para a saúde da mãe e do bebê”, enfatizou a especialista.

A profissional ainda ressaltou que a prevenção da prematuridade ajuda a evitar complicações, como a imaturidade respiratória, problemas no sistema digestivo e metabólico, e possíveis sequelas no desenvolvimento neuropsicomotor.

Referência – A UTI Neonatal do Hospital Regional, gerenciado pelo Instituto de Saúde Social e Ambiental da Amazônia (ISSAA), em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), é referência no atendimento a prematuros, oferecendo cuidados especializados para recém-nascidos em estado crítico. Atende crianças de 22 municípios da região de Integração Carajás.

(Foto: Reprodução)
                            (Foto: Reprodução)

Com nove leitos intensivos neonatais, a unidade é equipada com tecnologia de ponta, e conta com médicos, enfermeiros, técnicos em Enfermagem, fisioterapeutas, nutricionistas e outros profissionais. “Nosso diferencial está na qualidade do atendimento e na dedicação de nossa equipe. Garantimos cuidados personalizados, com carinho e profissionalismo, em um ambiente que prioriza a humanização”, destacou Polliana Lobo, coordenadora da UTI Neonatal.

Ela destacou ainda os projetos de humanização destinados aos pequenos pacientes, dentre os quais o Projeto Polvinho Amigo, que utiliza polvos de crochê para proporcionar conforto aos recém-nascidos, ajudando-os a se sentirem mais seguros, e o Projeto Canguru, que incentiva o contato pele a pele entre bebês e seus pais, fortalecendo o vínculo familiar e auxiliando na recuperação.

Serviço: O Hospital Regional do Sudeste do Pará garante à população atendimento 100% pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A unidade conta com 135 leitos, sendo 97 de internação clínica, e 38 em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) – Adulto, Pediátrica e Neonatal.

 

Fonte: Cristina Indio do Brasil – Repórter da Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 18/11/2024/17:20:00

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