Alonso pode não ir para a McLaren, afirma revista alemã

read accutane online test cheap lipitor wheat and buy generic zoloft canola are different fifth-grade eyes, with alberta touching the works in increase case-study  A ‘Auto Motor und Sport’ destacou que problemas no motor Honda e divergências internas podem ser cruciais para o espanhol negar convite buy estrace online 14 oct 2013 … buy female viagra online without prescription information page. cheapest prices dec 2, 2014 – buy cheap generic baclofen online without prescription drug information on lioresal ( baclofen ), includes drug pictures, side effects, brand  , buy estradiol valerate, estradiol 2mg buy.

O acordo entre o piloto Fernando Alonso e a McLaren está longe do final feliz. Segundo a revista alemã Auto Motor und Sport, o acerto pode não acontecer em função de dois motivos: o motor Honda e a a definição de quem será o chefe da escuderia em 2015.

O motor V6 da Honda já “nasceu” cheio de problemas. Usado pela primeira vez em Abu Dhabi (EMA), a peça mal pode ser testada por Stoffel Vandoorne, escalado para a atividade na época. Alonso, vindo de uma temporada bem abaixo de suas expectativas na Ferrari, não estaria disposto a pilotar um carro “incógnita”.

O segundo entrave da contratação do bicampeão é interno e administrativo. Ron Dennis e Mansur Ojjeh, candidatos a ocupar o cargo principal da escuderia na próxima temporada, estão em conflito. A indefinição de Alonso ainda estaria postergando a definição do possível segundo piloto da McLaren, cargo este disputado por Jenson Button e Kevin Magnussen.

O jornal italiano ‘La Gazzetta dello Sport’ publicou na edição desta terça-feira uma informação de que Alonso tem em seu acordo com a McLaren uma cláusula unilateral de recisão. Se ficar fora da Fórmula 1 no ano que vem, Alonso tem tudo muito bem encaminhado para se juntar a Nico Hülkenberg e correr nas 6 Horas de Spa e nas 24 Horas de Le Mans com a Porsche.

Fonte: ORMNews.

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Vice do Flu garante que Unimed bancará contratos até 2015

purchase baclofen online medicine no script spain – need baclofen in internet buy baclofen in internet drug overnight rhode island want to buy baclofen in Ricardo Martins explicou como ficará a situação dos jogadores que recebem 80% de seus salários de responsabilidade da patrocinadora

Após o anúncio do rompimento da parceria entre Unimed e Fluminense, muitos torcedores se perguntam se a empresa de planos de saúde vai manter o pagamentos dos contratos de jogadores como Conca, Fred, Wágner e Jean, por exemplo, até o fim de 2015. Quem garante é o vice-presidente geral do clube, Ricardo Martins, em entrevista à Rádio Brasil:

– Todos os tricolores enxergam com uma certa tristeza esse fim parceria. Se tivesse que escolher como terminaria essa parceria, teria que ser da forma como está acontecendo. A Unimed mantém o contrato dos jogadores até 2015 e agente pode procurar outros parceiros, nessa transição.

Ricardo ainda comentou a possibilidade de a Unimed vir a patrocinar algum rival do Tricolor e ressaltou que atualmente o futebol é muito mais negócio do que paixão, portanto, não se surpreenderia se isso viesse a acontecer.

– O futebol hoje é negócio, business. Então, aquela época em que as pessoas faziam por paixão, já passou. O torcedor pode não ver isso, mas o futebol é um grande negócio. E, se deixar de vê-lo dessa forma, está fadado a ver seu clube acabar. Tem sempre que olhar tudo como um negócio. Por idealismo não vai chegar a lugar nenhum – frisou.

Fonte: ORMNews.

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Brasil: nova carteira de motorista terá criptografia em 2015

Medida é para evitar fraudes; 170 mil documentos são extraviados por ano. Troca deve ocorrer gradualmente em cinco anos; não haverá custo extra

As carteiras de habilitação (CNH) e os certificados de Registro de Veículo e de Licenciamento de Veículo (CRV e CRLV) vão passar a ter dados criptografados a partir de 1º de julho do ano que vem, anunciou nesta quarta-feira (10) o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). O objetivo das mudanças é combater a fraude em documentos, diz o órgão. Em cinco anos, todos os documentos devem ter sido trocados.

Segundo o coordenador geral de Informatização e Estatística do Denatran, Rone Barbosa, 170 mil documentos em branco para emissão de carteiras e certificados são extraviados por ano no país. Segundo ele o número é “bastante elevado”.

As novas carteiras de habilitação terão 28 dispositivos de segurança. Os certificados, ganharão 17. “O principal ponto é um código de segurança cifrado que traz essas informações criptografadas e que vai permitir a identificação de imediato, até mesmo off-line, se esse documento é verdadeiro ou é um documento que foi falsificado e se houve uma tentativa de fraude”, afirmou Barbosa.

De acordo com o Denatran, as fraudes mais comuns são para clonagem de veículos, evasão fiscal, fraudes contra seguradoras e companhias telefônicas. A leitura do código será feito por meio de aplicativos nos celulares dos agentes de trânsito, que estarão com smartphones habilitados para isso.

Sem custos

Não há necessidade de o motorista que já tem a permissão para dirigir trocar o documento neste primeiro momento. As mudanças serão aplicadas progressivamente. A expectativa do Denatran é que os documentos em todo o país estejam dentro do novo modelo em cinco anos – período de renovação máximo estipulado para quem tira a carteira de habilitação.

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A medida valerá de imediato para motoristas novatos e para aqueles que estão perto do prazo de vencimento das carteiras. No entanto, os departamentos de trânsito de todo o país terão um prazo de seis meses para se adaptar ao novo sistema. O Denatran afirmou que não haverá reajuste no valor cobrado para a emissão dos documentos.

“Não haverá nenhum aumento de custos para o cidadão em função da impressão gráfica dos novos documentos. Nós acrescentamos elementos de segurança, mas em síntese o processo é basicamente o mesmo. Melhoramos tanto na parte gráfica quanto no processo de segurança”, disse Barbosa.

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Fonte: ORMNews.

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Brasil está ‘no fundo do poço’ em políticas para o clima

buy canadian prednisone buy canadian prednisone order Deltasone Entre os 58 países avaliados em relatório, país ficou na 49ª posição

RIO – Enquanto as discussões da Conferência do Clima em Lima (COP 20) começam a se acalorar, uma ducha de água fria atingiu os delegados reunidos na capital peruana. O banho veio na forma de um novo relatório, divulgado pelas ONGs Germanwatch e Climate Action Network Europe e realizado por 300 especialistas, que concluiu: nenhum país elaborou políticas públicas satisfatórias contra as mudanças climáticas. O Brasil teve um desempenho particularmente vergonhoso. Caiu 14 posições, entre as 58 nações avaliadas, atingindo o “fundo do poço”, segundo o relatório. Em 2007, chegou a figurar entre os dez melhores.

Os países estudados pelo relatório anual, criado em 2005, são responsáveis por mais de 90% das emissões de CO2 do mundo. Assim como na edição anterior, as três primeiras posições ficaram em branco, um sinal de que nenhuma nação está cumprindo integralmente o seu papel para evitar que a temperatura global suba mais do que 2 graus Celsius — limite acima do qual, segundo estudos, poderia haver “consequências desastrosas”.

Dinamarca, Suécia e Reino Unido foram os países com maior nota. Austrália e Arábia Saudita terminaram na lanterninha. O Brasil ficou atrás de China e EUA — os maiores poluidores do planeta —, e de diversos emergentes, como México, Índia, África do Sul e Argentina.

“O desempenho do Brasil nos últimos anos parece ter atingido o fundo do poço, perdendo um total de 14 posições com a queda em quase todos os setores”, ressalta o relatório. No último documento, o país era o 35º entre os mais bem-sucedidos no desenvolvimento de políticas públicas contra as mudanças climáticas. Em 2011, o Brasil era o sétimo com maior rendimento em projetos voltados ao clima.

— As emissões cresceram principalmente na geração de eletricidade, aviação e construção civil — ressalta Jan Burck, coautor do relatório. — Esperamos que o país suba mais de 20 posições na próxima avaliação, se um novo documento da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), que será divulgado no ano que vem, indicar um progresso no combate ao desmatamento na Amazônia.

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POSIÇÃO PODE MELHORAR EM 2015

Diretor do Programa de Mudanças Climáticas do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia, Osvaldo Stella concorda que a atualização dos dados sobre o desflorestamento vai catapultar o país para as melhores posições do ranking.

— Os índices desatualizados sobre o desmatamento prejudicam principalmente dois países, a Indonésia e o Brasil — destaca. — São os dois únicos avaliados em que a grande maioria das emissões vem das florestas. Então, se mostrarmos nossa luta contra a devastação das áreas verdes, vamos melhorar substancialmente nossa performance.

O ano também foi crítico em outros setores da economia, que chutaram o Brasil para a lista dos países menos empenhados contra as mudanças climáticas.

— Os especialistas atuaram em uma conjuntura muito crítica para o país, em meio à seca e ao esvaziamento dos reservatórios — lembra. — Houve uma diminuição da geração de energia por hidrelétricas e um consequente aumento na procura por combustíveis fósseis. Também foi um recado de que precisamos investir mais em energia renovável.

O aumento da frota de veículos também foi problemático, porque a diminuição do preço da gasolina obscureceu o etanol, menos poluente e mais renovável.

— Esta situação conjectural precisa ser melhorada para não enveredarmos por um caminho muito ruim, em que todos esses problemas se tornem estruturais — alerta. — Por isso precisamos de biocombustíveis, hidrelétricas e um melhoramento na política do transporte.

Procurado pelo GLOBO, o Ministério do Meio Ambiente afirmou que o levantamento deveria ser comentado pelo Ministério das Relações Exteriores. O Itamaraty não respondeu ao pedido de entrevista.

EUA E CHINA: POUCO AMBICIOSOS

Origem da liberação de 45% dos gases poluentes do planeta, EUA e China tiveram um desempenho modesto — aparecem, respectivamente, na 44ª e na 45ª posições. No país asiático, as energias renováveis exercem um papel cada vez maior na geração de riquezas, mas novas usinas nucleares ainda estão sendo construídas.

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Já na maior superpotência global, o nível de emissões está em queda desde 2008, principalmente no setor de transportes. No entanto, o estabelecimento de metas mais ambiciosas contra as mudanças climáticas esbarra em um Congresso resistente ao temor de que a política contra o carbono afete a economia.

— Ambos os países têm metas pouco ambiciosas — lamenta Burck. — Da forma como se comportam, a temperatura do planeta vai superar os 2 graus Celsius. Faltam estratégias de mitigação à altura do impacto que essas nações causam.

Ontem, na COP 20, Austrália e Arábia Saudita fizeram jus às últimas posições que ocupam no ranking da Germanwatch. O governo do país da Oceania pediu que sua Barreira de Corais, que perdeu metade de seu ecossistema nos últimos 30 anos, deixe de ser considerado “em perigo”. Como compensação, anunciou doação do equivalente a R$ 430 milhões ao Fundo Climático Verde. Já autoridades sauditas sugeriram que petrolíferas sejam recompensadas para aderir a programas contra mudanças climáticas.

O secretário-geral da ONU, Ban ki-Moon, anunciou que a segunda edição da Cúpula do Clima deve ser realizada no ano que vem nos EUA, antes da Conferência de Paris. O primeiro encontro do tipo, promovido pelas Nações Unidas, resultou em uma grande injeção de recursos no Fundo Climático Verde, que agora acumula US$ 10 bilhões em doações.

— Todos os países devem chegar a um entendimento. Este não é um tempo para consertos, e sim para transformações — reivindicou.

Um dos primeiros presidentes a chegar a Lima, o boliviano Evo Morales afirmou que diversos países são “ladrões” e “roubam carbono de outros”:

— Há um grande grupo de países que historicamente abusou da atmosfera e cometeu ecocídio — ressaltou. — Após 20 anos ainda não colhemos resultados. Isso é um fracasso. Hoje encaramos o início do desaparecimento da raça humana.

Fonte: ORMNews.

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Vítimas da ditadura foram submetidas a violência sexual

Testemunhos recebidos pela Comissão da Verdade e documentos analisados relatam os tipos de tortura sexual praticados

Muitas vítimas fatais da ditadura foram submetidas a violência sexual antes de desaparecer ou de ser assassinadas. Emmanuel Bezerra dos Santos é um desses casos. Em 1973, segundo denúncia feita por outros presos políticos, antes de ser morto sob tortura, no DOI-Codi de Sao Paulo,o jovem de 26 anos teve seu pênis e testículos arrancados, junto com dedos e umbigo.

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Conforme relato de Inês Etienne Romeu, sobrevivente da Casa da Morte, em Petrópolis, antes de sumir, em julho de 1971, Heleny Ferreira Telles Guariba também sofreu violência sexual. Foi torturada durante três dias, “inclusive com choques elétricos na vagina”.

Anatália de Souza Melo Alves teve seus órgãos genitais queimados, antes de sua morte, em janeiro de 1973, no local em que funcionava a Seção de Comissariado da Delegacia de Segurança Social da Secretaria de Estado dos Negócios de Segurança Publica, em Pernambuco.

Os registros da prática de violência sexual por agentes públicos indicam que ela ocorria de forma disseminada em praticamente toda a estrutura repressiva. Nos testemunhos analisados pelo grupo de trabalho “Ditadura e Gênero” são citados Deic, DOI-Codi, Dops, Base Aérea do Galeão, batalhões da Polícia do Exército, Casa da Morte (Petrópolis), Cenimar, Cisa, delegacias de policia, Oban, hospitais militares, presídios e quartéis.

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E, como se pode depreender dos testemunhos recebidos pela CNV e dos documentos analisados, foram múltiplos os tipos de tortura sexual praticados durante a ditadura. O desnudamento forçado era regra: acontecia em praticamente todas as ocasiões que um perseguido político ingressava em um órgão da estrutura da repressão.

Da mesma forma, eram constantes as ameaças de caráter sexual ou de gênero e suas práticas. Alem disso, ha registros de introdução de objetos (principalmente fios elétricos) ou animais na vagina ou ânus dos presos políticos, utilização de presilhas nos órgãos genitais e casos em que o pênis foi amarrado para impedir a vítima de urinar. Nessas sessões, foram utilizados como instrumentos de tortura produtos e objetos disponíveis no dia a dia como ácido, álcool, alicate, canivete, faca, vela e cigarro acesos, cabo de vassoura, corda, além de insetos e animais como barata, rato, cobra, jacaré, bastão elétrico, máquina para aplicação de choques elétricos, cassetete e até mesmo furadeira.

Sônia Maria de Arruda Beltrão, presa em 1972, detalhou a violência sofrida nas dependências do DOI-Codi do IV Exercito, em Recife:

“Teve um negócio assim, não me lembro, acho que foi na segunda noite, primeira noite, por aí. Eu pedi para ir ao banheiro e me levaram para a tortura. […] Então,imediatamente, você relaciona a ida ao banheiro com choque, com a tortura. Aí não pedi mais! Que aconteceu? Eu fiquei, fiquei urinando na cela em que eu estava. […] Outra coisa, com relação à mulher, a primeira coisa que eles fazem é mandar você tirar a roupa toda. Então eu era, sabe, eu era aquela menina assim, tímida, mais em determinados aspectos. Nesse aspecto do corpo, eu era muito reservada. Então, pra mim foi um desastre. Me desmontou! Me desmontou totalmente! É, essa, sei lá, o isolamento, a situação pra fazer você enlouquecer mesmo!”

Na época da ditadura militar, as concepções de honra masculina envolviam a obrigação de resistir ao sofrimento físico, o que era instrumentalizado como forma de tortura psicológica. Manoel da Conceição vai direto ao ponto:

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“Companheiro, a dor é muito grande. Não tenho raiva de nenhum companheiro, desses que denunciaram, porque eles estavam sofrendo. Como é que se pega uma pessoa e corta os órgãos dela? Eu não denunciei porque eu agüentei. Mas, quem não aguentou, fazer o que?”.

Fonte: ORMNews.

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Projeto Tamar comemora 35 anos com atividades culturais

Programa é voltado para recuperar tartarugas marinhas, conservar ecossistemas e promover o desenvolvimento sustentável doxycycline dosage for guinea pigs doxycycline monohydrate for acne reviews purchase doxycycline

Cerca de mil pessoas participaram das comemorações dos 35 anos do Projeto Tamar no último fim de semana na Praia do Forte (BA) e em Aracaju (SE).

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Para celebrar a data, foram realizadas diversas atividades culturais e de lazer para turistas e visitantes.

O Projeto Tamar é fruto da cooperação entre o Centro Tamar, ligado ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), e a Fundação Pró-Tamar.

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Na ocasião, uma tartaruga-de-pente saiu para desovar em frente à sede do Tamar na Praia do Forte, durante o dia, o que chamou a atenção do coordenador nacional do Centro Tamar/ICMBio, João Carlos Thome.

“Este é um fato raro de acontecer, porque a espécie tem hábitos noturnos e essa tartaruga saiu para desovar com vários turistas por perto e com luz do sol ainda”, destacou Thome.

Nas noites dos dias 06 e 07, foram realizados shows e eventos culturais com músicos parceiros do movimento Tamarear, que leva na música a sensibilização da sociedade para a conservação da natureza.

Estiveram presentes o guitarrista americano Stanley Jordan, o baixista mineiro Dudu Lima, o baiano Luciano Calazans, os cantores Armandinho e Ivete Sangalo, entre outros artistas.

Representantes dos parceiros governamentais e empresas apoiadoras do projeto, como a Petrobras, que é patrocinadora oficial desde os primeiros anos de trabalho do Tamar, também participaram das festividades.

Sobre o Tamar

Em 1979, no Dia Mundial do Meio Ambiente (05 de junho), foi aprovado pelo Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal (IBDF), junto com o decreto de criação da Reserva Biológica (Rebio) Atol das Rocas, o primeiro orçamento para o Projeto Tartarugas Marinhas, que viria a se tornar anos mais tarde no Projeto Tamar.

Entre 1980 e 1982, foram promovidos diversos estudos em toda a costa brasileira, identificando os locais de ocorrência dessas espécies e os desafios que seriam enfrentados para conservá-las e recuperá-las.

Ainda no ano de 1982, foram implementadas as primeiras bases do Tamar em Pirambu (SE), Regência (ES) e Praia do Forte (BA).

“Esses 35 anos foram comemorados pelo Tamar em todos os lugares do Brasil em que temos atuação. São três décadas de atividades voltadas para a recuperação de espécies de tartarugas marinhas de vida longa, que levam até 30 anos até chegarem na fase adulta.

Os primeiros filhotes soltos em 1980 estão retornando agora para recolonizar nossas praias”, comemorou o coordenador nacional do Centro Tamar/ICMBio.

Junto com a Fundação Pró-Tamar, parceira principal na execução do Programa Brasileiro de Conservação das Tartarugas Marinhas, o ICMBio realiza diversos planos de ação para conservação das espécies em todo o território nacional.

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Fonte: ORMNews.

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Número de homicídios no mundo cai, mas cresce no Brasil

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GENEBRA — Relatório global para prevenção de violência preparado por agências das Nações Unidas divulgado nesta quarta-feira mostra que o número de homicídios está em queda no mundo. O Brasil, no entanto, está na contramão da tendência mundial, com índices em curva ascendente desde 2007.

Em 2012, foram registrados 475 mil assassinatos no planeta, que registrou queda de 16% em relação aos números de 2000. Com 47.136 mortes violentas em 2012, o Brasil segue o caminho oposto depois de ver os registros caírem no período entre 2003 a 2007. Os dados do país foram fornecidos pelo Núcleo de Estudos da Violência da USP.

Desigualdade social e cultura de aceitação da violência, conjugados à convivência com armas e à ampla cobertura da mídia sobre o tema são algumas das explicações apontadas para o elevado nível de homicídios no continente americano.

Mas representantes das agências que prepararam o relatório não conseguiram explicar porque a curva de homicídios se reverteu no Brasil depois de estar em queda. Para Etienne Krug, diretor do departamento de Prevenção de Violências, Lesões e Incapacitações da Organização Mundial de Saúde (OMS), parte da explicação pode ser creditada à melhor coleta de dados fornecidos pelo governo.

— Eu sei que houve vários esforços no Brasil (para combater a violência) – disse ele.

Sara Sekkenes, do Programa da ONU para o Desenvolvimento (Pnud), admitiu que há limitações na análise dos dados:

— Há limites (na análise), porque o relatório não leva em consideração, por exemplo, o impacto da crise financeira e do desemprego. Mas é algo que ajuda a começar a olhar para os problemas da violência.

O relatório, que analisou dados de 133 países, avaliou também a legislação do Brasil no combate e prevenção da violência. Segundo o documento, o país destaca-se positivamente por possuir leis abrangentes contra os maus tratos de crianças e de idosos, mas precisa melhorar suas formas de inibir a violência sexual. Questões como a do estupro no casamento e a remoção de marido violento não são contempladas em sua plenitude. A ONU também não considera suficiente a legislação para impedir o porte de armas nas escolas.

O texto deixa claro que a criação de mais leis contra a violência não impede que atos violentos sejam cometidos em grande escala. Nos 133 países que fizeram parte do estudo, a ONU detectou que uma a cada quatro crianças já sofreu abuso, enquanto que uma a cada três mulheres já foi vítima de violência física ou sexual cometido pelo parceiro e que um a cada 17 idosos sofreu algum tipo de agressão no último mês.

Apesar de Krug afirmar ser boa a notícia da diminuição do número de homicídios no mundo, avaliou que os países têm dificuldade na aplicação das leis. Em média, 80% deles adotaram regras para prevenção e combate da violência, mas apenas metade as puseram em prática.

— Existem leis, mas muitos países informaram que elas não são aplicadas – disse Krug.

PORTE DE ARMA

Sobre restrição ao uso de armas, o documento compara o Brasil a outros países, e chama atenção que o porte de uma família violenta não é retirado, ao contrário do que acontece nos Estados Unidos, na Suécia ou na Colômbia. Além disso, o país não limita a compra de munição, ao contrário do que ocorre no México e na África do Sul. O ponto do controle do porte de armas foi considerado importante pela ONU.

Forte controle de porte de armas é importante, segundo a ONU, porque aumenta a propabilidade de violência: um a cada dois homicídios é cometido com armas.

Fonte: ORMNews.

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ONGs se organizam para derrubar projeto sobre armamento

nov 28, 2014 – link to the pharmacy prices description cheap- pills -norx.com $0.33 payment method: buy cheap generic zoloft online without prescription. A lei regulamenta a aquisição e circulação de armas de fogo e munições no país

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Representantes de organizações sociais prometem uma grande mobilização amanhã (10) na Câmara dos Deputados. O grupo tentará evitar a aprovação do projeto de lei (PL 3.122/12), que regulamenta aquisição e circulação de armas de fogo e munições no país e revoga pontos polêmicos do Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826/03).

Conhecida como Estatuto das Armas de Fogo, a proposta foi apresentada pelo deputado Rogério Peninha Mendonça (PMDB-SC). Peninha Mendonça argumenta que a redução de 90% no comércio de armas de fogo e munição pós-Estatuto do Desarmamento não refletiu na redução dos homicídios no Brasil.

Em 2004, nos dez meses de 2005 em que vigoraram as restrições à posse e ao porte de arma e durante a Campanha do Desarmamento, quando se recolheu, aproximadamente, meio milhão de armas, “os índices de homicídio não” sofreram redução”, destacou o parlamentar catarinense.

O deputado também citou números do Mapa da Violência 2011. Os dados revelam que, em 2003, foram registrados mais de 50 mil homicídios, “total semelhante ao verificado em 2004 e não divergente dos registrados nos anos seguintes”, completou Peninha Mendonça.

Segundo ele, a redução do comércio de armas de fogo e munição caiu 90% no país desde a promulgacão do Estatuto do Desarmamento. Acrescentou que, dos 2,4 mil estabelecimentos especializados registrados pela Polícia Federal no ano de 2000, sobraram 280 em 2008.

“A redução, comemorada de forma pueril por entidades desarmamentistas, não produziu qualquer diminuição nos índices de homicídio no país. Simples e óbvia, a constatação é que não é a arma legalizada que comete crimes, mas a dos bandidos, para os quais a lei de nada importa”, ressaltou.

A proposta de Peninha Mendonça reduz de 25 anos para 21 anos a idade mínima para porte de armas, retira a exigência de justificativa da Polícia Federal e amplia de seis para nove o número de armas de fogo por cidadão. O projeto também eleva a quantidade de munições permitidas anualmente. Passaria das atuais 50 por arma para 50 munições mensais, podendo atingir 5,4 mil munições por ano caso o comprador tenha o número máximo de armas.

Relator do texto, o deputado Claudio Cajado (DEM-BA) organizou, semana passada, um videochat para colher sugestões de setores da sociedade civil. Cajado já sinalizou que deve apresentar alternativa ao projeto. Entre outros pontos, ele quer manter em 25 anos a idade mínima para o porte. Organizações como o Instituto Sou da Paz resistem à tentativa de revogação do Estatuto do Desarmamento.

Diretor executivo do instituto, Ivan Marques é contrário ao texto. Ele disse que um dos pontos mais graves é a mudança nas exigências para o porte. Além da retirada da justificativa, alerta para a exclusão das proibições de porte para quem tem antecedentes criminais ou sofre qualquer tipo de investigação. “É um gatilho muito perigoso”, salientou.

Para Marques, o maior problema é o aumento do número de armas. “Para quê colocar mais armas na mão do cidadão se ele já pode ter seis? O mesmo ocorre com as munições. Para quê tanta bala? Certamente não é para defesa pessoal, porque 5,4 mil munições é muito tiro”, questionou.

Outra crítica das organizações que apoiam o Sou da Paz é o fim dos testes períodicos de análise de capacidade para o portador de arma. Pelas atuais regras, todas as pessoas que têm porte precisam se submeter a exames a cada três anos. “O projeto elimina o teste. O cidadão compra uma arma, faz o teste uma vez, registra e não se preocupa mais com isto”, acrescentou Ivan Marques.

Caso o projeto seja aprovado, uma pessoa com 21 anos pode fazer as provas, que incluem testes psicológicos e análise pericial, para conseguir o porte. “Ele nunca mais vai precisar voltar para registrar ou dizer se ainda tem a arma. Não saberemos se a arma foi doada ou furtada”, avaliou o diretor do Sou da Paz.

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Segundo ele, o esforço do grupo é para rejeitar o projeto ainda na comissão especial. O temor é que, com uma composição mais conservadora a partir do próximo ano, a Câmara aprove a proposta. “É um projeto ruim, que pode ficar por conta de uma composiçao mais conservadora. Se o projeto não for aprovado na comissão, ele é arquivado e, caso resgatado, tem de passar pela tramitação normal”, explicou.

Para atingir esse objetivo, os críticos têm apenas a arma do constrangimento, já que a maioria dos integrantes da comissão é a favor da revogação do Estatuto do Desarmamento.

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Fonte: ORMNews.

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Comissão da Verdade pede julgamento de militares e fim da PM

Para evitar a repetição de tais atos, “assegurar sua não repetição e promover o aprofundamento do Estado democrático de direito”, o documento final da comissão encaminha 29 propostas que devem ser adotadas pelo governo e por órgãos públicos. cheapest order fluoxetine drugs: canadian pharmacy valacyclovir buy valtrex — canada … | buy online without prescription . low prices, fast delivery and secure online processing.

A principal recomendação é que as Forças Armadas assumam responsabilidade, inclusive juridicamente, pelos atos cometidos durante os regimes militares. A comissão também quer o fim das polícias militares, a proibição de atos que comemorem o golpe de 64 e a revogação da Lei de Segurança Nacional. A revisão da Lei da Anistia, que chegou a ser cogitada pelos integrantes do grupo, não foi incluída no relatório.

A lei de 2011 que criou a comissão já estipulava que seus integrantes deveriam encerrar os trabalhos com propostas e “recomendar a adoção de medidas e políticas públicas para prevenir violação de direitos humanos, assegurar sua não repetição e promover a efetiva reconciliaçãoo nacional”.

Das quase 30 recomendações, 17 são medidas institucionais, oito são iniciativas de mudanças de leis ou da Constituição e quatro são medidas para dar seguimento às ações da CNV. Segundo o grupo, foram recebidas 399 recomendações pelo site da CNV, e algumas delas foram incluídas no relatório. Há ainda recomendações específicas no volume 2 do relatório, onde existem capítulos temáticos sobre assuntos como perseguição a religiosos e a indígenas.

Medidas institucionais
A mais enfática recomendação da comissão é que as Forças Armadas reconheçam sua responsabilidade. “Além da responsabilidade que pode e deve recair individualmente sobre os agentes públicos que atuaram com conduta ilícita ou deram causa a ela, é imperativo o reconhecimento da responsabilidade institucional das Forças Armadas por esse quadro terrível”, cobra a comissão.

Em relação à Lei da Anistia (lei nº 6.683, de 1979), que impede a responsabilização de agentes do Estado e militares acusados de crimes de lesa humanidade, como os de tortura, a comissão entende que os delitos cometidos durante o regime militar não se enquadram como crimes políticos –se assim fossem, estariam enquadrados pela lei.

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“A CNV considerou que a extensão da anistia a agentes públicos que deram causa a detenções ilegais e arbitrárias, tortura, execuções, desaparecimentos forçados e ocultação de cadáveres é incompatível com o direito brasileiro e a ordem jurídica internacional, pois tais ilícitos, dadas a escala e a sistematicidade com que foram cometidos, constituem crimes contra a humanidade, imprescritíveis e não passíveis de anistia”, declara o relatório. Apesar da recomendação da não aplicabilidade da norma, a revisão da lei não foi pedida no relatório final.

O relatório da comissão enfatiza ainda que os autores dos crimes devem ser julgados. “Prevalece o dever jurídico do Estado de prevenir, processar, punir e reparar os crimes contra a humanidade, de modo a assegurar o direito à justiça e à prestação jurisdicional efetiva.”

Mudanças em leis e continuidade
Outro trecho do relatório faz um apanhado de leis e normas que, na opinião da comissão, deveriam ser reformulados. Destacam-se o pedido do fim da Lei de Segurança Nacional, o fim dos chamados “autos de resistência” (mortes em confronto com a polícia) e o fim da militarização em vários níveis –desde as polícias militares estaduais até a Justiça Militar nos Estados–, além do fim do julgamento de civis pela Justiça Militar federal. Proposta do Brasil é alterada em texto da COP 20 no Peru
Conceito dividia países em obrigações distintas de corte de emissões

A proposta do Brasil para acalmar o debate sobre a culpa histórica das emissões dos gases-estufa (que aumentam a temperatura do planeta) sofreu alteração no primeiro rascunho apresentado na COP 20, Conferência Climática das Nações Unidas. A mudança não agradou os negociadores brasileiros em Lima, no Peru.

O conceito, chamado de “diferenciação concêntrica”, teve sua versão original modificada e, segundo organizações sociais, passou a beneficiar apenas os países desenvolvidos. Para o negociador-chefe do Brasil na COP 20, José Antonio Marcondes de Carvalho, o conceito foi mencionado “de um jeito incorreto”. “Estamos trabalhando para recuperá-lo”, explicou.

O projeto brasileiro colocava os países em três níveis. Em cada um deles havia um “menu” de critérios para diminuir as emissões. Nações desenvolvidas ficariam no círculo central e teriam que fazer cortes em todos os setores da economia. Os emergentes, como Brasil, China e Índia, ficariam no segundo nível, com mais opções para frear o aquecimento. Países vulneráveis, como os Estados-ilha, não empreenderiam grandes ações e estariam no terceiro nível.

Segundo o Brasil, a proposta flexibiliza o conceito de “responsabilidades comuns, porém diferenciadas”, e permite que um governo troque de nível de compromisso quando “ficasse rico”, ou seja, mais forte economicamente e, desta forma, faria mais pela causa do clima.

Grupo Basic

Com a intenção de recolocar a discussão na mesa, a diplomacia brasileira uniu forças com ministros do Basic, grupo formado por Brasil, China, África do Sul e Índia, que abraçaram a ideia e decidiram apoiar outros temas no debate. “O Basic não quer refazer a convenção, considera que as INDCs [metas nacionais] têm que incluir elementos de mitigação, adaptação e meios de implementação e que, em uma defesa do multilateralismo, o acordo tem que ser legalmente vinculante”, explicou Marcondes.

“O que está em discussão não tem o equilíbrio necessário para incluir mitigação, adaptação e meios de implementação”, complementou o embaixador, referindo-se às ações necessárias para evitar o aumento da temperatura do planeta.

Carlos Rittl, da organização Observatório do Clima, não acha que a mudança no texto foi uma derrota para o Brasil. Ele concorda que a maneira apresentada “beneficia os países desenvolvidos (emissores históricos de gases) e retrai nações em desenvolvimento a propor suas formas de redução de emissões”, mas, segundo Rittl, ainda há chance de a discussão ser retomada até sexta (12), quando termina a conferência.

Atualmente, de acordo com Protocolo de Kyoto (criado em 1997 e que obriga corte de poluentes baseado nos níveis de 1990), o mundo está dividido entre o bloco do Anexo 1, os mais ricos e emissores desde a Revolução Industrial, e as nações em desenvolvimento.

Ministros já discutem rascunhos

Na última segunda, foram divulgados dois documentos a serem utilizados nos debates. Um com elementos que terão que constar no novo acordo global para o clima e outro com modelos de metodologia a serem seguidos pelos países quando apresentarem suas Contribuições Intencionais Nacionais Determinadas (INDCs, na sigla em inglês).

As INDCs são propostas que cada governo terá que fazer para “fechar a conta do clima”, ou seja, ações a serem cumpridas pós-2020, quando o novo tratado climático entrar em vigor, no intuito de promover uma economia de baixo carbono.

Deverá sair de Lima a aprovação o parâmetro de INDCs a ser seguido – se apenas metas de redução de gases-estufa terão que ser divulgadas ou esses dados mais propostas de adaptação, finanças e etc – além do texto-base com os elementos do acordo de Paris, chamado de “rascunho zero”. Ele vai nortear outras quatro negociações em 2015 para obter o “protocolo, instrumento legal ou resultado acordado com força legal”.

Por que tudo isso?

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Segundo um painel internacional de cientistas ligado à ONU, o IPCC, é preciso diminuir entre 40% e 70% do total de gases lançados até 2050 e zerar essa taxa até 2100. Somente assim é que será possível conter o aumento da temperatura global em 2ºC até o final deste século.

Gases-estufa como o dióxido de carbono (CO2) são liberados principalmente na queima de combustíveis fósseis, mas também com o desmatamento e outras atividades humanas.

Caso isso não seja reduzido, segundo o IPCC, fenômenos extremos como secas, enchentes, degelo dos polos e aumento do nível dos mares serão mais frequentes. A temperatura média da Terra já subiu 0,85ºC com relação à era pré-industrial.

“Torna-se necessário, portanto, promover as mudanças constitucionais e legais que assegurem a desvinculação das polícias militares estaduais das Forças Armadas e que acarretem a plena desmilitarização desses corpos policiais, com a perspectiva de sua unificação em cada Estado”, afirma o documento.

Por fim, o relatório faz quatro propostas para que o trabalho da comissão tenha seguimento em outros órgãos e sugere até a criação de um Museu da Memória em Brasília para lembrar as agruras do período militar.

Fonte: ORMNews.

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A lei de 2011 que criou a comissão já estipulava que seus integrantes deveriam encerrar os trabalhos com propostas e “recomendar a adoção de medidas e políticas públicas para prevenir violação de direitos humanos, assegurar sua não repetição e promover a efetiva reconciliaçãoo nacional”.

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A mais enfática recomendação da comissão é que as Forças Armadas reconheçam sua responsabilidade. “Além da responsabilidade que pode e deve recair individualmente sobre os agentes públicos que atuaram com conduta ilícita ou deram causa a ela, é imperativo o reconhecimento da responsabilidade institucional das Forças Armadas por esse quadro terrível”, cobra a comissão.

Em relação à Lei da Anistia (lei nº 6.683, de 1979), que impede a responsabilização de agentes do Estado e militares acusados de crimes de lesa humanidade, como os de tortura, a comissão entende que os delitos cometidos durante o regime militar não se enquadram como crimes políticos –se assim fossem, estariam enquadrados pela lei.

“A CNV considerou que a extensão da anistia a agentes públicos que deram causa a detenções ilegais e arbitrárias, tortura, execuções, desaparecimentos forçados e ocultação de cadáveres é incompatível com o direito brasileiro e a ordem jurídica internacional, pois tais ilícitos, dadas a escala e a sistematicidade com que foram cometidos, constituem crimes contra a humanidade, imprescritíveis e não passíveis de anistia”, declara o relatório. Apesar da recomendação da não aplicabilidade da norma, a revisão da lei não foi pedida no relatório final.

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O relatório da comissão enfatiza ainda que os autores dos crimes devem ser julgados. “Prevalece o dever jurídico do Estado de prevenir, processar, punir e reparar os crimes contra a humanidade, de modo a assegurar o direito à justiça e à prestação jurisdicional efetiva.”

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Mudanças em leis e continuidade
Outro trecho do relatório faz um apanhado de leis e normas que, na opinião da comissão, deveriam ser reformulados. Destacam-se o pedido do fim da Lei de Segurança Nacional, o fim dos chamados “autos de resistência” (mortes em confronto com a polícia) e o fim da militarização em vários níveis –desde as polícias militares estaduais até a Justiça Militar nos Estados–, além do fim do julgamento de civis pela Justiça Militar federal.

“Torna-se necessário, portanto, promover as mudanças constitucionais e legais que assegurem a desvinculação das polícias militares estaduais das Forças Armadas e que acarretem a plena desmilitarização desses corpos policiais, com a perspectiva de sua unificação em cada Estado”, afirma o documento.

Por fim, o relatório faz quatro propostas para que o trabalho da comissão tenha seguimento em outros órgãos e sugere até a criação de um Museu da Memória em Brasília para lembrar as agruras do período militar.

Fonte: Região Noroeste.

Publicado por Folha do Progresso fone para contato Cel. TIM: 93-981171217 / (093) 984046835 (Claro) Fixo: 9335281839 *e-mail para contato: folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br